segunda-feira, 30 de novembro de 2020

A AGENDA DO PREGADOR DE NAZARÉ.

Então, pela virtude do Espírito, voltou Jesus para a Galiléia, e a sua fama correu por todas as terras em derredor. E ensinava nas suas sinagogas e por todos era louvado. E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga e levantou-se para ler (Lc.4.14-16). 

Imaginemos, como seria hoje a aceitação das pregações de Jesus nas igrejas denominadas apostólicas, evangélicas ou cristãs. Será que suas pregações e ensinos seriam aceitos pelos lideres religiosos e pelo povo em geral? Jesus não era um pregador pentecostal, também não era um pregador neopentecostal, nem era um pregador tradicional, nem liberal. Jesus era simplesmente, um pregador ungido por Deus. Acerca da unção de Jesus como pregador, assim está escrito: O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor (Lc.4.18,19). Pedro em seu discurso na casa do centurião Cornélio, disse: Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele (At.10.38). Jesus não pregava para agradar, ou para massagear o ego das pessoas, mas Ele pregava verdades com autoridade. As suas mensagens eram consoladoras, edificadoras e exortadoras. Muitas vezes os seus ensinos chocavam os mestres da Lei, os escribas e fariseus. Muitas vezes os lideres religiosos não suportavam ouvi-lo e tentavam apedrejá-lo. Jesus não era um pregador de autoajuda, nem pregava o que o povo gostava de ouvir, mas o que o povo precisava ouvir. Jesus não usava técnicas de dinâmicas em suas pregações para prender a atenção dos seus ouvintes, nem fazia uso de jargões para mexer com as emoções do povo. As suas pregações e ensinos eram simples, mas de grande conteúdo e impacto espiritual. 

Ouvir o Mestre, Jesus Cristo, é necessário um espírito de submissão e obediência as suas palavras. Se faz necessário que estejamos totalmente desarmados e desprovidos das nossas ideias, conceitos e preconceitos. O melhor que temos a fazer ao ouvir Jesus, é obedecer e praticar os seus ensinos. Ao concluir o seu sermão, Ele disse: Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha (Mt.7.24). Ou seja, quem pratica na integra os ensinos de Jesus, está seguro e não será abalado. 

Se nas igrejas há mais praticantes do farisaísmo e poucos cristãos verdadeiros, muitos pecados encobertos e muitos lobos em pele de cordeiro e lideres avarentos, orgulhosos e gananciosos; fica difícil para Jesus receber um convite para pregar. Muitos não irão aceitar a sua pregação de exortação, correção e juízo. 

SÓ PRA REFLETIR: Será que Jesus Cristo como pregador, teria uma agenda para pregar nas igrejas da atualidade? Os lideres e o povo em geral iriam suportar e aceitar os seus ensinos e pregações?   

sábado, 28 de novembro de 2020

ONDE ENCONTRAR A SABEDORIA?

Mas onde se achará a sabedoria? E onde está o lugar da inteligência? O homem não lhe conhece o valor não se acha na terra dos viventes (Jó.28.12,13).

O livro de Jó pertence ao gênero literário sapiencial, e o seu capítulo 28 é todo dedicado a uma exposição sobre a verdadeira sabedoria. Falando sobre a sabedoria e onde encontra-la, Jó traça um paralelo entre o trabalho do homem nas minas em busca de metais preciosos, com o esforço empreendido para encontrar a sabedoria. 

O maior problema da humanidade é a falta de sabedoria. Existem muitas pessoas inteligentes, com vasto conhecimento em várias áreas do saber; porém nem todas as pessoas inteligentes são sábias. Mas toda pessoa sábia é inteligente. Uma pessoa pode ser intelectual, com um vasto conhecimento, mas quando utiliza sua inteligência para o mal, ou para benefício próprio, não é uma pessoa sábia. A sabedoria não se porta com indecência, nem busca seus próprios interesses, mas usa o seu conhecimento com prudência para promover o bem. A sabedoria está acessível a todos, não está distante, é fácil encontra-la, o problema é que as pessoas preferem ir em busca de atalhos e resultados imediatos. A sabedoria é a fonte que gera resultados, mas para adquiri-la há um preço a pagar. Estes resultados podem vir a curto ou a longo prazo, mas quem tem sabedoria sabe esperar. Ser sábio é pagar um preço, é andar na contramão dos tolos que se dizem inteligentes. 

A SABEDORIA SOB TRÊS DIMENSÕES:

1- A Sabedoria Na Esfera Natural (28.1-11).

Na primeira parte da sua exposição sobre a sabedoria (28.1-11), Jó usa a metáfora das minas para ilustrar a busca da sabedoria como um bem natural. Assim como os homens usam técnicas avançadas para encontrarem minérios e metais preciosos na natureza, da mesma forma eles têm-se empenhado em busca da sabedoria. Esses metais estão escondidos na terra e, para serem encontrados, requer grandes esforços e uso apurado das técnicas. 

As minas são locais insalubres, que, além de precisarem de apuradas técnicas de escavação, precisam ser bem iluminadas. Todo este esforço tem um objetivo e é justificável, tendo em vista encontrar os tesouros naturais que estão escondidos nas profundezas da terra. 

O homem é inteligente. Ele revira a terra, explora os rios e desce a lugares escuros, e trás para luz o que estava escondido (28.11). Tudo isso em busca da sabedoria na esfera natural.

2- A Sabedoria Na Esfera Comercial (28.12-19).

Jó inicia a segunda parte da sua exposição sobre a sabedoria com duas pergunta: Mas onde se achará a sabedoria? E onde está o lugar da inteligência? (28.12). A sabedoria não tem preço, não é negociável e nem é uma cultura que pode ser herdada. 

Tendo gastado todo o seu esforço e usado todas as técnicas disponíveis, mesmo assim o homem demonstrou-se incapaz de encontrar a sabedoria. A sabedoria a qual Jó se refere é bem diferente daquela conhecida pelos seus amigos, que diziam que a sabedoria era um bem herdado que passava de pai para filho. Era, portanto, um bem que poderia ser transferido para gerações futuras. Jó mostra que a verdadeira sabedoria da qual ele está falando é de natureza bem diferente, não podendo ser herdade ou passada de pai para filho. Não é, simplesmente um bem cultural. Mas onde se pode encontrá-la? Da perspectiva natural, não há uma rota para encontrá-la, muito menos na perspectiva comercial. Não há nada em valores monetários que possa comprá-la. Jó diz: Não se dará por ela ouro fino, nem se pesará prata em câmbio dela. Nem se pode comprar por ouro fino de Ofir, nem pelo precioso ônix, nem pela safira. Com ela se não pode comparar o ouro ou o cristal; nem se trocará por joia de ouro fino. Ela faz esquecer o coral e as pérolas; porque a aquisição da sabedoria é melhor que a dos rubis. Não se lhe igualará o topázio da Etiópia, nem se pode comprar por ouro puro (28.15-19). Fica claro que, a sabedoria não pode ser comprada, nem comparada, nem negociada. A sabedoria não se encontrar na esfera comercial, ela está muito além das riquezas terrenas. 

3- A Sabedoria Na Esfera Espiritual (28.20-28).

De onde, pois, vem a sabedoria, e onde está o lugar da inteligência? (28.20). A pergunta do versículo 12 é repetida no versículo 20. Jó está caminhado para a conclusão do seu argumento. Como ele mostrou no início do seu discurso, não é possível obter a sabedoria simplesmente pelo esforço humano, mesmo que os homens sejam diligentes e aplicados nessa busca. Ela também não tem preço. Não é um bem comercial e, por isso, não pode ser comprada. Não tem preço, mas possui valor. Ela é um bem imaterial, não é um produto humano, mas Divino. 

Mas disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência (28.28). Aqui está o clímax da argumentação de Jó sobre a sabedoria e a sua origem. Ele é divina! Ela também é relacional. Jó mostra não apenas a origem da sabedoria, mas também o caminho que nos conduzirá até ela. Deus é a fonte da sabedoria, e o temor do Senhor é o meio de chegar-se até ela. Portanto, Jó prova para seus amigos que eles estavam equivocados em dizer que a sabedoria era produto de uma tradição fria. O temor do Senhor é o princípio da sabedoria e todos os que a põe em prática possuem uma boa inteligência (Pv.1.7). Esse é o maior de todos os bens. A sabedoria suprema consiste em temer e adorar a Deus, não na inutilidade humana de emitir ideias e opiniões. 

FINALMENTE, a sabedoria encontra-se em DEUS, na pessoa de Jesus Cristo, onde estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência (Cl.2.3). Amém!  

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

O SENHOR PELEJARÁ POR VOCÊ!

Moisés, porém, disse ao povo: Não temais; estai quietos e vede o livramento do SENHOR, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais vereis para sempre. O SENHOR pelejará por vós, e vos calares. Então, disse o SENHOR a Moisés: Por que clamas a mim? Diz aos filhos de Israel que marchem. E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco (Ex.14.13-16).

O momento era critico, decisivo e crucial. Os filhos de Israel estavam num beco sem saída, por trás vinha o exército de Faraó, o lugar era deserto, montanhoso e cheio de pedregulhos; na frente deles estava o grande mar vermelho. E agora, o que fazer para sair ou escapar desta situação? O povo se desespera, ao invés de clamarem ao SENHOR, eles reclamam. Moisés tenta contornar a situação e faz uso da fé ao dizer para o povo: Não temais; estai quietos e vede o livramento do SENHOR, que hoje vos fará; porque aos egípcios, que hoje vistes, nunca mais vereis para sempre. O SENHOR pelejará por vós, e vos calares (13,14). Em seguida Moisés clama a Deus para Ele providenciar uma saída. O SENHOR lhe responde e diz: Por que clamas a mim? Diz aos filhos de Israel que marchem. E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco (15,16). Moisés obedece a ordem do SENHOR, em seguida o milagre acontece. Deus abre o mar, formando duas paredes de águas e abrindo um caminho em terra seca para os filhos de Israel passarem. Aleluia! 

Quando estamos no centro da vontade de DEUS, a peleja nunca é nossa, é sempre de DEUS. Porém, quando estamos fora da vontade e da direção de DEUS, aí é por nossa conta e risco. A nação de Israel estava indo muito bem, enquanto estava sob a vontade e direção de DEUS. Mas, quando abandonaram ao SENHOR, as coisas desandaram, deram pra trás e foram derrotados. Assim será conosco neste tempo presente, enquanto estivermos sob a direção e vontade do SENHOR, venceremos todas as batalhas, porque Ele pelejará por nós. 

TRÊS CONDIÇÕES PARA O SENHOR PELEJAR POR NÓS: 

1- Quando Você se Calar e Deixar DEUS Agir.

O SENHOR lutará por vocês; tão somente acalmem-se (Ex.14.14 NVI).

2- Quando Você Confiar no SENHOR e Não Temer a Fúria do Inimigo.

Então, eu lhes disse: Não fiquem apavorados; não tenham medo deles. O SENHOR, o seu Deus, que está indo à frente de vocês, lutará por vocês, diante de seus próprios olhos, como fez no Egito (Dt.1.29,30 NVI).

3- Quando Você Obedecer a Voz do Espírito Santo.

Então, veio o Espírito do SENHOR, no meio da congregação, sobre Jaaziel, filho de Zacarias, filho de Benaías, filho de Jeiel, filho de Matanias, levita, dos filhos de Asafe, e Jaaziel disse: Dai ouvidos todo o Judá, e vós moradores de Jerusalém, e tu, ó rei Josafá. Assim o SENHOR vos diz: Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, senão de Deus. Nesta peleja, não tereis de pelejar; parai, estai em pé e vede o livramento do SENHOR para convosco ... (II Cr.20.14,15,17).

O SENHOR é o nosso Escudo, nossa Defesa e a nossa Proteção. Ele pelejará as nossas guerras e lutará por nós. Está escrito, declarado e decretado que o SENHOR pelejará por nós e porá os nossos inimigos em fuga. Assim está escrito: Vindo o inimigo como uma corrente de águas, o Espírito do SENHOR arvorará contra ele a sua bandeira (Is.59.19). O inimigo fica furioso, por não conseguir nos derrotar, porque o SENHOR dos Exércitos está conosco, o Deus de Jacó é o nosso Refúgio. Amém! 

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

DEZ CARACTERÍSTICAS DA IGREJA APÓSTATA.

Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (I Tm.4.1).

Apostasia significa o abandono da fé, de forma total ou parcial. Vivemos em uma época de grande apostasia espiritual. Com o avanço da ciência e o desenvolvimento tecnológico, há uma tendência desenfreada das pessoas a se tornarem cada vez mais materialistas e frias espiritualmente. Muitos são influenciados pela mídia e o sistema humanista que impera em uma sociedade egocêntrica, fria e desumana. Haja vista também que, o pecado se multiplica, ao ponto de muitos acharem tudo normal; e os falsos profetas arrebanham grandes números de adeptos, oferecendo-lhes vantagens e facilidades para o caminho do céu. Infelizmente vivemos em uma época de grande decadência espiritual, estamos vendo uma grande variedade de ministérios e igrejas que se multiplicam a cada dia, e estão atraindo milhares de pessoas. Mas, a grande problemática é que boa parte desses ministérios e igrejas, não estão comprometidos com o Reino de Deus. Muitos lideres religiosos distorcem a palavra de Deus para agradar os seus ouvintes e massagear seu ego, entrando no caminho da apostasia e levando multidões após si. Sobre isto diz a palavra de Deus: E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade; e, por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita (II Pe.2.1-3). Infelizmente, estamos vivendo esta realidade em nossos dias.

1- NÃO SUPORTA OUVIR A SÃ DOUTRINA.

Porque virá tempo em que não sofrerão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas (II Tm.4.3,4).

2- NÃO SUPORTA A CORREÇÃO.

Porque o Senhor corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois, então, bastardos e não filhos (Hb.12.6-8).

3- NÃO LUTA CONTRA O PECADO.

Na luta contra o pecado, vocês ainda não resistiram até o ponto de derramar o próprio sangue (Hb.12.4 NVI).
Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da comum salvação, tive por necessidade escrever-vos e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos (Judas, 3).

4- NÃO ANDA EM SANTIDADE.

Todavia, o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade (II Tm.2.19).

5- NÃO DESEJA O LEITE RACIONAL (A Palavra de Deus).

Desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que, por ele, vades crescendo (I Pe.2.2).

6- COMUNICA-SE COM AS OBRAS DAS TREVAS.

E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas, antes, condenai-as (Ef.5.11).

7- ESTÁ CONFORMADA COM O SISTEMA DO MUNDO.

E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm.12.2).

8- TEM AMIZADE COM O MUNDO.

... Não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus (Tg.4.4).

9- SÃO MORNOS ESPIRITUALMENTE.

Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente! Assim, porque és morno e não frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca (Ap.3.15,16).

10- FORAM SEDUZIDOS POR ESPÍRITOS ENGANADORES.

O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. Tais ensinamentos vêm de homens hipócritas e mentirosos, que têm a consciência cauterizada (I Tm.4.1,2).

CONCLUSÃO:
O ensino ortodoxo da palavra de Deus nos dias atuais tem sido raro. O modismo, as inovações e o sensacionalismo tem invadido nossos púlpitos e levado muitos crentes a se tornarem apostatas. A apostasia tem se tornado algo comum em nossos dias, muitos já apostataram a fé e permanecem na igreja. Há muitos crentes nominais, cultuando ativamente e até ministrando, mas são verdadeiros adúlteros da palavra de Deus. É tempo de despertarmos e voltarmos ao altar da Palavra e da oração. Diante de toda apostasia que permeiam a igreja, há um remanescente fiel que não abre mão da genuína doutrina da Palavra de Deus. Amém! 

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

JESUS, O APÓSTOLO DA NOSSA CONFISSÃO.

Pelo que, irmãos santos, participantes da vocação celestial, considerai a Jesus Cristo, apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão (Hb.3.1).

O escritor da carta aos hebreus, fixa sua mensagem em Cristo. Ele procura provar que a lei de Moisés e seus rituais eram apenas sombras do que havia de vir; e mostra que Jesus Cristo é a real imagem daquilo que era apenas sombras. Jesus é revelado na carta aos hebreus como o cumprimento do tipo, Ele é o antítipo e a realidade daquilo que era alegórico. Falando sobre a grandeza de Cristo, o escritor começa a partir do capítulo 3 mostrando que Cristo é superior a Moisés, e o apresenta como Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão, em quem devemos fixar nossos pensamentos.

JESUS COMO NOSSO APÓSTOLO.

A palavra “apóstolo” significa “enviado”. A primeira vez que ela aparece na Versão Almeida Revista e Corrigida é em Mt.10:2, quando o evangelista aponta o nome dos doze apóstolos. A noção que se tem de “apóstolo”, portanto, é daquele que é enviado diretamente pelo Senhor Jesus para realizar a obra da pregação do Evangelho para expansão do Reino de Deus através da mensagem de salvação.

É neste sentido que o próprio Senhor Jesus é chamado de apóstolo, como se lê em Hebreus 3.1, quando Cristo é chamado de “apóstolo e sumo sacerdote da nossa confissão”. Ninguém teve maior condição de apóstolo que o próprio Jesus que, por diversas vezes, enfatizou que havia sido enviado pelo Pai (Mt.10:40; Mc.9:37; Lc.4:18; 9:48; 10:16; Jo.3:17; 4:34; 5:23,24,30,36-38; 6:29,38-40,44,57; 7:16,18,28,29,33; 8:16,18,26,29,42; 9:4; 10:36; 12:44,45,49; 13:16,20; 14:24; 15:21; 16:5; 20:21). Jesus como Apóstolo enviado pelo Pai, veio trazer a graça e a verdade para o povo (Jo.1:17), foi enviado para este mundo a fim de que o mundo pudesse ser salvo por Ele (Jo.3:17). Depois de termos crido nele, podemos declarar e confessar diante do mundo, que Ele é o Apóstolo da nossa salvação.

JESUS COMO NOSSO SUMO SACERDOTE.

Jesus Cristo, como Sumo Sacerdote, ministro do santuário, ofereceu ao Pai um único sacrifício, que nos garantiu de uma vez por todas a nossa salvação. Como Sumo Sacerdote, Ele intercede ao Pai por nós, e nos torna aceitáveis diante de DEUS. Para assumir este tão elevado ofício, o escritor aos hebreus nos diz que: Ele tornou-se participante conosco das mesmas coisas, sendo semelhante em tudo, sentindo nossas dores e fraquezas, para ser misericordioso e fiel Sumo Sacerdote. Porque, naquilo que Ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados (Hb.2.14-18). Em continuação acerca do sacerdócio de Cristo, o escritor aos hebreus diz: Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno (Hb.4.14-16). O sacerdócio de Cristo é eterno, Ele vive e intercede por nós junto ao Pai (Hb.7.24,25). Amém! 

CONCLUSÃO:

O escritor aos hebreus é o único que apresenta Jesus como Apóstolo e Sumo Sacerdote. Como Apóstolo, Jesus é o precursor e protagonista da nossa salvação. Como Sumo Sacerdote, Ele é o nosso Mediador e Intercessor diante de Deus Pai. Amém! 

sábado, 21 de novembro de 2020

7 MANIFESTAÇÕES DA GRANDEZA DE DEUS EM ISAÍAS 40.

 

Eis que o Senhor JEOVÁ virá como  o forte, e o seu braço dominará; eis que o seu galardão vem com Ele, e o seu salário, diante da sua face (Is.40.10). 

A grandeza de Deus não pode ser medida, pois Ele é infinitamente grande. Palavras não conseguem descrever como Deus é grande em poder, amor, majestade, glória, misericórdia, perdão e honra. Deus é grande, nós temos confiança e fé que nada é impossível para Ele. Sabemos também que Ele é digno de todo o louvor e adoração. Na vida, muitas vezes os problemas e situações fazem com que tenhamos medo ou nos sintamos pequenos e vulneráveis. No tempo de crises e adversidades, nada é melhor do que confiar no Deus Grande, que nos sustenta e nos protege com a sua poderosa Mão.

1- A Grandeza da sua Palavra.

A relva murcha e cai a sua flor, quando o vento do SENHOR sopra sobre elas; o povo não passa de relva. A relva murcha, e as flores caem, mas a palavra de nosso Deus permanece para sempre (40.7,8).

2- A Grandeza do seu Entendimento, Sabedoria e Ciência.

Quem guiou o Espírito do SENHOR? E que conselheiro o ensinou? Com quem tomou conselho, para que lhe desse entendimento, e lhe mostrasse as veredas do juízo, e lhe ensinasse sabedoria, e lhe fizesse notório o caminho da ciência? (40.13,14).

3- A Grandeza da sua Soberania sobre as nações.

Eis que as nações são consideradas por Ele como a gota de um balde e como o pó miúdo das balanças; eis que lança por aí as ilhas como a uma coisa pequeníssima. Todas as nações são como nada perante Ele; Ele considera-as menos do que nada e como uma coisa vã. A quem, pois, fareis semelhante a Deus ou com que o comparareis? (40.15,17,18).

4- A Grandeza do seu Poder sobre a natureza.

Quem mediu com o seu punho as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu em uma medida o pó da terra, e pesou os montes e os outeiros em balanças? (40.12).

5- A Grandeza do seu Comando sobre o reino dos homens.

Ele é o que está assentado sobre o globo da terra, cujos moradores são para Ele como gafanhotos; Ele é o que estende os céus como cortina e os desenrola como tenda para  neles habitar; o que faz voltar ao nada os príncipes e torna coisa vã os juízes da terra (40.22,23).

6- A Grandeza do seu Domínio sobre todo universo.

Com quem vocês vão me comparar? Quem se assemelha a mim?, pergunta o Santo. Ergam os olhos e olhem para as alturas. Quem criou tudo isso? Aquele que põe em marcha cada estrela do seu exército celestial, e a todas chama pelo nome. Tão grande é o seu poder e tão imensa a sua força, que nenhuma delas deixa de comparecer! (40.25,26 NVI).

7- A Grandeza da sua Graça para favorecer o seu povo.

Por que você reclama, ó Jacó, e por que se queixa, ó Israel. O SENHOR não se interessa pela minha situação; o meu Deus não considera a minha causa? Será que você não sabe? Nunca ouviu falar? O SENHOR é o Deus eterno, o Criador de toda a terra. Ele não se cansa nem fica exausto; sua sabedoria é insondável. Ele fortalece o cansado e dá vigor ao que está sem forças. Até os jovens se cansam e ficam exaustos, e os moços tropeçam e caem; mas aqueles que esperam no SENHOR renovaram as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam (40.27-31).

A grandeza de Deus é imensurável, infinita e incalculável. Nada nem ninguém conseguirá medir nem aferir a grandeza do Eterno. Sob a inspiração do Espírito de Deus, o profeta Isaías declara: Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra, o estrado dos meus pés. Que espécie de casa vocês me edificarão? É este o meu lugar de descanso? Não foram as minhas mãos que fizeram todas estas coisas, e por isso vieram a existir? , pergunta o SENHOR. A este eu estimo: ao humilde e contrito de espírito, que treme diante da minha palavra (Is.66.1,2 NVI). Amém! 

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

O FIM VEM!

 

Vem o fim, o fim vem sobre os quatro cantos da terra (Ez.7.2).

O Fim virá, esta é uma verdade incontestável. Muitos preferem não acreditar nesta  realidade e não querem admitir que o Fim está próximo. O próprio JESUS afirmou esta verdade, quando disse: E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as gentes, e então virá o fim (Mt.24.14). Os sinais nos alertam que estamos vivendo no tempo do fim. A humanidade está marchando para um caos total. A própria natureza sinaliza dando respostas a humanidade, avisando que o fim se aproxima. Os próprios cientistas estão dizendo que o fim está próximo. A ciência está afirmando o que a Bíblia já previa. Estamos a beira de um colapso, o mal sobreveio a terra e o fim é iminente. O apóstolo Pedro, no primeiro século já exortava os cristãos dizendo: E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto, sede sóbrios e vigiai em oração (I Pe.4.7). Quase dois mil anos se passaram, de quando Pedro falou que o fim estava próximo, imagine hoje, quando já estamos em pleno século XXI. Mais do que nunca, podemos afirmar que estamos chegando na reta final da história da humanidade.

Falando sobre os tempos do fim, o apóstolo Paulo previu uma extrema corrupção social, moral e espiritual. Orientando e exortando o jovem pastor Timóteo, Paulo diz: Sabe, porém, isto: Que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te (II Tm.3.1-5). Esta lista de comportamentos sóbrios e decadentes enumerada pelo apóstolo, é um retrato da nossa sociedade atual.  

O Fim dos tempos.

O Fim de todas as coisas.

O Fim dos impérios.

O Fim dos poderosos.

O Fim dos hipócritas.

O Fim dos falsos profetas.

O Fim dos falsos cristãos.

O Fim dos falsos pastores.

O Fim dos falsos mestres.

O Fim das falsas religiões.

O Fim das falsas igrejas.

O Fim de um mundo violento, corrompido, perverso e doentio. 

O fim da nossa existência selará o nosso destino. Não temos o poder de escolher o dia da nossa morte, mas podemos escolher ainda em vida, onde passaremos a eternidade. Depois da morte, não haverá um bis, está escrito: E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo (Hb.9.27). Portanto, antes que chegue o fim da sua existência, decida entregar a sua vida a Jesus Cristo, aceitando-o como Salvador e Senhor da sua vida. Amém! 

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

O RELÓGIO DO APOCALIPSE.

 

O Que é o Relógio do Apocalipse? É um Relógio simbólico que foi criado nos Estados Unidos, pelo boletim dos Cientistas Atômicos em 1947. Este relógio em vez de medir a passagem do tempo, indica o quão perto o planeta está de ser destruído. Atualmente , seus ponteiros marcam dois minutos e meio para meia-noite, horário previsto para o fim do mundo.

COMO FUNCIONA ESTE RELÓGIO?

Não se trata de um objeto, mas de uma ilustração simbólica. Os ponteiros do relógio não se movem por meio de uma medida científica, mas de acordo com o parecer dos integrantes do conselho de ciência e segurança do BPA, que se reúne duas vezes por ano para determinar o quanto falta para meia-noite. É um símbolo que representa o quão perto ou longe estamos de uma catástrofe global. O que queremos mostrar com isso é o quão próximos estamos de destruir a vida na Terra como a conhecemos", explica Rachel Bronson, diretora-executiva e editora do boletim.

Quando o Relógio do Apocalipse foi criado, em 1947, simbolizava a preocupação dos cientistas com o risco de um conflito nuclear diante da corrida armamentista no início da Guerra Fria. 

Desenhado pela pintora Martyl Langsdorf, mulher do físico Alexander Langsdorf, do Projeto Manhattan (projeto de pesquisa e desenvolvimento que produziu as primeiras bombas atômicas durante a 2ª Guerra Mundial), o relógio marcava sete minutos para meia-noite em sua primeira aparição na capa do boletim. Desde então, a posição dos ponteiros foi ajustada 22 vezes para frente ou para trás. 

O último ajuste nos ponteiros aconteceu em janeiro deste ano, logo após a posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. Na ocasião, o relógio foi adiantado em meio minuto. Apenas em 1953 os ponteiros estiveram mais adiantados do que agora, marcando dois minutos para meia-noite, após os EUA e a antiga União Soviética testarem bombas termonucleares. Para os responsáveis pelo relógio, eventos recentes - como o lançamento de um míssil balístico intercontinental pela Coreia do Norte e a decisão de Trump de retirar os EUA do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas - acendem um alerta. "Não estamos nos movendo na direção certa", diz Bronson à BBC.

As referências ao relógio vão muito além da ciência e da política. Bandas de rock - como Iron Maiden e Smashing Pumpkins - já dedicaram músicas a ele ("2 minutes to Midnight" e "Doomsday Clock", respectivamente). O Relógio do Apocalipse também apareceu em um episódio da série Doctor Who, produzida pela BBC.

Atualmente, o relógio reflete, juntamente com o risco nuclear, a preocupação dos cientistas com os efeitos da mudança climática e novas tecnologias, como a inteligência artificial e a biologia sintética. Em março, Kim Won-soo, representante da ONU para assuntos de desarmamento, alertou que o Relógio do Apocalipse tinha atingido sua pior marca em 64 anos. "A necessidade de avançar no desarmamento nuclear poucas vezes foi tão urgente como é hoje", disse Kim Won-soo.

O relógio está mais adiantado do que se encontrava durante a Crise dos Mísseis de Cuba, em 1962, quando marcava sete minutos para meia-noite, embora muitos acreditem que o horário deveria ter sido ajustado, na ocasião. Bronson explica que isso aconteceu porque a Crise dos Mísseis foi tão rápida que os especialistas não chegaram a se reunir para ajustar o relógio. Quando se encontraram, os EUA e a então União Soviética já tinham assinado acordos para controle de armas.

Em 1991, com o fim da Guerra Fria e novos acordos firmados entre Washington e Moscou para redução de armas, o relógio chegou a indicar 17 minutos para meia-noite, sua melhor marca. Mas o alívio sentido na época contrasta com o risco apontado agora.

Bronson explica que o último ajuste do relógio Apocalipse, em janeiro, refletiu uma crescente falta de consideração no mundo em relação ao conhecimento especializado, como comentários imprudentes em diferentes países sobre a questão nuclear. 

A cientista afirma que tem sido questionada se o relógio será acelerado novamente, diante do teste de míssil balístico intercontinental realizado pela Coreia do Norte na semana passada.

Mas, segundo ela, um novo ajuste não está sendo cogitado por enquanto, uma vez que o adiantamento dos ponteiros em janeiro já antecipou "que o mundo se tornaria mais perigoso" e é isso que está acontecendo. Bronson admite, no entanto, que a situação pode mudar e o boletim se reserva ao direito de mover o relógio se for preciso.

"O importante é a tendência. Isso me preocupa muito. Estamos chegando mais perto ou nos afastando da meia-noite? Acreditamos que não está tão perigoso quanto em 1953, mas estamos caminhando para isso", conclui.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-40606193

OS ÚLTIMOS AJUSTES DO RELÓGIO.

O relógio foi iniciado em sete minutos para a meia-noite durante a Guerra Fria em 1947, e tem sido posteriormente avançado ou retrocedido em intervalos regulares, dependendo do estado mundial e da perspectiva de uma guerra nuclear. O ajuste é relativamente arbitrário, feito pela diretoria do Bulletin of the Atomic Scientists em resposta aos acontecimentos mundiais.

O ajuste do relógio não tem sido feito rápido o suficiente para denotar certos eventos. A crise dos mísseis de Cuba em 1962, por exemplo, alcançou seu auge em algumas semanas, e o relógio não foi ajustado durante aquele período, provavelmente esse evento seria a tão temida "meia noite" da humanidade. Não obstante, alterações no relógio geralmente atraem atenção.

Em 26 de Janeiro de 2017, houve um avanço de três para dois minutos e trinta segundos para a meia-noite, a primeira mudança com uso de fração desde 1947. 

Em 25 de Janeiro de 2018, foi anunciado um avanço para dois minutos para a meia-noite. A última vez que o relógio marcou esta hora foi em 1953, quando os Estados Unidos e a União Soviética testavam dispositivos termonucleares.

Em 23 de janeiro de 2020, foi anunciado um avanço para 100 segundos (1 minuto e 40 segundos) para a meia-noite. Foi o marco mais próximo da meia-noite desde da criação do Relógio, em 1947.

Fonte: https://pt.wikipedia.org

ELE ESTÁ VOLTANDO!

Os próprios cientistas estão dizendo que o fim está próximo.

Com todas estas informações científicas, o que podemos afirmar à luz da Bíblia, diante de tudo que vem acontecendo? A ciência e a Bíblia sempre andaram na mesma direção, e agora mais do que nunca, estamos vendo e comprovando os fatos científicos afirmando o que a Bíblia já previa. Só nos resta como cristãos, repetir o que o apóstolo João escreveu no primeiro século da era cristã: "É já a última hora" (I Jo.2.18). O Relógio de Deus já marca quase zero horas.
Maranata! 
Ora Vem Senhor Jesus!  

domingo, 15 de novembro de 2020

DEUS ESTÁ ...

 

Deus está no meio dela, não será abalada ... (Sl.46.5).

A expressão do salmista, Deus está no meio dela ... revela a presença de Deus manifesta para favorecer o seu povo. A Bíblia registra a Magnifica presença de Deus desde Gênesis até Apocalipse. A presença de Deus é essencial e insubstituível. Moisés disse para Deus: "Se a tua presença não for conosco, não nos faças subir daqui" (Ex.33.14,15). Em outras palavras, Moisés estava dizendo: "Sem a tua presença nós estamos falidos e seremos derrotados; mas com a tua presença, nós estamos seguros e seremos vitoriosos. A presença de Deus é sinônimo de VITÓRIA. A presença de Deus no céu é Glória, na terra é Poder, na igreja é Graça, no inferno é Juízo. O DEUS que se faz presente em todos os lugares ao mesmo tempo é chamado no livro do profeta Ezequiel de JEOVÁ-SAMÁH (Ez.48.35).

A PRESENÇA DE DEUS NOS PROPORCIONA:

ALEGRIA.

Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há abundância de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente (Sl.16.11).

DESCANSO.

Disse, pois: Irá a minha presença contigo para te fazer descansar (Ex.33.14).

PROTEÇÃO.

Tu os esconderás, no secreto da tua presença, das intrigas dos homens; ocultá-lo-ás, em um pavilhão, da contenda das línguas (Sl.31.20).

SETE MANIFESTAÇÕES DA PRESENÇA DE DEUS.

1- Deus Está no meio da cidade (Sl.46.4,5).

2- Deus Está no meio da igreja (Ap.1.12,13; 2.1).

3- Deus Está no meio da reunião (Mt.18.20).

4- Deus Está Pelejando pelo seu povo (II Cr.20.14,15).

5- Deus Está Trabalhando a favor dos crentes (Is.64.4; Jo.5.17).

6- Deus Está Mudando Situações (Is.43.19; Jó.42.10). 

7- Deus Está no Comando e no Controle de tudo (Is.40.22).

A presença de Deus nos preenche e nos garante vitória. Sem a sua presença estamos acabados, falidos e derrotados. Viver sem a presença de Deus é viver vazio, sem rumo e sem esperança. Viva sempre na presença e com a presença de Deus, esta é a sua sabedoria. Amém! 

sábado, 14 de novembro de 2020

INVEJA - UM SENTIMENTO MESQUINHO.

O coração em paz dá vida ao corpo, mas a inveja apodrece os ossos (Pv.14.30). 

A inveja se origina no coração daquele que não consegue ver a felicidade dos outros. Por incrível que pareça, o invejoso sente-se feliz com a infelicidade dos outros. A inveja é como um câncer que vai corroendo a alma até a morte. Entre os muitos conceitos e definições sobre "inveja", podemos afirma que: "Inveja é um sentimento de cobiça à vista da felicidade, da superioridade de outrem". A inveja é  irmã da cobiça, ambas são movidas por um sentimento mesquinho em querer ser ou ter o que não lhe pertence." Um exemplo clássico de uma pessoa "invejosa" na Bíblia foi o rei Acabe.

O capítulo 21 de I Reis registra um trágico acontecimento onde um homem chamado Nabote é morto apedrejado por recusar vender ao rei Acabe um plantio de uvas que ficava próximo ao seu palácio. Certo dia, Acabe olhando da janela do seu palácio e vendo a vinha que pertencia a Nabote, desejou-a para si. A sua cobiça pela vinha o levou a oferecer uma melhor a Nabote, e até a pagar além do seu preço, mas Nabote recusou suas ofertas e declarou: "O SENHOR me livre de dar a ti a herança dos meus pais!". Nabote, contudo, respondeu: "O SENHOR me livre de dar a ti a herança dos meus pais!" Então Acabe foi para casa aborrecido e indignado porque Nabote, de Jezreel, lhe dissera: "Não te darei a herança dos meus pais" (I Reis, 21.3,4). Diante desta resposta, Acabe faz uma trama maligna junto com sua esposa Jezabel e manda matar o piedoso Nabote. Este é o tipo de invejoso que só se sente feliz e realizado quando ver a desgraça ou a morte daquele que é o seu alvo a ser atingido. 

Este sentimento de inveja, faz parte da natureza caída do homem. A inveja de Caim pelo seu irmão Abel, o levou a cometer o primeiro homicídio registrado na Bíblia. A partir de Caim, este mal vem se multiplicando e atingindo milhões de pessoas. Que o Senhor nos livre deste mal. A inveja mata, mas o amor constrói e dá vida. Portanto, não tenha inveja de ninguém, o que Deus preparou para você virá em suas mãos. Os outros são os outros, você é único e especial para Deus. Amém!  

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

CORRUPTOS - CORRUPTORES - CORROMPIDOS.

 

O corrupto: Algo ou alguém que se comporta de modo desonesto, de maneira egoísta; normalmente, refere-se aos que estão em cargos públicos e prejudicam a nação, o povo.
O corrompido: Que foi alvo de corrupção; que se deixou corromper pelo sistema corrompido.
O corruptor: Aquele que corrompe, Subornador.

Pois é uma verdadeira aula e demonstração dos significados de cada um termo em destaque acima, em algum lugar do mundo está acontecendo exatamente algo parecido com uma destas figuras que se dizem impolutas da sociedade, alguém corrompendo, alguém sendo agenciador, algum sendo corrompido, essa prática vai muito mais além do que se imagina é uma tendência incultura da prática desta que é a porta de toda a ilegalidade que é a “corrupção “,ela muitas vezes é também invisível.
A corrupção de ideias, a corrupção dos valores, a corrupção do que mais vale para um ou outro, o seu “caráter” é evidente que tem fatos e fatos entre uma realidade, com a falta de cultura de um povo que não aprendeu a conviver com a democracia saber identificar o bem do mal, do doce ou do amargo, não existe uma frase mal dita que fala que “Todo o brasileiro é corrupto”, não podemos deixar que essa máxima negativa perdure, porque o povo brasileiro é mais que soberano ele é um povo vencedor, vejamos lá dos anos de 1500 vem vencendo todos esses obstáculos.
Os poucos corruptos para o número maior dos corrompidos serão extintos quando essa fatia maior tiver exercendo real direito do voto espontâneo, livre de qualquer que seja a pressão imposta por um voto obrigatório, a convicção de que um dia esta nação soberana poderá dizer “Sou brasileiro e tenho orgulho de ser brasileiro”, “Muda Brasil levanta deste berço esplêndido e vai a luta transformar essa nação”.
O fim da corrupção só será possível com o fim dos corrompidos, pois como em um tabuleiro de xadrez o pião é uma maioria.

Fonte: http://visaocidade.com.br/2020/09/o-corrupto-o-corruptor-e-os-corrompidos.html

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

SETE PERGUNTAS SOBRE A GRANDE TRIBULAÇÃO.

A grande tribulação será um período de grande angústia na terra, tal qual nunca houve. A tribulação já é uma realidade em nossos dias, porém, "a grande tribulação" que há de vir será um período de grande sofrimento, onde será derramada a ira do Todo-Poderoso sobre todos os habitantes da terra que estiverem vivos nesta ocasião. Este período durará sete anos, sendo dividido em duas partes: Haverá uma falsa paz e uma aparente prosperidade, durante três anos e meio; em seguida virá a segunda parte que durará mais três anos e meio de grandes catástrofes, destruições, angústias e sofrimentos.

1- A IGREJA PASSARÁ PELA GRANDE TRIBULAÇÃO?

A resposta mais precisa à luz da Bíblia é NÃO.

Embora acredite que a Igreja será arrebatada antes que se inicie a grande tribulação, quero apresentar de forma resumida as doutrinas mais comuns sobre o arrebatamento da igreja existente em nossos dias, visto que no ponto de vista teológico há pensamentos variados sobre o assunto.

PRE-TRIBULACIONISMO. 

A doutrina Pré-Tribulacionista defende a tese de que a Igreja de Cristo será arrebatada, retirada da terra antes que se inicie o período de grande tribulação, onde interpretam as profecias bíblicas de forma literal e têm grande base no dispensacionalismo ( Dispensação ) , crendo que Israel e Igreja são dois grupos distintos, havendo um plano de Deus exclusivo tanto para Israel como para a Igreja, e que a Grande tribulação é uma dispensação onde Deus tem como objetivo trabalhar com Israel e não com a Igreja, que já teve o seu período de salvação na dispensação da graça. Crêem no Arrebatamento antes do período de tribulação ( Cristo livra a Igreja de passar pela grande tribulação, também conhecida de Ira Futura (I Tess.1.10).

PÓS-TRIBULACIONISMO. 

A doutrina do Pós-Tribulacionismo vem ganhando espaço entre os estudiosos da Escatologia, este movimento ensina que a Igreja continuará na terra durante a grande tribulação e até a Segunda vinda de Cristo, onde será arrebatada até as nuvens onde se encontrará com Cristo , e retornará imediatamente a terra. Esta linha de pensamento, ensina que a igreja passará pela grande tribulação, porem não estará sujeita a Ira de Deus, crêem que a ira de Deus será derramada sobre os gentios, e a igreja apenas passará por tribulações na grande tribulação.

MID-TRIBULACIONISTA OU MESOTRIBULACIONISTA. 

De acordo com a interpretação desta corrente doutrinária do arrebatamento, a igreja passará por parte da grande tribulação, ou seja pela primeira parte, ou seja 42 meses Apoc. 11:1-2 e 13:5, 1260 dias Apoc. 12:6, ou tempos e um tempo e metade de um tempo. Apoc. 12:14, que é o período em que não haverá o chamado derramamento da ira de Deus, e assim a Igreja não estaria exposta a nenhum juízo ou castigo divino, visto que foi socorrida a tempo. Esta corrente doutrinária não se aprofunda sobre esta afirmativa, viste que, não há respaldo bíblico para tal.

2- ONDE ESTARÁ A IGREJA DURANTE A GRANDE TRIBULAÇÃO?

Com certeza a igreja terá sido arrebatada e estará no céu, participando das bodas do Cordeiro e da Festa dos Galardões diante do Tribunal de Cristo. (II Co.5.10; Rm.14.10; Ap.22.12; Ap.19.6-9).

3- HAVERÁ SALVAÇÃO NO PERÍODO DA GRANDE TRIBULAÇÃO? 

À luz da Bíblia podemos afirmar que SIM. 

E um dos anciãos me falou, dizendo: Estes que estão vestidos de vestes brancas, quem são e de onde vieram? E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro (Ap.7.13,14).

4- QUANTO TEMPO DURARÁ A GRANDE TRIBULAÇÃO?  

No estudo sobre as setentas semanas de Daniel, podemos verificar que a última semana que equivalem a sete anos ainda não se cumpriu, e este período que ainda não se cumpriu é exatamente a grande tribulação, que da mesma forma irá durar sete anos, divididas em duas partes de três anos e meio. 

Mil duzentos e sessenta dias Apocalipse 11:1 12:6 

Quarenta e dois meses Apocalipse 13:5 

Tempo e tempos e metade de um tempo Apocalipse 12:14 

5- A NAÇÃO DE ISRAEL FIRMARÁ ACORDO COM O ANTICRISTO?

Sim, Firmará. Leia os textos: (Daniel, 9.27; Jo.5.43; Is.28.15-18).

6- POR QUE AS NAÇÕES ALIADAS AO ANTICRISTO IRÃO CONTRA ISRAEL.

Porque Israel não aceitará adorar e se prostrar diante da imagem da Besta; pois, os judeus só se prostram diante do Eterno, do Todo-Poderoso o Senhor JEOVÁ. Por esta e outras questões relacionadas, o Anticristo e seus aliados marcharão em direção a Israel para exterminar por completo a nação. Mas, o SENHOR pelejará por Israel, o Senhor Jesus Cristo descerá sobre o monte das oliveiras e entrará na peleja para livrar Israel (Zc.14.1-21).

7- A GUERRA DO ARMAGEDOM MARCARÁ O FIM DA GRANDE TRIBULAÇÃO? 

Sim. A guerra do Armagedom será a terceira guerra mundial e marcará o fim da grande tribulação.

Leia: Zc.14.1-21; Ap.16.12-16; Ap.19.11-21.

CONCLUSÃO:

Como demonstramos acima a igreja não passará pela grande tribulação, pois não faz nenhum sentido que isto venha a acontecer, por isso o Apostolo São Paulo diz que Jesus Cristo irá nos livrar da irá vindoura (grande tribulação), livrar não é o mesmo que ajudar a passar pelo mal, e sim livrar de não passar o mal, de acordo com o dicionário quer dizer: Dar liberdade, tornar livre, preservar; isto mostra a intenção de nosso Deus, ele quer nos preservar de qualquer mal da tribulação, pois nesta ocasião será derramado a ira do cordeiro sobre aqueles que negaram seu amor, mas Cristo nos livra da ira vindoura porque Deus não nos destinou para a ira. Leia os textos: (I Ts.1.9,10; 5.9; Ap.3.10).

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

O BOM COMBATE DE PAULO.

Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé (II Tm.4.7).

As últimas palavras do apóstolo dos gentios para Timóteo, seu filho na fé, foram palavras de fé de um guerreiro que já estava prestes a partir ao encontro do Senhor Jesus Cristo. Paulo estava consciente que o tempo da sua partida estava próximo, porém ele também tinha sua consciência tranquila de dever cumprido. As suas palavras expressam este sentimento, quando ele diz: "Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé"(4.6,7). Paulo já estava se despedindo e passando o bastão da responsabilidade para Timóteo, quando lhe dizia: Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino, que pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina. Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. Tu, porém, seja moderado em tudo, suporte os sofrimentos, faça a obra de um evangelista, cumpra plenamente o seu ministério (4.1-5). Paulo foi um apologista da fé, ele travou vários combates, os superou e venceu. No final do seu ministério, Paulo não reclamou, dizendo que não valeu a pena, mas declarou solenemente: "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé" Aleluia! Esta deve ser a declaração de todo guerreiro do Senhor, no final da sua carreira.

SETE COMBATES DE PAULO:

1- Combateu as Forças das Trevas (Ef.6.10-20).

2- Combateu os Falsos Mestres (At.20.28-31; Rm.16.17,18).

3- Combateu as Falsas Doutrinas (ITm.4.1-7,16).

4- Combateu o Falso Evangelho (Gl.1.6-9).

5- Combateu o Mundanismo (Rm.12.1,2).

6- Combateu o Pecado (I Co.5.1-13; 6.9,10; II Co.1219-21).

7- Combateu em Defesa da fé (Cl.2.1-3; I Ts.2.1,2; Fp.1.27-30).

Que possamos seguir o exemplo do apóstolo dos gentios, que viveu uma vida abnegada ao evangelho de Cristo, combatendo em defesa da fé. Estes são os nossos desafios da atualidade.

domingo, 8 de novembro de 2020

UM PREGADOR NO DESERTO.

E, naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus. Então, ia ter com ele Jerusalém, e toda a Judéia, e toda a província adjacente ao Jordão; e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados (Mt.3.1,2,5,6).

No tempo de João Batista, os que se diziam profetas e grandes conhecedores da Torá, como os escribas e fariseus, procuravam o grande centro religioso que era Jerusalém, para pronunciarem seus discursos vazios e sem vida. Porém, João Batista, como verdadeiro profeta do Senhor, ficava no deserto e o povo o procurava para ouvir a Palavra de Deus da sua boca. O verdadeiro profeta que tem unção de Deus, atrai o povo para ouvir a Palavra e não se preocupa com mídia, com aplausos e adulações. Hoje, na atualidade, muitos que se dizem profetas e pregadores da Palavra, estão buscando os grandes centros e as grandes multidões. Muitos estão querendo ibope, mídia, elogios, aplausos e bajulações. Muitos estão pregando por puro interesse, na intenção de engordarem a sua conta bancária. Mas, Deus ainda busca usar os João Batista que estão comprometidos com o Reino. A pergunta é: Onde estão os verdadeiros profetas da Palavra deste século? Onde estão os João Batista da atualidade? O pregador comprometido com a Palavra e com o Reino de Deus, ele prega nos grandes centros onde estão as multidões, mas também prega no deserto para uma única pessoa, como o evangelista Filipe. Filipe pregou no deserto de Gaza para um etíope, um eunuco, que era mordomo de Candace, rainha dos etíopes. Este homem era ministro da fazenda e estava voltando da adoração em Jerusalém, na sua carruagem vinha lendo o livro do profeta Isaías, quando Filipe o encontrou e explicou-lhe a Escritura (Atos, 8.26-40). Porque a intenção do pregador chamado por Deus é ganhar almas para o Reino de Deus, e deixar a glória de Deus aparecer, nunca ele. Que sejamos pregadores das multidões, mas que também preguemos para um pequeno grupo ou para uma única pessoa, que seja tudo para glória de Deus.

É melhor ser voz de Deus no deserto, do que pregar belos discursos nos grandes templos e catedrais vazios de Deus, sem a unção do Espírito.

sábado, 7 de novembro de 2020

A TEOLOGIA DE ELIFAZ.

Jó estava deprimido e aflito, ele precisava ouvir palavras de animo e consolação. No entanto, seus três companheiros nada disseram para animá-lo. Ao contrário, fizeram acusações que deixaram Jó ainda mais angustiado. Jó chegou a dizer que seus discursos eram inúteis e seus conselhos o molestava e acrescentava ainda mais a sua dor (16.1-5). Por não entenderem o propósito de Deus na vida de Jó, os seus amigos o acusavam de pecados. Assim também acontece nos dias atuais, muitos crentes por não entenderem os planos de Deus na vida do seu irmão, passam a criticar e julgar que o irmão estar em pecado diante de Deus, simplesmente pelo fato de estar passando por adversidades.

QUEM ERA ELIFAZ?

O livro de Jó apenas informa que Elifaz era oriundo de Temã, e o chama o temanita (2.11; 4.1). "Temanita" , isto é, um nativo de Temã, na região de Edom. Temã era famosa por causa dos muitos conselheiros sábios que ali habitavam (Jr.49.7). O livro de Gênesis nos informa que Elifaz era o primogênito de Esaú com a cananeia Ada e seus filhos foram príncipes de tribos edomitas (Gn.36.4,10-12,15,16). Há um consenso entre os estudiosos da Bíblia, de que Elifaz era o mais idoso entre os três conselheiros e o mais sábio e influente. Ele fala primeiro nas três fases do debate, e seus discursos são mais extensos. O nome "Elifaz", segundo o dicionário hebraico significa: "Meu Deus é força, ou Deus é Poderoso".

OS TRÊS DISCURSOS DE ELIFAZ:

1- O primeiro discurso é uma replica ao lamento de Jó. Está registrado nos capítulos 4 e 5. 

Elifaz no seu primeiro discurso, questiona o sofrimento de Jó sobre quatro aspectos: (1) Jó não era inocente - Qual inocente jamais pereceu? (2) Jó não era íntegro - Onde os íntegros sofreram destruição? (4.7). (3) Jó estava colhendo o que havia semeado - Pelo que tenho observado, quem cultiva o mal e semeia maldade, isso também colherá (4.8). (4) Jó estava sendo alvo do castigo de Deus - Eis que bem-aventurado é o homem a quem Deus castiga; não desprezes, pois, o castigo do Todo-Poderoso (5.17). Ou seja, Jó estava sendo corrigido e disciplinado por Deus.

2- No segundo discurso (15.1-35), Elifaz argumenta que Jó sufoca a piedade e diminui a devoção a Deus, e também acusa Jó de uso astuto das palavras para ocultar o seu pecado (15.1-6). Na continuação do seu discurso, Elifaz acusa Jó de soberba por se julgar o mais sábio e se achar mais justo que os demais. Sobre estas questões Elifaz perguntas a Jó: Será que você foi o primeiro a nascer? Acaso foi gerado antes das colinas? Você costuma ouvir o conselho secreto de Deus? Só a você pertence a sabedoria? O que você sabe, que nós não sabemos? Que compreensão tem você, que nós não temos? Por que você se deixa levar pelo coração, e por que esse brilho nos seus olhos? Como o homem pode ser puro? Como pode ser justo quem nasce de mulher? Em sua defesa, Jó se contrapõe ironicamente ao argumento de Elifaz (caps.16 -17).

3- Em seu terceiro e último discurso (22.1-30), Elifaz fala sobre a transcendência Divina e define Deus como alguém que não se importa com o que o homem é, e que mesmo Jó sendo justo e irrepreensível, nada ganharia por isso. Ou seja, o homem seria inútil para Deus (22.1-3). Em seguida, Elifaz acusa Jó de pecados e que ele está recebendo a retribuição da sua maldade, por oprimir o pobre e não socorrer os necessitados. Acusando Jó ele diz: Não é grande a sua maldade? Não são infindos os seus pecados? Sem motivo você exigia penhores dos seus irmãos; você despojava das roupas os que quase nenhuma tinha. Você não deu água ao sedento e reteve a comida do faminto, sendo você poderoso, dono de terras e delas vivendo, e honrado diante de todos. Você mandou embora de mãos vazias as viúvas e quebrou a força dos órfãos. Por isso está cercado de armadilhas e o perigo repentino o apavora. Também por isso você se vê envolto em escuridão que o cega, e o cobrem as águas, em tremenda inundação. Não está Deus nas alturas dos céus? E em que altura estão as estrelas mais distantes! Contudo, você diz: O que sabe Deus? (22.5-13). Enfim, Elifaz faz fortes denúncias contra Jó, possivelmente acusações indevidas e caluniadoras. 

CONCLUSÃO:

O pensamento teológico de Elifaz, em relação ao sofrimento, é que só os maus sofriam os infortúnios da vida. No seu entendimento Jó estava negando que estava em pecado, e estava contradizendo a religião tradicional que sempre associou as desgraças e ao cometimento de algum pecado. Para ele, Jó estava abandonado por Deus e isso era uma prova irrefutável de que havia pecado. Diante de tais acusações, Jó ergue a sua voz e se contrapõe, defendendo a sua integridade e comunhão diante de Deus. 

quinta-feira, 5 de novembro de 2020

EXISTEM TRÊS CÉUS OU SETE.

 

No princípio Deus criou os céus e a terra (Gn.1.1). Deus não criou apenas o céu, a Bíblia revela repetida vezes que Deus criou os céus. O escritor aos hebreus diz que, os mundos foram criados pela Palavra de Deus (Hb.11.3). De acordo com os ensinamentos judaicos no Talmud, o universo é composto por sete céus. A literatura judaica mostra detalhes destes céus, baseada nas tradições relacionadas ao livro Apócrifo de Enoque. O Islamismo, o Hinduísmo e o Espiritismo também afirmam que existem sete céus. Porém, a verdade é que, não existe respaldo Bíblico para afirmarmos que existem sete céus. Segundo as Escrituras, existem apenas três céus. 1- PRIMEIRO CÉU. Chamado de firmamento ou céu atmosférico, onde sobrevoam as aves, passam as nuvens, desce a chuva e se processam relâmpagos e trovões. Deus chamou "a face da expansão dos céus" (Gn.1.20). Jesus chamou de "extremidade inferior do céu" (Lc.17.24). Este é visível, podemos ver com os nossos olhos. 2- SEGUNDO CÉU. Chamado céu intermediário, conhecido também como céu astronômico, onde estão as galáxias, as constelações estelares e os planetas. Paulo identifica como lugares celestiais, onde Satanás estabeleceu sua base de governo (Ef.6.12). Satanás é chamado por Paulo de príncipe das potestades do ar (Ef.2.2). 3- TERCEIRO CÉU. Céu superior. Chamado de alturas (Sl.93.4; At.1.9; Hb.1.3). Por estar acima de todos, é chamado de céu dos céus (Ne.9.6). O apóstolo Paulo entra em detalhe e chama o terceiro céu de paraíso, lugar onde estar o trono do Eterno (II Co.12.1-4).
ORAÇÃO - BATALHA - RESPOSTA.

Então, me disse: Não temas, Daniel, porque, desde o primeiro dia, em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras. Mas o príncipe do reino da Pérsia se pôs defronte de mim vinte e um dias, e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu fiquei ali com os reis da Pérsia. Agora, vim para fazer-te entender o que há de acontecer ao teu povo nos derradeiros dias; porque a visão é ainda para muitos dias (Dn.10.12-14).

Em suma: Para cada céu existem portais que quando atingidos pode manifestar algo. Entre o segundo e o terceiro céu pode haver influencia espiritual. Daniel enquanto orava, a sua oração subiu e rompeu o portal do terceiro céu, e o céu se abriu para responder a oração de Daniel. O Anjo do terceiro céu que veio enviado para trazer resposta a oração de Daniel, Quando chegou na região do segundo céu, foi broqueado por um anjo das trevas, identificado como o príncipe do reino da Pérsia (Dn.10.11-14). Quem vem do terceiro céu, se faz necessário passar pelo segundo e pelo primeiro céu para chegar na terra. O Anjos Gabriel vem trazendo resposta, mas um príncipe das trevas, que habita nas regiões celestes, no segundo céu, intervém e broqueia o Anjo mensageiro, tentando impedir para que a resposta da oração de Daniel não chegue. Muita coisa tenho a dizer sobre isso, mas não será possível ... Daniel orou e jejuou por vinte e um dias. Quando nós compreendermos melhor a importância de perseverar em oração, venceremos grandes batalhas e seremos vitoriosos. A oração abre portais espirituais e nos dar direção. Mas existem lutas nos ares, é necessário orarmos com frequência. Amém!

domingo, 1 de novembro de 2020

TRÊS PERGUNTAS DE DEUS.


No texto sagrado, desde de Gênesis até Apocalipse nós vamos encontra registros de várias perguntas feitas por DEUS. No livro de Jó, Deus faz mais de 50 perguntas a Jó, e Jó não consegue responder nenhuma. A única resposta de Jó foi: "Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus pensamentos pode ser impedido (42.2). Deus faz as perguntas, mas Ele já sabe as respostas. Todavia, Ele quer ouvir a nossa resposta. Deus só vai agir ou fazer algo a nosso favor, quando respondermos a sua pergunta. A verdade é que, toda pergunta requer uma respostas. 

1- ONDE ESTÁS? 

A pergunta da Reconciliação.

E chamou o SENHOR Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás? (Gn.3.9).

2- QUE TENS NA TUA MÃO? 

A pergunta da Autoridade.

E o SENHOR disse a Moisés: Que é isso na tua mão? (Ex.4.2).

3- QUE QUERES QUE TE FAÇA?

A pergunta da Liberalidade.

E Jesus falando, disse-lhe: Que queres que te faça? (Mc.10.51).

Que queres que DEUS te faça? 

Se queres perdão Ele te perdoar e lança os teus pecados nas profundezas do mar (Mq.7.19).

Se queres Salvação Ele te salva; porque Ele veio buscar e salvar o perdido (Lc.19.10).

Se queres Libertação Ele te liberta; pois Ele é a verdade que liberta (Jo.8.32).

Se queres Cura Ele é o Deus que te sara, o seu nome é JEOVÁ-RAFHÁ (Ex.15.26).

Este é um tema de sermão evangelístico, que deve ser estudado e pregado debaixo da unção do Espírito Santo. Amém!