sábado, 25 de janeiro de 2020

AFIANDO O MACHADO.

Se o machado está cego e sua lâmina não foi afiada, é preciso golpear com mais força; agir com sabedoria assegura o sucesso (Eclesiastes, 10.10).

O sábio Salomão faz menção de um principio de sabedoria que serve para todas as épocas e que é aplicável a várias classes de pessoas e grupos de lideranças. A ansiedade e a pressa em realizar as tarefas com urgência, tem levado as pessoas a empregarem muito esforço físico e mental em busca dos seus objetivos. Todo esforço, muitas vezes se tornam ineficazes e improdutivos quando aplicado de forma errada. Muitas vezes a motivação é boa, mas a maneira como se agi é incorreta. A nossa estabilidade familiar e financeira, bem como o nosso sucesso ministerial, não depende das nossas muitas ideias e habilidades, mas de quanto tempo nós vamos passar nos preparando (afiando o nosso machado), para que o corte seja preciso e sem muito esforço. Há uma famosa frase do celebre estadista Abraão Lincoln que diz: " Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado". Quando não estiver produzindo, esteja afiando o machado (Lucas Primo). Ter o machado não é o suficiente para assegurar o sucesso, mas saber utiliza-lo com sabedoria é o segredo. Afiar o machado muitas vezes implica em gastarmos mais tempo em devoção a Deus na oração, leitura e meditação da palavra. Quando nós empregarmos mais tempo afiando o nosso machado no altar da oração e passarmos a desfrutar de uma intimidade profunda com Deus, o nosso progresso será certo. A sabedoria não é fazer, fazer e fazer; mas primeiramente investir na preparação, afiando o machado para o momento certo de golpear a árvore sem muito esforço. Todas as pessoas que ousam em fazer antes de se preparar, estão fadadas ao fracasso. Não importa quanto tempo você vai passar afiando o seu machado, o importante é que será bem sucedido em seu empreendimento. Pense nisso.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

UVAS, FIGOS E ROMÃS. QUAL O SIGNIFICADO ESPIRITUAL DESTAS FRUTAS?

Quando chegaram ao vale de Escol, cortaram um ramo do qual pendia um único cacho de uvas. Dois homens carregaram o cacho, pendurado numa vara. Colheram também romãs e figos. Aquele lugar foi chamado vale de Escol por causa do cacho de uvas que os israelitas cortaram ali. Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos e assim também éramos aos seus olhos (Nm.13.23,24,33).

Nada está registrado no texto sagrado por acaso, tudo tem um porque e um propósito. Quando Moisés enviou os doze espias para fazerem uma expedição sobre a terra prometida, foi com um propósito: Para eles observarem se a terra era boa ou ruim, se a sua agricultura era fértil, se realmente ela manava leite e mel. Eles espiaram a terra durante 40 dias e colheram o melhor da terra; colheram uvas, romãs e figos. Eles também observaram que os homens que habitavam na terra eram de alta estatura. Em seguida voltaram e relataram aos ouvidos do povo e de Moisés, tudo o que viram. Este relatório foi apresentado de duas formas: Negativo e positivo.

Negativo.

Relatório dos dez espias que eram maiorais das tribos disseram: "A terra é boa, colhemos lá bons frutos, realmente ela mana leite e mel; mas, o povo que vive naquela terra é forte, e as cidades são fortificadas e muito grandes; e também vimos ali os filhos dos gigantes. Vimos lá gigantes e nós erámos como gafanhotos diante deles. Por isso, não poderemos subir contra esse povo, pois é mais forte do que nós (Nm.13.27,28,31,33).
Diante deste relatório negativo, o povo ficou desanimado e assombrado, pensaram em eleger um capitão e voltarem para o Egito. Falaram contra Moisés e contra o SENHOR, e ainda ameaçaram apedrejarem Josué e Calebe.

Positivo.

Relatório de dois homens de fé, Josué e Calebe: Então Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Subamos animosamente e possuamo-la em herança; porque, certamente, prevaleceremos contra ela (Nm.13.30). E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dos que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes. E falaram a toda a congregação dos filhos de Israel dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra muito boa. Se o SENHOR se agradar de nós, então, nos porá nesta terra e nos dará, terra que mana leite e mel. Tão somente, não sejais rebeldes contra o SENHOR e não temais o povo desta terra, porquanto são eles o nosso pão; retirou-se deles o seu amparo, e o SENHOR é conosco; não os temais (Nm.14.6-9).

TRÊS FRUTAS CHAMARAM ATENÇÃO DOS ESPIAS:

- UVA. Nos fala de Alegria e Aliança.

Os espias cortaram da videira um galho com um cacho de uvas, o cacho de uvas era grande e pesado, de maneira que foram necessário dois homens para carregar.
As uvas além de serem frutas saborosa e apreciada por todos, após passar por alguns processos são transformadas em passas e vinhos.
O vinho na Bíblia simboliza alegria.
O vinho, que alegra o coração do homem; o azeite, que lhe faz brilhar o rosto, e o pão que sustenta o seu vigor (Sl.104.15).
Nunca deixe o vinho de Deus acabar em sua vida. O coração do crente deve ser um banquete contínuo de alegria na presença de Deus.
O suco da uva ou o vinho é símbolo da nossa Aliança com Deus. Jesus disse: "... Isto é o meu sangue, o sangue da Nova Aliança ... (Mt.26.28).

- ROMÃ. Nos fala de Separação e Santidade.

A romã na Bíblia aparece como ornamento do manto do sacerdote (Ex,28.33,34; 39.24,26).
No templo também havia ornamentos com romãs (I Rs.7.18,20; II Rs.25.17; II Cr.3.16; 4.13).
As romãs, tanto nas vestes dos sacerdotes, quanto no templo eram ornamentos de destaque. Isto nos fala da santidade de Deus em nossa vida, que nos faz diferentes e nos destaca no meio desta sociedade corrompida e perversa. Paulo diz: Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis no meio duma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo (Fp.2.15). Amém!

- FIGO. Nos fala da doçura da Palavra de Deus e do Conhecimento.

O figo é uma fruta doce que é produzida pela figueira, está árvore era facilmente encontrada nos termos de Israel no tempo de Jesus.
Quem ama a Palavra de Deus e a come pela fé, não vive em amargura porque a Palavra é doce como mel. Os que a comeram testemunharam: (1) Jeremias - Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome me chamo, ó SENHOR, Deus dos Exércitos (Jr.15.16). (2) Ezequiel - Então, abri a minha boca, e me deu a comer o rolo. Então, o comi, e era na minha boca doce como mel (Ez.3.2,3b). (3) João - E tomei o livrinho da mão do anjo e comi-o; e na minha boca era doce como mel ... (Ap.10.10). (4) Davi - Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais do doces do que o mel e o licor dos favos (Sl.19.10).

A figueira aparece na Bíblia pela primeira vez em Genesis 3 quando Eva e Adão utilizam folhas de figueira para cobrirem-se depois que desobedeceram a Deus. Não esta escrito explicitamente, mas daí os rabinos deduziram que a “arvore do conhecimento” era uma figueira e assim é interpretada em muitos textos da tradição judaica (e.g., Genesis Raba 19,6c). A imagem da figueira aparece também no Evangelho de João quando Jesus diz a Natanael: “Eu te vi quando estavas embaixo da figueira” (1,48). E aqui também pode ser interpretado simbolicamente para significar que Natanael era um verdadeiro Israelita porque se sentava sob a “arvore do conhecimento” que é a Torá. Ou seja, estudando e aprofundando o significado da Palavra.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

PESCADORES E CAÇADORES DE HOMENS.

Eis que mandarei muitos pescadores, diz o SENHOR, os quais os pescarão; e depois enviarei muitos caçadores, os quais os caçarão sobre todo o monte, e sobre todo outeiro, e até nas fendas das rochas (Jr.16.16).

A nação de Judá estava desviada do SENHOR e entregue a idolatria, e por causa disso a sentença de juízo seria inevitável, eles iriam para o cativeiro da Babilônia e pagariam em dobro pelas suas impiedades e pecados (16.18). Deus usou a vida do profeta Jeremias como uma ilustração para servir de exemplo a nação, demonstrando o que estava prestes a acontecer. Jeremias teve algumas restrições impostas por Deus na sua vida pessoal e no seu ministério profético, que serviriam de lições para o povo. (1) A primeira restrição foi a ordem de não casar, nem ter filhos, ilustrando o fato de que na aflição vindoura, muitas famílias morreriam pelas enfermidades, pela fome e pela espada dos adversários (v.1-4). (2) A segunda restrição foi que não demonstrasse pesar nem condolência nas reuniões fúnebres. Isso revela que o povo ficaria privado da misericórdia e do consolo de Deus (v.5-7). (3) A terceira, foi para Jeremias não participar de eventos festivos, para demonstrar que Deus faria cessar todo prazer e alegria em Judá (v.8,9). O povo seria levado para o exílio babilônico, porém o seu castigo não seria permanente. O povo retornaria à sua pátria a fim de dar cumprimento ao plano divino da redenção através da vinda do Messias (16.15). A preocupação e o cuidado de Deus pelo seu povo era tamanha, Ele prometeu mandar muitos pescadores e depois também enviar muitos caçadores para juntar o restante do povo que estava espalhados. Mesmo que rebeldes, mas depois de terem pago em dobro o seu castigo, eles reconheceram que o SENHOR é o único Deus que deve ser adorado.

PESCADORES.

Instrumentos usados pelos pescadores:

Rede.

Tarrafa.

Anzol.

Gereré.

CAÇADORES.

Instrumentos usados pelos caçadores:

Espingarda (arma com espoleta e pólvora).

Atiradeira.

Alforge.

Cães farejadores.

CONCLUSÃO:
A metáfora usada por Deus através do profeta, em dizer que mandaria muitos pescadores e depois enviaria muitos caçadores, tem haver com o seu zelo e amor pelo seu povo. Jesus quando escolheu os seus discípulos, também usou esta expressão quando disse: Vinde após mim, e eu farei que sejais pescadores de homens (Mc.1.17). Disse também a Pedro: Não temais; de agora em diante, serás pescador de homens (Lc.5.10). A igreja precisa tanto de pescadores para irem ao alto mar desta vida em busca das almas perdidas; como também precisa de caçadores para irem nos lugares mais obscuros e escondidos em buscar das ovelhas que se desgarraram do aprisco do Senhor. O apóstolo Tiago diz: Irmãos, se algum de entre vós se tem desviado da verdade, e alguém o converter, saiba que aquele que fizer converter do erro do seu caminho um pecador, salvará da morte uma alma e cobrirá uma multidão de pecados (Tg.5.19,20). Portanto, é tempo dos pescadores e caçadores do Reino de Deus entrarem em ação em busca das almas perdidas e das vidas desviadas do caminho do Senhor. Amém!  

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

FERIDO PELOS "AMIGOS".

Se alguém lhe perguntar: Que feridas são estas no seu corpo? Ele responderá: "Fui ferido na casa de meus amigos" (Zc.13.6).

Este versículo faz parte de um contexto histórico que acontecerá na nação de Israel por ocasião da total restauração da nação no período do milênio, onde Cristo reinará. Esta profecia está relacionada a eliminação dos falsos profetas. Diz o texto que, naquele dia será eliminado todo o falso profeta da terra de Israel, porque o povo terá um coração preparado e disposto para servirem só ao SENHOR, e não aceitará adoração aos ídolos nem as mentiras dos falsos profeta. Naquele dia todo profeta se envergonhará de sua visão profética. Não usará manto de profeta, feito de pele, para enganar. Ele dirá: Eu não sou profeta. Sou um homem do campo; a terra tem sido o meu sustento desde a minha mocidade. Se alguém lhe perguntar: Que feridas são estas no seu corpo? Ele responderá: "Fui ferido na casa de meus amigos" (Zc.13.1-6). Esta profecia de Zacarias é escatológica e terá o seu real cumprimento após o período da grande tribulação e o estabelecimento do reinado de Cristo sobre Israel e toda a terra. Leia Zacarias 14, o último capítulo.

Na aplicação deste versículo de Zacarias 13.6, podemos extrair algumas lições para o nosso aprendizado e pratica de fé. Observe a resposta da pergunta que foi feita: Que feridas são estas no seu corpo? "Fui ferido na casa de meus amigos". Aqui nós aprendemos que, geralmente quem nos fere ou nos trai, não são os nossos inimigos, mas sim os "amigos". No livro dos Salmos está escrito: Se um inimigo me insultasse, eu poderia suportar; se um adversário se levantasse contra mim, eu poderia defender-me; mas logo você, meu colega, meu companheiro, meu amigo chegado, você, com quem eu partilhava agradável comunhão enquanto íamos com a multidão festiva para a Casa de Deus (Sl.55.12-14). O poeta deste salmo deixa subtendido nas entrelinha que, de um inimigo declarado ele espera tudo e até dar para suportar. Mas, o que lhe deixa surpreso é o fato de ele ter sido traído pelo seu próprio amigo íntimo. Na nossa vida cotidiana, em nossas atividades seculares e ministerial na obra de Deus, isto também nos acontece. As vezes nós somos feridos e até traídos por aqueles que jamais esperávamos. Não deveria ser assim, mas infelizmente acontece.
Á luz da Bíblia, nós vamos aprender com muitos fatos que se repetiram na história de muitos servos de Deus, até o próprio Jesus, nosso Salvador e Mestre, foi traído e ferido pelos seus amigos e irmãos.

ALGUNS EXEMPLOS DOS QUE FORAM TRAÍDOS, FERIDOS E ATÉ MORTOS PELOS SEUS IRMÃOS E AMIGOS:

- Abel.
- José.
- Jefté.
- Davi.
- O filho pródigo.
- Estevão.
- Jesus Cristo.

Quem matou Abel?
- Seu irmão.

Quem vendeu José?
- Seus irmãos.

Quem expulsou Jefté?
- Seus irmãos.

Quem sentiu inveja de Davi?
- Seus irmãos.

Quem não ficou contente com a volta do Filho Pródigo?
- Seu irmão.

Quem apedrejou até a morte o diácono e pregador Estevão?
- seus próprios patrícios. 

Quem condenou Jesus à morte e absorveu o malfeitor Barrabás? 
- Seus próprios irmãos judeus.

Enfim, entre tantos exemplos na Bíblia, percebemos que todos os que foram TRAÍDOS, FERIDOS e MALTRATADOS pelos seus próprios IRMÃOS, foram muito abençoados, guardados por Deus e por fim coroados.
Portanto, ignore os falsos irmãos e amigos que estão ao seu redor, faça oração por eles. Não desanime por causa dos invejosos que lhe persegue, lhe fere e lhe trai. Não deixe de frequentar a Casa de Deus, não abra mão da sua vida de comunhão com Deus, só porque alguém lhe feriu.
Nunca esqueça, o seu negócio é com Deus. Está escrito: Levantando-se contra ti o espírito do governador, não deixe o seu lugar ... (Ec.10.4). Amém! 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

TODOS SÃO PROFETAS?

Amados, não creias em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo (I Jo.4.1).

Estamos vivendo uma época que muitos estão se intitulando profeta, tanto homens como mulheres. Ultimamente as redes sociais tem se tornado um campo fértil para esses pseudos profetas se manifestarem com suas mensagens obvias, cheias de fantasias e sensacionalismos. Esses pseudos profetas utilizam a Bíblia e muitas vezes fazem uso de línguas "estranhas" para demonstrarem espiritualidade enganando assim os cristãos carentes de ouvirem algo verdadeiro vindo da parte de Deus. Infelizmente, não são poucos os cristãos que perdem seu tempo vendo e ouvindo as lives desses falsos, que se usam em nome de Deus por pura vaidade e retorno financeiro.
O verdadeiro profeta é um homem solitário, um homem de poucos amigos, um homem que procura viver em constante comunhão e comunicação com Deus. O profeta verdadeiro ele não busca fama nem aplausos, ele não se preocupa em aparecer, mas faz questão de deixar que Deus apareça. Ele não busca glória para si, mas transfere toda honra e glória para Deus. A pessoa que se diz profeta e depois que dar a profetada pede aos seus ouvintes que depositem dinheiro na sua conta, este está muito longe de ser um profeta verdadeiro. Ainda um detalhe, muitos dizem ter um recado de Deus, mas só vai falar depois que atingir uma grande quantidade de compartilhamentos e depois de muitas curtidas. Desculpa irmãos, mas Deus para falar não precisa dessas coisas, Ele fala com você de maneira simples e objetiva, é só você abrir a sua Bíblia e ler, ela é a verdadeira profecia. Ou caso você seja um crente de altar, é só entrar em um particular com Deus e Ele vai se revelar e falar tudo que você precisa.
Por causa das profetadas desses falsos, tem muitos crentes atrapalhados e frustrados porque o esperado que foi profetizado pelo pseudo profeta não aconteceu. Isto é fato, e está acontecendo também no meio do povo de Deus, há muitas igrejas que valorizam os movimentos das emoções, onde muitos se usam em nome de Deus e nada acontece. Deixe de ouvir Genésio e dê ouvidos a voz de Jesus. Deixe de ouvir a profecia do senhor (do homem) e ouça a voz do Senhor Deus Todo-poderoso. Amém!
Faça como Jó, busque a Deus em oração e Ele lhe dará resposta. Diz o texto sagrado: E o SENHOR virou o cativeiro de Jó, quando orava pelos seus amigos ... (Jó.42.10).
Uma ressalva, há muitas pessoas, servos e servas do SENHOR, que são sérias e bem intencionadas, prestando um grande serviço para Reino de Deus através da internet, nas redes sociais e na mídia em geral. Mas precisamos estar alertas e usar o crivo da palavra e examinar o que vem de Deus e o que não é de Deus, para não sermos enganados pelos pseudos profetas da pós-modernidade. Pense nisso.

domingo, 12 de janeiro de 2020

OBEDECENDO A PALAVRA.

Não se aparte da tua boca o livro desta Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme tudo quanto nele está escrito; porque, então, farás prosperar o teu caminho e, então. prudentemente te conduzirás (Josué, 1.8).

A nossa obediência a palavra de Deus deve ser indispensável, para sermos bem sucedidos e para que tenhamos uma boa saúde espiritual. Há muitas coisas na bíblia que são indispensáveis, mas se viermos a dispensa-las sofreremos as consequências. O problema é que muitas pessoas querem adaptar a palavra de Deus as suas próprias conveniências e modo de vida. Todavia, nós é que temos de nos moldar a palavra e não a palavra a nós. Jesus disse: Vós seres os meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando (Jo.15.14). Todas as bênçãos de Deus para nós, estão condicionadas a nossa obediência. O SENHOR falou através do profeta: Se quiserdes, e ouvires, comereis o bem desta terra. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada, porque a boca do SENHOR o disse (Is.1.19,20). A obediência a palavra de Deus, resultará em bênçãos e haverá estabilidade material e espiritual. Amém! 

SETE COISAS INDISPENSÁVEIS NA BÍBLIA:

1- Sem lenha o fogo se apaga (Pv.26.20).

2- Sem profecia o povo se corrompe (Pv.29.18).

3- Sem santificação ninguém verá o Senhor (Hb.12.14).

4- Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb.11.6).

5- Sem derramamento de sangue não há remissão (Hb.9.22).

6- Sem amor todas as nossas obras serão inválidas (I Co.13.1-3).

7- Sem Jesus nada podemos fazer (Jo.15.5).

SETE COISAS QUE DEVEMOS FAZER COM O LIVRO.

1- Amar o Livro.

2- Meditar no Livro.

3- Ler o Livro.

4- Estudar o Livro.

5- Falar do Livro.

6- Obedecer o Livro.

7- Crescer no conhecimento do Livro.

* O nosso apego ao Livro fascina o céu, incomoda Satanás, edifica a nossa vida e alimenta os famintos. 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

GRATIDÃO.

Que darei ao SENHOR por todos os benefícios que me tem feito? (Salmos, 116.12).

Geralmente, nós temos a tendência de pedirmos mais, e darmos menos ao SENHOR. Deus quer que sejamos gratos por tudo que Ele nos tem dado e realizado a nosso favor. O poeta deste salmo, reconheceu que estava cheio das bênçãos do SENHOR, e diante de todos os benefícios que ele havia recebido exclamou: "Que darei ao SENHOR por todos os benefícios que me tem feito"? Ao que ele mesmo responde: "Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR" (Sl.116.12,13). Observe que o salmista não falou em retribuir ao SENHOR nada que fosse material. Mas ele declarou a sua gratidão dizendo que faria duas coisas: "Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR". Mas, o que é tomar o cálice da salvação e invocar o nome do SENHOR?

CÁLICE DA SALVAÇÃO.
O cálice da salvação é uma expressão que envolve uma série de coisas. Isto pode significar: Aflição, tribulação, renúncia, total dependência, obediência, sacrifício, lutas, perseverança, etc. Tudo com uma convicção de fé e esperança, por amor ao autor da nossa salvação.

INVOCAR O NOME DO SENHOR.
Invocar o nome do SENHOR, implica em buscar a sua face constantemente, seja através da oração, seja através da leitura, estudo e meditação da palavra, bem como sendo um verdadeiro adorador e realizador da obra de Deus.

CONCLUSÃO:
O poeta do salmo diante dos benefícios recebidos do SENHOR, se sentiu devedor a Deus por todas as bênçãos recebidas. Ele se perguntou: Que darei ou como pagarei ao SENHOR por todos os benefícios que me tem feito? Ele estava sendo grato e reconhecendo o favor de Deus. A exemplo do salmista, que possamos também sermos gratos a Deus e lhe retribuir com toda a nossa devoção, fé e obediência. Amém!