sábado, 11 de agosto de 2018

7 COISAS ÚNICAS EM JESUS CRISTO.

Jesus Cristo, é único e incomparável entre todos os homens que passaram aqui na terra. Ele está acima de tudo e de todos. Há muitos fatos ocorridos durante o seu ministério, que são únicos e exclusivos Dele. Jesus Cristo é incomparável, insubstituível e único em seus atos e atributos a ele conferido.

1. ÚNICO SALVADOR.
E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos (Atos, 4.12).

2. ÚNICO MEDIADOR.
Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem (I Tm.2.5).

3. ÚNICO LIBERTADOR.
E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres (João, 8.32,36).

4. ÚNICO NASCIDO DE UMA VIRGEM.
Portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal; eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel (Isaías, 7.14).

5. ÚNICO QUE JÁ NASCEU REI.
E tendo nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do Oriente a Jerusalém, e perguntaram: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Porque vimos a sua estrela no Oriente e viemos a adorá-lo (Mateus, 2.1,2).

6. ÚNICO QUE NÃO PECOU.
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé ... (Hb.12.2).
O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano (I Pedro, 2.22).

7. ÚNICO QUE VENCEU A MORTE.
... Não temas; eu sou o Primeiro e o Último e o que vive; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém! E tenho as chaves da morte e do inferno (Ap.1.17,18).

Creia em Jesus Cristo, Ele é o único que pode te salvar e te dar vitória. 

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

AS MARCAS DE UMA IGREJA SAUDÁVEL.


E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos (Atos. 2.42,43).

Deus estabeleceu a igreja como uma instituição espiritual e social, para cumprir os seus propósitos na terra. A verdadeira igreja de Jesus não pode fugir dos princípios da palavra de Deus, que foi estabelecido por Jesus e corroborado pelos apóstolos. Após a pregação de Pedro, no dia de pentecostes, quase três mil almas se converteram a Jesus, e essas pessoas precisavam de princípios para firmarem a sua crença e alimentar a sua fé. O escritor e médico Lucas, nos escreve dizendo, que todos perseveravam na doutrina, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.
É impossível uma igreja crescer de forma sadia, sem obedecer os princípios da palavra de Deus.
A igreja é comparada com o corpo humano; assim como nosso corpo precisa ser bem alimentado para se manter saudável, do mesmo modo é a igreja, ela só terá saúde espiritual se estiver bem alimentada com a palavra de Deus.

DOUTRINA.

Uma igreja sem doutrina é como um barco sem o leme, fica sem direção. Já dizia um saudoso pastor: Uma igreja ensinada erra menos e tem menos problema. Infelizmente, tem igrejas onde o espaço da palavra de Deus, é preenchido com o louvorzão e outros entretenimento, e o ensino da palavra é posto de lado, muitas vezes fica em terceiro plano. Uma igreja sem o alimento da palavra de Deus, cresce raquítica, doentia e fica deficiente. 

Existem três tipos de doutrinas:
Doutrina dos homens. Cl.2.18-23.
Doutrina de demônios. 1Tm.4.1.
Doutrina de Deus. 1Tm.6.3-5. Tt.2.1.

COMUNHÃO.

Onde não existe comunhão não há união, e não havendo união, a desordem se estabelece e não haverá progresso. É preciso que a igreja goze de uma perfeita comunhão para que as bênçãos de Deus sejam abundantes sobre o seu povo.

Três tipos de comunhão:
Comunhão com Deus. 1Jo.1.3.
Comunhão Conjugal (familiar). Ef.6.1-4. 1Pe.3.1,7.
Comunhão Fraternal. Sl.133. 1Jo.1.7.

PARTIR DO PÃO ( SANTA CEIA ).

A santa ceia, é uma das ordenanças do Senhor; a igreja de Jesus não terá vida espiritual, se não celebrar com toda seriedade e santidade, a ceia do Senhor. É necessário que celebremos a santa ceia do Senhor, em memória da sua morte e ressurreição. A ceia do Senhor nos leva a fazer três tipos de reflexões, baseadas na carta de Paulo aos coríntios, capítulo 11. 23-33:

Introspectiva. Examine-se, pois, o homem si mesmo, e assim coma deste pão, e beba deste cálice. Vs.28
Retrospectiva. Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Vs.24
Expectativa. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha. Vs.26

ORAÇÕES.

A oração é o sustentáculo da igreja, a igreja que não vive na prática da oração, estar desprovida do poder de Deus e vulnerável as investidas do diabo. É preciso orar, oração é sinônimo de vitória. A oração é parte integrante da nossa comunhão com Deus. Uma das grandes estratégias do diabo é distrair os crentes para eles não orarem. Uma igreja que não ora está prestes a ser vencida pelo mal.

TEMOR.

Assim, pois, as igrejas em toda a Judéia, e Galiléia, e Samaria tinham paz e eram edificadas; e se multiplicavam, andando no temor do Senhor e na consolação do Espírito Santo (Atos, 9.31).
Uma igreja que anda no temor de Deus, é uma igreja que cresce saudável e não está vulnerável aos escândalos. Quando o temor de Deus se estabelece no meio do seu povo, o respeito pelas coisas sagradas e pelos ministros do Senhor é valorizado. Quando o temor do Senhor se estabelece no coração do crente, ele procura guardar a palavra de Deus. O temor do Senhor gera obediência. Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos (Sl.128.1).
Em suma, uma igreja só terá saúde espiritual, se andar no temor do Senhor.

Muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos, como resposta a obediência da igreja, em viver na pratica da palavra de Deus.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

O HOMEM QUE DEIXOU JESUS MARAVILHADO.

E, entrando Jesus em Cafarnaum, chegou junto dele um centurião, rogando-lhe e dizendo: Senhor, o meu criado jaz em casa paralítico e violentamente atormentado. E Jesus lhe disse: Eu irei e lhe darei saúde. E o centurião, respondeu, disse: Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas diz somente uma palavra, e o meu criado sarará, pois, também eu sou homem sob autoridade e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai; e o outro: Vem, e ele vem; e ao meu criado: Faze isto, e ele o faz. E maravilhou-se Jesus, ouvindo isso, e disse aos que o seguiam: Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé. Então, disse Jesus ao centurião: Vai, e como creste te seja feito. E, naquela mesma hora, o seu criado sarou (Mateus, 8.5-10,13).

QUEM ERA UM CENTURIÃO?

Centurião era um comandante, no império romano ele comandava uma centúria, ou seja, cem soldados. A figura do centurião aparece algumas vezes nos registros dos evangelhos. E Jesus, dando um grande brado, expirou. E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo. E o centurião que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus (Marcos, 15.37,38).

AS QUALIDADES DO CENTURIÃO QUE PEDIU SOCORRO A JESUS.

UM HOMEM ALTRUÍSTA. 

E o servo de um centurião, a quem este muito estimava, estava doente e à beira da morte. O centurião havia ouvido falar de Jesus e, por isso, lhe enviou alguns líderes religiosos dos judeus, pedindo que Jesus fosse curar seu servo. 
Então, aproximando-se de Jesus, apelaram-lhe com muitas súplicas: “Este é um homem que merece que lhe concedas esse favor, pois trata nosso povo com elevada consideração, e ele mesmo construiu nossa sinagoga” (Lucas, 7.2-5).

UM HOMEM HUMILDE.

Então Jesus seguiu com eles. Mas, ao chegarem nas proximidades da residência, o centurião enviou-lhe alguns amigos para lhe entregarem a seguinte notícia: “Senhor, não te incomodes, porque sei que não sou digno de receber-te sob o teto da minha casa. Por isso, nem mesmo me considerei merecedor de ir ao teu encontro (Lucas, 7.6,7).

UM HOMEM SUBMISSO.

Porque também eu sou homem sujeito à autoridade ... (Lucas, 7.8). 
Ele era um homem de autoridade, mas ele confessou que também era submisso a outra autoridade.

UM HOMEM DE FÉ. 

Mas ordena, com uma só palavra, e o meu servo será curado (Vers.7b).
Ao ouvir esta declaração, Jesus ficou maravilhado, e voltando-se para a multidão que o acompanhava, exclamou: “Asseguro-vos que nem mesmo em Israel encontrei uma fé como esta”. E aconteceu que os homens que haviam sido enviados, retornaram para a casa do centurião, e ao chegarem lá, encontraram o servo dele totalmente curado (Lc.7.9,10).

ELOGIO DE JESUS PARA O CENTURIÃO.

Jesus o considerou modelo de Fé. 
Jesus ficou maravilhado com a fé do centurião.
Jesus disse para multidão que o seguia: Digo-vos que nem ainda em Israel tenho achado tanta fé (Lc.7.9).

CONCLUSÃO: 
O exemplo de fé do centurião deixou Jesus maravilhado, ao ponto de ele dizer: Nem ainda em Israel tenho achado tanta fé. Um homem de origem romana, que não fazia parte da nação de Israel, nem conhecia a torá (a lei de Moisés), todavia, ele demonstrou ter mais fé do que os religiosos de Israel. 
Hoje, também é possível que tenha pessoas que não fazem parte da igreja, não frequentam nenhuma comunidade cristã, mas creem e acreditam no poder Deus, mais que muitos cristãos que frequentam a Casa de Deus. O Reino de Deus vai crescendo e alcançando muita gente de fé, de uma fé admirável.  Que a nossa fé também possa deixar Jesus maravilhado. Ele quer encontrar essa fé no meio do seu povo. Amém!  

domingo, 5 de agosto de 2018

O QUE TENS EM TUAS MÃOS?

  E o SENHOR disse-lhe: Que é isso na tua mão? E ele disse: Uma vara (Êxodo, 4.2).

Deus não aceita ninguém vazio. No antigo testamento ninguém poderia se apresentar a Deus de mãos vazias. Fazia parte da liturgia do culto, o povo de Deus ia adorar levando suas ofertas, para que o sacerdote oferecesse a Deus. Nas festas sagradas, Deus ordenou: Ninguém apareça perante mim de mãos vazias. Comemorarás a festa dos pães sem fermento. Durante sete dias comerás pães ázimos, como te ordenei, no tempo marcado na primavera, no mês de Abibe, porque foi nesse mês que saíste do Egito. Ninguém compareça de mãos vazias perante mim (Ex.23.15). Hoje não é diferente, além da nossa oferta financeira, devemos ofertar a Deus nosso culto em uma devoção sincera, com uma fé perseverante e um coração totalmente voltado para Deus. Devemos ofertar a Deus o nosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm.12.1).

DEUS VAI OPERAR UM MILAGRE COM O QUE TEMOS.

MOISÉS.
Uma vara (Êxodo, 14.16,21).

JOSUÉ.
Sete trombetas nas mãos de sete sacerdotes (Josué, 6.1-5).

GIDEÃO.
Uma espada (Juízes,7.14).

SANSÃO.
Uma queixada de jumento (Juízes, 15.15-19).

DAVI.
Uma funda (I Samuel, 17.40,49).

A VIÚVA DE SAREPTA.
Um punhado de farinha e um pouco de azeite na botija (I Reis, 17.12).

O MENINO NO DESERTO.
Cinco pães e dois peixes (João, 6.9).

A MENINA ESCRAVA.
A palavra (II Reis, 5.1--4).

DORCAS.
Uma agulha (Atos, 9.36,39).

PEDRO.
Um barco (Lucas, 5.3).

O CENTURIÃO DE CAFARNAUM.
A fé (Mateus, 8.5-13).

Não murmure e nem reclame da situação, faça oração pelo resto que ficou. Nunca diga que não tem nada para oferecer a Deus. O pouco que você tem, Deus vai usar para realizar um milagre e beneficiar a sua vida e a de muitos. Amém!

sábado, 4 de agosto de 2018

12 VERDADES BÍBLICAS SOBRE O SANGUE DE JESUS.

Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus (I Coríntios, 6.20).

O sangue de Jesus Cristo derramado na cruz do Calvário, se constitui o maior marco na história da humanidade. Sangue é vida, sem ele não temos como sobreviver. Foi por causa do precioso Sangue de Jesus que nós recebemos vida, quando estávamos mortos em nossos pecados. Por intermédio do seu sangue, Ele nos abriu a porta da salvação e nos garantiu uma grande vitória. Sem este sangue toda a humanidade estaria perdida, derrotada e condenada para sempre. Mas, o Sangue precioso de Jesus Cristo derramado na cruz, foi a moeda aceita por Deus Pai, para nos resgatar e nos livrar da condenação eterna. Portanto, aceite pela fé o sacrifício vicário do Filho de DEUS, e viva abrigado e protegido pelo poder do sangue de Jesus.   

1. COMPRADOS PELO SANGUE.
E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de  abrir os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo, e nação (Apocalipse, 5.9).

2. RESGATADOS PELO SANGUE.
Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado (I Pe.1.18,19).
Olhai, pois, por vós e por todo o rebanho sobre o que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com o seu próprio sangue (At.20.28).

3. PERDOADOS PELO SANGUE.
Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, o perdão dos pecados (Cl.1.14).

4. PURIFICADOS PELO SANGUE.
Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado (I João, 1.7).

5. JUSTIFICADOS PELO SANGUE.
Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira (Rmm.5.9).

6. SANTIFICADOS PELO SANGUE.
E, por isso, também Jesus, para santificar o povo pelo seu próprio sangue, padeceu fora da porta (Hb.13.12).

7. LAVADOS PELO SANGUE.
E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados (Ap.1.5).

8. TEMOS PAZ PELO SANGUE.
E que, havendo por ele feito a paz pelo seu sangue da cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus (Cl.1.20).

9. TEMOS A CONSCIÊNCIA PURIFICADA PELO SANGUE.
Quanto mais o sangue de Cristo, que, pelo Espírito eterno, se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará a vossa consciência das obras mortas, para servirdes ao Deus vivo? (Hb.9.14).

10. TEMOS UMA ALIANÇA DE SANGUE.
Pois isto é o meu sangue da aliança, derramado em benefício de muitos, para remissão de pecados (Mateus, 26.28).

11. ACESSO DIRETO A DEUS PELO SANGUE.
Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus (Hb.10.19).

12. SOMOS VITORIOSOS PELO SANGUE.
E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram a sua vida até à morte (Ap.12.11).

O sangue precioso de Jesus nos favorece todos estes benefícios, e muito mais. Que possamos valorizar o poder deste sangue em nossas vidas. Jamais clame o sangue de Jesus em vão, sem que haja necessidade, e sim quando houver; pois assim fazendo, Deus certamente virá em seu socorro e te livrará.
A vitória é nossa, pelo Sangue de JESUS! 

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Nada Podemos Contra a Verdade.

  Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade (II Coríntios, 13.8).

A verdade sempre incomodou os homens, não é de hoje que as pessoas não aceitam a verdade. As pessoas acham mais cômodo e confortável viver uma vida de mentiras, de maneira que lhe seja conveniente com os seus próprios desejos e satisfação pessoal. Estamos vivendo uma época de inversões de valores, onde os valores éticos, morais e espirituais estão sendo desprezados e desvalorizados, em detrimento da imoralidade.

Os sociólogos, os educadores e intelectuais deste século, estão pregando uma verdade relativa, afirmando que não existe verdade absoluta. O relativismo prega que a verdade pode ser vista e encarada de várias maneiras, dependendo do ponto de vista de cada pessoa.
Na atualidade, mais do que nunca, estamos vendo de um modo em geral a inversão de valores sendo propagada pela mídia, e sendo aceita e praticada em todos os seguimentos da sociedade.
O grande problema é que as pessoas querem viver a sua própria "verdade". Muitos preferem viver ao seu bel-prazer, da maneira que lhe seja conveniente.

A verdade é uma oposição a mentira. Quem vive na mentira não suporta a verdade.
O fato é que estamos vivendo uma época de total inversão de valores, onde o certo passa a ser o errado e o errado o certo. Onde o errado e aclamado como certo, onde os transgressores, os corruptos e os ladrões são aplaudidos como os espertalhões da sociedade. Estamos vendo uma sociedade pluralista, pragmática e alienada de Deus.
Eles estão misturando o sagrado com o profano e dizendo que não há diferença. Este é o retrato de uma sociedade perversa, doentia e sem temor (respeito) a Deus. Todavia, a verdade sempre vai prevalecer, a verdade nunca morrerá, pode o homem dela se afastar e não a aceitar, mas ela permanecerá inabalável. 

No mundo pode existir muitas verdades, porém a única verdade absoluta é Jesus Cristo. Quando Jesus estava diante de Pôncio Pilatos para ser julgado, ele declarou: Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz. Pilatos sem conhecer a verdade, lhe perguntou: Que é a verdade? (Jo.18.37,38). Jesus disse: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim (João, 14.6). 
Igualmente a Pilatos, ainda hoje, muitos estão a perguntar: O que é a verdade? 
Há um ditado popular que diz: "Se não pode contra eles, junte-se a eles". A bíblia diz: Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade (II Coríntios, 13.8). 
Nada se pode contra a verdade; muitos se levantam contra ela e tentam resisti-la, mas é em vão. 
Se não podes contra a verdade, una-se a ela, está será a sua sabedoria, ela é a nossa paz. 
           

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

A VIDA CRISTÃ AUTÊNTICA.

Deixando, pois, toda malícia, e todo engano, e fingimentos, e invejas, e todas as murmurações, desejai afetuosamente, como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que por ele vades crescendo, se é que já provastes que o Senhor é benigno (I Pedro, 2.1-3).

Viver a vida cristã de maneira autêntica se constitui um desafio para uma geração de cristãos que preferem viver um evangelho de conveniências, moldado ao seu bel-prazer. O cristianismo na pratica tem se tornado uma raridade, poucos conseguem viver uma vida cristã autêntica como recomenda a palavra de Deus. Infelizmente, hoje há mais farisaísmo no meio do povo de Deus, do que a pratica da verdadeira fé cristã. Muitos ainda continuam com suas bagagens mundanas dentro da Casa de Deus, vivendo uma fé sem compromisso com a verdade. 
A verdadeira vida cristã requer renúncias, é preciso termos um testemunho autêntico da nossa fé. O número de cristãos nominais tem aumentado, muitos entraram no evangelho, mas o evangelho não entrou neles. O apóstolo Pedro recomenda aos cristãos para deixarem toda malícia, todo engano, fingimentos, invejas e todas as murmurações, e desejar afetuosamente (com carinho), como meninos novamente nascidos, o leite racional (a palavra de Deus), não falsificado, para que por ele vá crescendo. Todo cristão verdadeiro, que nasceram de novo e deixaram a bagagem mundana do pecado, estão sendo alimentados pela palavra de Deus, e consequentemente, crescendo na graça e no conhecimento.

As provações, lutas e tribulações no caminhar cristão, não lhes tira o senso do que é certo ou errado.
“Que não faça eu acepção de pessoas, nem use de palavras lisonjeiras com o homem! ” (Jó.32.21).
Que possamos nos esforçar para vivermos uma vida cristã autêntica, para glória de Deus. Amém!

sábado, 28 de julho de 2018

DEIXANDO PARA DEPOIS.

Passados vários dias, Félix veio com Drusila, sua esposa que era judia, e ordenou que lhe trouxessem Paulo e o ouviu falar sobre a fé em Cristo Jesus. 
Quando Paulo começou a pregar sobre a justiça, o domínio próprio e o juízo vindouro, Félix ficou apavorado e exclamou: “Basta, por agora! Podes retirar-te, em outra ocasião, mais conveniente, te mandarei chamar outra vez” (Atos, 24.24,25).

Nós os humanos, temos o costume de adiar as coisas e deixar tudo pra depois. Há muitas coisas na vida que nós não devemos deixar para depois, pois corremos o risco de perdermos a oportunidade de realizarmos nossos planos, e depois pode ser tarde demais.
Existe oportunidade na vida que são ímpar, e devemos aproveitar e agarra-la agora, porque se deixarmos para depois, já era, passou. 
O governador Félix e sua esposa Drusila, tiveram uma grande oportunidade ao ouvir Paulo pregar sobre o evangelho de Cristo, mas ele ficou apavorado ao ouvir a mensagem de Paulo, lhe interrompeu e disse: "Basta, por agora! Podes retirar-te, em outra ocasião, mais conveniente, te mandarei chamar outra vez”. Ou seja: Depois te ouvirei. 
Félix era aquele tipo de pessoa muito comum em nossos dias; conhecia a história de Cristo, tinha medo da morte e do julgamento final, mas não queria saber de entregar a sua vida a Cristo. 
Paulo não perdia tempo nem jogava palavras ao vento. Sua mensagem era objetiva e direcionada pelo Espírito Santo ao coração dos ouvintes às suas maiores necessidades. Paulo estava diante do governador Félix, ele poderia ter apelado por sua libertação ou preparado uma mensagem suave, que massageasse o ego do governador e da sua esposa. Entretanto, Paulo falou da parte do SENHOR, o que Félix e Drusila mais necessitavam: Arrependimento e salvação. 
A reação foi semelhante a de muitos nos dias de hoje: Depois eu penso nisso, em outra oportunidade te ouvirei.  

TEMOS O COSTUME DE DEIXAR TUDO PRA DEPOIS.

Depois eu resolvo.
Depois eu ligo.
Depois eu faço.
Depois eu falo.
Depois eu mudo.
Depois eu aceito.
Depois eu leio.
Depois eu abraço.
Depois eu amo.

DEIXAMOS TUDO PRA DEPOIS, COMO SE DEPOIS FOSSE MELHOR E O AMANHà NOS PERTENCESSE.

Depois o cedo fica tarde.
Depois o dia anoitece.
Depois o encanto se perde.
Depois a saudade passa.
Depois as pessoas mudam.
Depois as coisas mudam.
Depois o café esfria.
Depois os filhos crescem.
Depois a gente envelhece.
Depois a vida acaba.

Viva intensamente o hoje e aproveite a vida com todas as boas oportunidades que Deus lhe dar.

Hoje você sorrir.
Hoje você é feliz.
Hoje você vence.
Hoje você conquista.
Hoje você realiza.
Hoje você ama, abraça, perdoa ... 

Há uma célebre frase que diz: "Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje".
Talvez amanhã não haverá uma nova oportunidade. 
Só se vive uma vez, depois da morte não haverá um bis.
E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo (Hebreus, 9.27). 
Agora é o tempo favorável, hoje é dia de salvação. Aceite hoje o plano da Salvação na pessoa de Jesus Cristo, amanhã pode ser tarde demais. Pense nisso.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

LÍDIA, UMA MULHER HOSPITALEIRA.

No dia de sábado, saímos fora das portas, para a beira do rio, onde julgávamos haver um lugar para oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que ali estavam. E uma certa mulher chamada Lídia, vendedora de púrpura, da cidade de Tiatira, e que servia a Deus, nos ouvia e o Senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta ao que Paulo dizia. Depois que foi batizada, ela e a sua casa, nos rogou, dizendo: Se haveis julgado que eu seja fiel ao Senhor, entrai em minha casa e ficai ali. E nos constrangeu a isso. (Atos, 16.13-15).

QUEM ERA LÍDIA?

Lídia era asiática, nascida na cidade de Tiatira, mas morava em Filipos. Seu nome deriva da região da Lídia, onde Tiatira ficava. Seu nome pode ser um adjetivo, a mulher de Lídia, que nasceu em Lídia. Devia ser uma mulher de alta posição social, solteira ou viúva (não se sabe), pois seu marido não é mencionado. A igreja em Filipos começou com ela. Era convertida ao judaísmo, mas entendeu o evangelho através da pregação de Paulo, e tornou-se uma cristã fervorosa. Alguns traços do seu caráter cristão nos ajudam a ver como o cristianismo primitivo vivia e podemos ter boas lições para nossas vidas.

AS QUALIDADES DE LÍDIA.

Uma mulher trabalhadora.

Era uma mulher empreendedora e próspera que tinha como ofício a venda de tecidos de púrpura, material que só os nobres da época tinham acesso por se tratar de uma tintura com alto valor estético muito rara e difícil de ser obtida.

Uma mulher devota.

Lídia era uma serva temente a Deus, que servia ao SENHOR com piedade e devoção. Na hora do culto ela não desviou a sua atenção, mas ficou atenta a palavra que Paulo pregava. O que resultou em sua conversão do judaísmo ao cristianismo. A sua atenção voltada para ouvir a palavra de Deus serve de exemplo, não só para as mulheres, mas para todos os cristãos.  

Uma mulher de fé.

A sua fé em Deus é referendada quando o texto diz que ela servia a Deus. A sua fé foi confirmada quando o senhor lhe abriu o coração para que estivesse atenta ao que Paulo pregava. Ele creu e foi batizada, dando assim testemunho público da sua fé em Jesus Cristo.

Uma mulher fiel.

Ela desafia os apóstolos, dizendo: Se haveis julgado que eu seja fiel ao Senhor, entrai em minha casa e ficai ali.
Os apóstolos confirmam sua fidelidade ao Senhor e atende o seu pedido.  A fidelidade de Lídia ao Senhor, ganhou a confiança de Paulo, ao ponto de estabelecer reunião de culto em sua casa. Onde se originou a igreja em Filipos. 

Uma mulher hospitaleira.

Entrai em minha casa e ficai ali. E nos constrangeu a isso (vers.15).
No tempo antigo não havia tantas hospedarias, de forma que a maioria dos viajantes dependia da recepção de moradores pelo caminho que seguiam. Sabendo da necessidade de acolher viajantes, os apóstolos aconselhavam os cristãos ser hospitaleiros (Romanos 12.13; Hebreus 13.2I Pedro 4.9). Os líderes da igreja deviam ser receptíveis (I Timóteo 3.2; Tito 3.8). Entre os critérios para ser uma viúva sustentada pela igreja estava a caraterística da hospitalidade (I Timóteo 5.10).

Lídia convidou os apóstolos para irem a sua casa. A casa de Lídia se tornou uma referência para os apóstolos, que após serem libertos da prisão, foram para casa de Lídia. E saindo da prisão, entraram em casa de Lídia, e, vendo os irmãos, os confortaram, e depois partiram (Atos, 16.40).
A igreja em Filipos conhecida por Filipenses, nasceu na residência de Lídia. Sua casa tornou-se era um local de adoração a Deus.

Conclusão: 
Lidía foi uma mulher notável, por ser uma serva de Deus. Entre as qualidades de Lídia, se destaca o fato de ser uma mulher de fé. Seu nome se tornou conhecido por sua fé e pela gentileza em hospedar os apóstolos do Senhor. Que o exemplo de Lídia sirva de inspiração para as mulheres de hoje, principalmente para as que servem ao Senhor. 

sábado, 21 de julho de 2018

A FALSA RELIGIOSIDADE E A PRATICA DO AMOR.

Certa vez, um advogado da Lei levantou-se com o propósito de submeter Jesus à prova e lhe indagou: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?” Ao que Jesus lhe propôs: “O que está escrito na Lei? Como tu a interpretas?” E ele replicou: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e com toda a tua capacidade intelectual’ e ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’”. Então, Jesus lhe afirmou: “Respondeste corretamente; faze isto e viverás”. Ele, no entanto, insistindo em justificar-se, questionou a Jesus: “Mas, quem é o meu próximo?” 
Diante do que Jesus lhe responde assim: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó, quando veio a cair nas mãos de alguns assaltantes, os quais, depois de lhe roubarem tudo e o espancarem, fugiram, abandonando-o quase morto. Coincidentemente, descia um sacerdote pela mesma estrada. Assim que viu o homem, passou pelo outro lado. Do mesmo modo agiu um levita; quando chegou ao lugar, observando aquele homem, passou de largo. Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, assim que o viu, teve misericórdia dele. Então, aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Em seguida, colocou-o sobre seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe recomendou: ‘Cuida deste homem, e, se alguma despesa tiverdes a mais, eu reembolsarei a ti quando voltar’. Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes? Declarou-lhe o advogado da Lei: “O que teve misericórdia para com ele!” Ao que Jesus lhe exortou: “Vai e procede tu de maneira semelhante” (Lucas, 10.25-37).

Nesta parábola vamos encontrar quatro personagens com atitudes diferentes. Esta parábola retrata a falsa religiosidade por parte daqueles que priorizam a religião através do conhecimento teológico, litúrgico e dogmático. Jesus deixou claro nesta parábola para o doutor da lei, que o seu conhecimento da torá (lei de Moisés), e a religiosidade do sacerdote e do levita de nada adiantaria sem a verdadeira pratica do amor. 
Na atualidade não é diferente, semelhante ao doutor da lei que interrogou Jesus, temos muitos teólogos que ostentam os seus conhecimentos e se acham acima da média. Religiosos semelhantes ao sacerdote e levita da parábola, temos muitos. Muitos estão vivendo uma falsa religião, buscando seus próprios interesses e em busca de posição eclesiástica e status social; deixando de viver a verdadeira religião na pratica do amor. 

Um Teólogo Querendo Justifica-se.

O advogado da lei ou doutor da lei, era um homem de grande conhecimento da torá (lei de Deus). Ele fez duas perguntas a Jesus: A primeira com a intenção de submeter Jesus à prova, e a segunda para querer justifica-se. O texto diz: Certa vez, um advogado da Lei levantou-se com o propósito de submeter Jesus à prova e lhe indagou: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?” Ao que Jesus lhe propôs: “O que está escrito na Lei? Como tu a interpretas?” E ele replicou: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e com toda a tua capacidade intelectual’ e ‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’”. Então, Jesus lhe afirmou: “Respondeste corretamente; faze isto e viverás”. Ele, no entanto, insistindo em justificar-se, questionou a Jesus: “Mas, quem é o meu próximo?” 
Porém, ele se esqueceu que ninguém consegue pegar Jesus em contradição, porque Ele é a verdade e nele não há engano. Nem tão pouco justifica-se diante dele, pois Ele é quem nos justifica, porque Ele é Deus. O doutor da lei, era um teólogo frio, e a sua fé era teórica. Hoje não é diferente, muitos tem uma boa cultura bíblica, mas a sua religião é teórica e não tem nada de Deus. 

Dois Religiosos Sem Amor.

Jesus cita na parábola dois personagens religiosos: Um sacerdote e um levita.
O sacerdote era um ministro do culto, responsável por conduzir o povo a adoração e pela ministração da palavra. 
O levita exercia um ministério diaconal, ele era encarregado de cuidar das coisas sagradas na organização da Casa de Deus. Havia também uma classe de levitas que eram responsáveis pela música, na celebração do culto. 
Eles tiveram atitudes semelhantes ao ver um homem ferido a beira do caminho, precisando de socorro. O texto diz: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó, quando veio a cair nas mãos de alguns assaltantes, os quais, depois de lhe roubarem tudo e o espancarem, fugiram, abandonando-o quase morto. Coincidentemente, descia um sacerdote pela mesma estrada. Assim que viu o homem, passou pelo outro lado. Do mesmo modo agiu um levita; quando chegou ao lugar, observando aquele homem, passou de largo. 
Nesta parábola Jesus nos ensina que a nossa religião é vã, quando não usamos de misericórdia e praticamos o amor. 

Um Samaritano Misericordioso.

Os samaritanos eram considerados pelos judeus uma raça mista, e por motivos históricos eram rival dos judeus, além de serem julgados como falsos praticantes do culto na adoração a JEOVÁ.
Mas, foi exatamente um samaritano que socorreu o homem ferido, que estava quase morto a beira do caminho. Este homem da parábola que foi assaltado e espancado, provavelmente era judeu. Mas o amor vai além das rivalidades, quem usa de misericórdia, não olha raça, cor, classe social, nem religião. O amor está acima de tudo. O texto diz: Mas um samaritano, estando de viagem, chegou onde se encontrava o homem e, assim que o viu, teve misericórdia dele. Então, aproximou-se, enfaixou-lhe as feridas, derramando nelas vinho e óleo. Em seguida, colocou-o sobre seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, deu dois denários ao hospedeiro e lhe recomendou: ‘Cuida deste homem, e, se alguma despesa tiverdes a mais, eu reembolsarei a ti quando voltar’. 
Diante deste fato, Jesus perguntou ao doutor da lei: Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes? Declarou-lhe o advogado da Lei: “O que teve misericórdia para com ele!” Ao que Jesus lhe exortou: “Vai e procede tu de maneira semelhante”.
Pela lógica, quem deveria socorre o homem ferido com uma atitude nobre, seriam os religiosos (o sacerdote e o levita) e não o samaritano, que era rival dos judeus. Mas a religião não resolve, não adianta ser religioso, ter cargo relevante na Casa de Deus, e não praticar a verdadeira religião, que é o amor. 
Jesus nos ensina nesta parábola que o nosso próximo é todo aquele que precisa da nossa ajuda, independente de raça, cor, religião ou qualquer preconceito. 
Que possamos viver a verdadeira religião, através da pratica do amor. Amém!

sexta-feira, 13 de julho de 2018

5 Bênçãos Na Oração Intercessora De Jesus.

No capítulo 17 do evangelho de João, Jesus aparece como nosso grande intercessor. Na sua oração sacerdotal ele rogo ao Pai pelos seus discípulos, incluindo nós hoje. 
Jesus como homem, viveu uma vida de oração. A oração era uma parte integrante do seu ministério, e muito importante na sua vida de comunhão com o Pai. 
Na sua última noite com os discípulos, Jesus orou pedindo ao Pai proteção para seus discípulos. Nos vinte e seis versículos deste capítulo 17 do evangelho de João, iremos encontrar cinco pedidos de Jesus ao Pai, exclusivos para os seus discípulos, para sua igreja.

PROTEÇÃO.

Não oro para que os tires do mundo, mas que os livre do mal (João, 17.15).
Ser cristão não significa viver alienado do mundo, sem saber de tudo que acontece no mundo, nem estar livre de todo perigo e tentação. Mas a oração de Jesus oferece proteção contra o verdadeiro perigo: O diabo. Quem ama Jesus sabe que o diabo não o pode destruir. Está escrito: Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não é escravo do pecado; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca (I João, 5.18).

SANTIFICAÇÃO.

Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade (João, 17.17).
Viver para Jesus é viver em santidade. 
E só a palavra de Deus tem poder de nos santificar.

UNIÃO.

Eu lhes tenho transferido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos: Eu neles e Tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que Tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim (João, 17.22,23). 
Ninguém é uma ilha. O desejo de Deus é que vivamos em união com nossos irmãos e com Cristo. A união é essencial em nossa caminhada cristã e precisamos uns dos outros. Somente através da glória de Jesus conseguimos nos unir.

GLÓRIA.

Pai, Eu desejo que os que me deste estejam comigo onde Eu estou e contemplem a minha glória, a glória que me outorgaste porque me amaste antes da criação do mundo (João, 17.24).
A grande bênção que Jesus nos oferece é sua presença. Podemos conhecer sua glória e encontrar a paz de sua presença em todo tempo.

AMOR.

Eu lhes dei a conhecer o teu Nome e ainda continuarei a revelá-lo, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e Eu neles esteja (João, 17.26).
Pelo amor de Deus a igreja vai permanecer unida. Jesus deseja estar sempre conosco e nos dar seu amor.

sábado, 23 de junho de 2018

O CRISTÃO E AS REDES SOCIAIS.

Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convém,todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma (I Coríntios, 6.12).

Com o grande avanço tecnológico, ocorreram várias mudanças na sociedade. Com o advento da rede mundial de computadores, conhecida como Internet, o mundo passou a se conectar de forma globalizada. Com o surgimento das redes sociais, tudo o que acontece é divulgado, comentado e compartilhado instantaneamente. As informações são imediatas, são transmitidas com rapidez surpreendente; porém em contrapartida, estamos vendo as pessoas perderem o calor humano e se relacionarem mais de forma virtual do que pessoal.
As estatísticas indicam que mais de um terço da população mundial está conectada à web e interage por meio das redes sociais. Diante desses fatos, os cristãos como igreja de Cristo, precisa investir no uso das novas tecnologias e buscar métodos de evangelização por meio das redes sociais.

O QUE É REDE SOCIAL?

Redes sociais são sites de relacionamentos cuja finalidade é conectar pessoas do mundo inteiro; integrando e interagindo com fotos, vídeos, trocas de informações, além da comunicação direta e indireta, estabelecendo vínculos de amizade.
Rede social é um fenômeno mundial, que surgiu no início do século XXI e viabilizou aos usuários encontrar amigos do passado e ampliação do circulo social.

O uso das redes sociais.

É quase impossível imaginar, na atualidade uma pessoa que não esteja conectada ao Whatsapp, Facebook, Twitter ou Instagram. Nunca o acesso as redes sociais foi tão amplo. Entretanto, quando o assunto é redes sociais, muitos questionam e perguntam: O cristão pode utilizar as redes sociais? A resposta é sim. Devemos fazer bom uso das redes sociais. Todavia, mais do que nunca, devemos usar com cautela e discernimento este mundo virtual, avaliando todas as coisas à luz da bíblia, sob a ótica de Deus. O apóstolo Paulo diz: Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus (I Coríntios, 10.31).
Como tudo na Internet, bem como nas tecnologias da informação, as redes sociais apresentam não apenas benefícios, mas também podem trazer danos para seus usuários. O problema não é a rede social, mas o mal uso. Lamentavelmente, não são poucos os que cristãos que dizem professar o nome de Cristo, mas não honram a Deus com o seu perfil nas redes sociais. Muitos utilizam como fonte de ostentação, como uma vitrine para se exibirem, usam o messenger para más conversações, além de se envolverem em discussões intermináveis que nenhuma edificação traz. Quando a palavra de Deus nos recomenda que devemos evitar tais discussões (Tito, 3.9).

A falsa felicidade, e as distorções nas redes sociais.

Muitas pessoas se apresentam nas redes sociais de forma dissimulada, com uma falsa felicidade, totalmente fora da realidade da sua vida pessoal. Nas redes sociais, em geral, as pessoas publicam uma vida perfeita e um mundo repleto de felicidades. As redes sociais estimulam a pratica narcisista, ou seja, o indivíduo que admira exageradamente a sua própria imagem e nutre uma paixão excessiva por si mesmo. Essas pessoas tendem a buscar uma felicidade fútil, em meios as fotos montadas e a sorrisos falsos. Muitas vezes é uma vida de "faz de conta". Apresentam o que não é verdadeiro. Todavia, a palavra de Deus não compactua com tal pratica (Filipenses, 4.8).

Isolamento, solidão e falta de amor nas redes sociais.

No ano de 1990 pesquisadores chamaram atenção para o mal social, denominado de "paradoxo da internet". Trata-se da contradição de alguém ter vários "amigos" virtuais e, ao mesmo tempo, viver na solidão, pela ausência de contato humano. Estudos recentes demonstram que, quanto maior a frequência no uso da internet, aumenta o sentimento de solidão e problemas acentuados pelas redes sociais. Cada vez mais o ser humano está sendo integrado à tecnologia, e sendo tratado como se fosse uma máquina. Essa falta de equilíbrio tem desencadeado crises emocionais, ansiedades e isolamentos.
Segundo o sociólogo polonês Zygmunt Bauman (1925-2017), a sociedade vive um momento de frouxidão nas relações sociais. Ele chama esse fenômeno social de "modernidade líquida". Onde tudo muda rapidamente. Nada é feito para durar, para ser sólido. Nas redes sociais, com apenas um clique é possível bloquear, deletar e excluir pessoas. Bem como, com outro clique pode aceitar, comentar e curtir outras pessoas. Essa situação representa um declínio das sólidas relações humanas, uma vez que, por meio das tecnologias, a amizade, o amor e o respeito entre as pessoas são facilmente descartáveis.
Muitos usam as redes sociais para desabafarem, trocarem farpas e denegrirem a imagem dos outros por meio de postagens e comentários maldosos. 
O respeito e o amor entre as pessoas está esfriando cada vez mais. Muitos preferem amar as coisas e descartar as pessoas.

Imoralidade nas redes sociais.

A indecorosa pratica do "nudes" (imagens ou fotos de pessoas nuas) na internet vem se tornando algo comum entre as pessoas que acham isso normal. A possibilidade de manter a identidade real oculta é um dos fatores que impulsionam o uso equivocado da internet para essa pratica imoral. Algumas pessoas sentem-se à vontade para extravasarem seus impulsos sexuais ilícitos sem medo de repercussão. A fantasia e o anonimato estimulam as pessoas a praticarem o nudes. Uma pessoa que pratica o nudes, demonstra ter uma conduta deplorável.
Segundo pesquisas divulgadas por sites especializados, mais de 50% das mulheres com acesso as redes sociais já enviaram, ao menos, uma foto de nudes, e mais de 42% dos homens também já realizaram tal pratica.
A postagem de nudes acontece no âmbito privado, mas,  em vários casos, quem recebe as imagens, salva as fotos e as compartilha nas redes sociais, tornando-as de domínio público. Tal atitude pode ser responsabilizada criminalmente; no entanto, nenhuma condenação poderá reparar o dano moral causado. Muitos que tiveram suas fotos divulgadas passaram e passam por diversos infortúnios, tais como bullying, automartírio, abalos psicológicos e alguns chegam ao extremo de cometer o suicídio. O cristão verdadeiro não deve praticar nudes em hipótese alguma, visto que isso é uma pratica imoral e uma conduta antiética, que a palavra de Deus reprova. 

Os escravos das redes sociais e Internet em geral.

Reconhecemos a importância, a contribuição e os benefícios proporcionados pela Internet e as redes sociais. No entanto, não podemos fechar os olhos diante de seus efeitos colaterais, como por exemplo, a dependência virtual. Estudos psicológicos detectaram oitos sinais de uso patológico da Internet: (1). Incapacidade de controlar o uso da Internet. (2) Necessidade de se conectar de forma compulsiva. (3) Acessar a rede para fugir dos problemas ou para melhorar o estado de ânimo. (4) Pensar na Internet quando se está off-line (5) Sentir irritação ao tentar acessar e não conseguir. (6) Descuidar do trabalho, dos estudos ou até mesmo dos relacionamentos pessoais por causa da rede. (7) Sofre por causa da abstinência. (8) Passar muitas horas on-line, ligado na Internet, permanecendo na rede muito mais do que o tempo previsto. Uma pessoa que apresenta estes sintomas, pode ser considerada um escravo das redes sociais e da Internet em geral. O não tratamento desses sintomas resulta em total dependência e isolamento social.
Infelizmente, estamos vendo muitos cristãos se tornando escravos de redes sociais, perdendo seu precioso tempo passando horas a fio na Internet. Muitos perderam o prazer de orar, de ler a bíblia, de frequentar a escola bíblica dominical e até mesmo de cultuar com frequência. Não podemos perder essa guerra para tecnologia, devemos buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, como o Mestre nos ensinou (Mateus, 6.33).

Conclusão: 
Concluímos que, o uso da Internet é algo que se faz necessário, todavia devemos utilizar este poderoso instrumento de forma equilibrada, prudente e sabiamente.
O cristão como servo de Deus, passa a ser observado nas redes sociais. Se quisermos testemunhar de Cristo e anunciar o seu Evangelho, precisamos vigiar a nossa conduta. Portanto, é inadmissível que aqueles que usam as redes sociais para provocar constrangimentos, estimular o preconceito e a discriminação, enviar ou receber "nudes", curtir e compartilhar imagens, vídeos e mensagens com conteúdo lascivo ou duvidoso, possa ter autoridade moral ou espiritual para evangelizar.
Precisamos ser a mesma pessoa, tanto virtualmente como pessoalmente. Que seja tudo para glória de Deus.

domingo, 17 de junho de 2018

GRAVETOS, VÍBORA E FOGO.

Estando a salvos em terra, soubemos que a ilha se chamava Malta. Os habitantes da ilha demonstraram impressionante bondade para conosco. Prepararam uma fogueira e receberam bem a todos nós, pois estava chovendo e fazia bastante frio. Enquanto Paulo ajuntava um feixe de gravetos e os lançava ao fogo, uma víbora, espantada com o calor, agarrou-se à sua mão. Assim que os habitantes da ilha viram aquela cobra presa na mão de Paulo, comentaram uns com os outros: “Com toda certeza esse homem é um assassino, pois, tendo sido salvo do mar revolto, a Justiça não lhe permitiu continuar vivendo!” Contudo, Paulo sacudindo a cobra no fogo, não sofreu mal algum. Eles, porém, acreditavam que Paulo começasse a inchar ou que caísse morto de um momento para outro, mas, havendo esperado por muito tempo e observado que nada de anormal lhe acontecia, mudaram de opinião e passaram a exclamar que ele era um deus (Atos, 28.1-6).

Os bárbaros foram solidários com os sobreviventes do naufrágio. Por causa do frio eles foram se aquecer diante da fogueira e Paulo juntou alguns gravetos secos para lançar no fogo já existente. Então, para fugir do “calor”, a víbora se revelou de onde estava camuflada. A experiência do naufrágio havia sido extremamente traumática e descansar era tudo o que aqueles homens precisavam e antes de prosseguir a viagem. Estava escuro e frio e o apóstolo resolveu acrescentar lenha na fogueira. A vida de Paulo passa por uma série de eventos que parece não terminar. Agora, em Malta, uma víbora se agarra em sua mão e ele ainda é julgado como assassino. Mas ele não se deixou abater nem pela víbora, nem pela opinião alheia. Todos esperavam que Paulo morresse, mas ele de modo simples sacudiu a víbora na fogueira e agiu como se nada houvesse acontecido. De repente, viram que Paulo já não era mais uma maldição e passaram a compará-lo com um “deus”. 

GRAVETOS.

O clima frio fez com que Paulo se preocupa-se em ajuntar gravetos para alimentar o fogo, para que este não se apagasse. 
Observemos que a fogueira já estava acesa e Paulo conduzia gravetos secos para adicioná-los ao fogo e este aumentar.
Traçando aqui um paralelo da vida espiritual, entendemos que, a frieza espiritual não deve permanecer na vida da igreja, é preciso manter o fogo do Espírito acesso e alimentá-lo com os gravetos da oração, da consagração e da leitura e prática da palavra de Deus. 
Deus está a procura de homens e mulheres que estejam dispostos a juntar gravetos para alimentar o fogo do Espírito e extinguir a frieza espiritual do meio do povo de Deus. Enquanto houver gravetos para queimar, o fogo não vai se apagar; ele permanecerá acesso e não vai virar cinzas. Está escrito: Sem lenha, o fogo se apagará (Pv.26.20). É preciso manter o fogo acesso. O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará (Lv.6.13). Faça a sua parte, junte os seus gravetos e o fogo de Deus permanecerá acesso na sua vida. 

VÍBORA.

A víbora entre os gravetos secos é um símbolo da ação de Satanás, numa tentativa de se esconder e atacar de surpresa os servos de Deus. Quando essa víbora é levada ao fogo da presença de Deus, o calor do Espírito Santo gera o incômodo, fazendo com que o inimigo se manifeste e parta em retirada. A unção que estava sobre a vida de Paulo era mais forte que o veneno da serpente e assim também acontece com todo aquele que está cheio do poder do Espírito Santo. 
O fato da víbora abocanhar a mão de Paulo nos ensina como Satanás tenta nos frear, inutilizando nossas ferramentas de trabalho, que neste caso, era as mãos de Paulo. A mordida não aconteceu somente pelo fato da víbora fugir do fogo, foi um golpe de retaliação, um último golpe antes da derrota. Assim como Paulo, que não se importando com a víbora, de pronto a lançou no fogo, que é o seu lugar, deve ser a nossa atitude. Há pessoas agindo como víbora, sendo usadas como instrumento de Satanás, destilando seu veneno para nos prejudicar. Mas para estas víboras tem o fogo e o poder do Espírito para as consumir. Com víboras não se brinca, nem se perde tempo em dialogar, se lança no fogo. Lugar de víboras é no fogo. 

FOGO.

O fogo é símbolo do Espírito Santo, que deve ser alimentado pelos gravetos da oração, da santificação, da leitura, do ensino e pratica da palavra de Deus. A fogueira do avivamento precisa se manter acessa, caso contrário a frieza e a antipatia espiritual irão prevalecer.
Quem gosta de fogo faz como Paulo, se preocupa em juntar gravetos para aumentar o fogo e não deixa-lo apagar. Não importa se as víboras irão lhe morder, quem tem o poder de Deus não teme as mordidas das víboras. Para as víboras (os inimigos da obra), tem o fogo de Deus. 
Os que não gostam de fogo, irão lhe criticar e julgar, como fizeram com Paulo. Mas não devemos dá ouvidos as criticas. Não podemos ser parados pelo que pensam ou acham de nós. Muitos não entendem como Deus está agindo conosco e traçam um perfil de acordo com o que veem. Para uns somos malditos, para outros somos deuses, mas o que importa, na verdade, é o que somos para Deus e o que Ele é para nós. 

CONCLUSÃO:
A experiência nos ensina que as grandes provações são sinais de grandes maravilhas por parte do nosso Deus. Após a batalha com a víbora, Paulo se torna a esperança daqueles nativos e, como gratidão pela benção alcançada, eles tanto honraram quanto supriram as necessidades do apóstolo (Atos, 28.9, 10).
O Espírito impulsionou Paulo até Malta e o que para muitos era uma grande provação, para Deus era uma oportunidade de atuar com seu Servo. Paulo jamais chegaria lá se não fosse a força dos ventos contrários (Atos, 27.4). Não estava em seus planos estar em Malta; seu alvo era Roma (Atos, 23.11). Aquela víbora não mordeu outra pessoa a não ser Paulo, foi  por causa desse incidente que se desencadeou um avivamento e a glorificação do nome de Jesus.