PREGANDO A VERDADE

domingo, 12 de abril de 2026

SETE TIPOS DE ALTARES.


Altares eram lugares de sacrifício e adoração construídos com vários tipos de materiais. Podiam ser temporários ou permanentes. Alguns altares ficavam ao ar livre; já outros eram separados num lugar santo. Podiam simbolizar a presença e proteção de Deus ou a adoração falsa que levaria ao jugamento do SENHOR. (Dicionário Bíblico Baker, p.34). O primeiro homem a construir um altar ao SENHOR, foi Noé: Edificou Noé um altar ao SENHOR... (Gn.8.20). Abraão, foi o maior edificador de altares ao SENHOR, a sua vida foi marcada por altares em adoração e louvor a Deus. A Bíblia é rica em informações sobre altares, entre eles podemos destacar pelo menos sete tipos de altares.

1) ALTAR DE AREIA (Ex.20.24).

Fala do homem, criador do pó da terra.

2) ALTAR DE PEDRA (Ex.20.25).

Fala da Lei que foi escrita em pedras por Deus.

3) ALTAR DE MADEIRA (Ex.37.25).

Fala da humanidade de Cristo.

4) ALTAR DE COBRE (Ex.38.30).

Fala do sacrifício de Cristo na cruz.

A prata é símbolo da nossa redenção.

5) ALTAR DE OURO (Ex.39.38).

Fala das nossas orações diante de Deus.

6) ALTAR DE BRONZE (II Cr.4.1).

Fala das nossas fragilidades e fraquezas.

7) ALTAR DE CONTÍNUA ADORAÇÃO (Lv.6.13).

Fala da nossa vida de oração e devoção ao Senhor.

O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará (Lv.6.13).

A lei do holocauto exigia do sacerdote alimentar o fogo do altar com lenha, esta pratica era contínua, não poderia deixar o fogo se apagar sobre o altar. Na Nova Aliança este altar representa a nossa vida de oração e devoção sincera a Deus. A nossa vida de adoração ao Senhor não se resume a duas ou três horas de culto liturgico no templo, mas o nosso altar deve permanecer acesso em todo tempo, em oração e adoração contínua ao nosso Deus. Amém! 

quinta-feira, 9 de abril de 2026

SETE CLASSES DE PESSOAS QUE DEUS DETESTA E ABOMINA.


As sete classes de pessoas que Deus aborrece (detesta/abomina) estão registradas no livro de Provérbios 6:16-19. A Bíblia utiliza a linguagem de "seis coisas... e a sétima" para enfatizar uma lista de comportamentos que são profundamente contrários ao caráter de Deus.  Esses comportamentos não são apenas erros casuais, mas atitudes do coração que o Senhor abominam por serem destrutivos e contrários à comunhão entre irmãos e a sociedade em geral.

1) OLHOS ALTIVOS.

Pessoas orgulhosas, soberbas e arrogantes que se acham superiores aos outros e não reconhecem a necessidade de Deus.

2) LÍNGUA MENTIROSA.

Pessoas que usam a mentira para obter vantagens, enganar e prejudicar o próximo.

3) SANGUINÁRIOS.

Mãos que Derramam Sangue Inocente: Pessoas violentas que causam danos físicos ou matam quem não tem defesa, o que também se estende ao ódio no coração.

4) CORAÇÃO MALDOSO.

Coração que Trama Projetos Iníquos (Perversos): Pessoas que planejam o mal, maquinam planos maliciosos e nutrem intenções de rancor e inveja.

5) APRESSADO A FAZER O MAL.

Pés que se Apressam a Correr para o Mal: Aqueles que têm prazer em praticar o mal e agem com rapidez para causar danos ou injustiças.

6) TESTEMUNHA FALSA.

Testemunha Falsa que Profere Mentiras: Pessoas que mente em um depoimento, destruindo a reputação e a vida de outros.

7) SEMEADOR DE CONTENDAS. 

O que Semeia Contenda entre Irmãos: A sétima coisa, que a alma de Deus detesta e abomina, são pessoas que provocam brigas, divisões e intrigas, quebrando a unidade entre os irmãos e separando os amigos.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

O GOTEJAR DA DOUTRINA DE DEUS.


Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca. Goteje a minha doutrina como a chuva, destile o meu dito como orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva (Dt.32.1,2).

A doutrina de Deus é comparada a um gotejar contínuo da chuva, ou seja, uma chuva leve e constante. A doutrina de Deus deve ser ensinada de forma didática, constante e diariamente. 

Moisés apregoa o seu último discurso de forma poética, neste cântico ele dá enfase a Palavra de Deus e incita o povo a meditar na Palavra de Deus e ensiná-la a seus filhos. Moisés destaca a doutrina de Deus em meio as falsas doutrinas dos deuses das nações pagãs. O povo de Deus deveria dá ouvidos unicamente a doutrina de Deus, e desprezar as falsas doutrinas ensinadas pelos ministros dos deuses falsos. O cântico de Moisés contém um resumo da história de Israel. Ele faz o povo lembrar de seus erros, a fim de que não mais os repetisse, e suscitou a nação a confiar unicamente em Deus. 

TRÊS TIPOS DE DOUTRINA:

1) Doutrina dos homens.

... As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrina dos homens; as quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum, senão para a satisfação da carne (Cl.2.22,23).

2) Doutrina de demônios.

Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (I Tm.4.1).

3) Doutrina de Deus. 

Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina... (I Tm.4.16).

Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina (Tt.2.1).

Todo aquele que prevarica e não persevera na doutrina de Cristo não tem a Deus; quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto o Pai como o Filho (II Jo.1.9).

Jesus respondeu e disse-lhes: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. 

Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo (Jo.7.16,17).

Jesus afirma que a sua doutrina é de Deus, e Ele apenas a transmite e ensina ao povo.

Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória...(v.18).

Jesus resalta um critério da máxima importância para testar se um pregador é ou não um homem de Deus; ele busca a sua própria glória ou o progresso da causa do Senhor? Ao avaliar um pastor ou um pregador itinerante, note se sua pregação engrandece a ele mesmo ou a Cristo. 

Todos que pregam e ensinam a Palavra de Deus, devem fazer para glória de Deus e nunca para exaltar o seu próprio ego, em demonstração de vã glória e sabedoria.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

O QUE FALA A BÍBLIA SOBRE A CONQUISTA ESPACIAL.

 

A Bíblia não faz menção direta à conquista ou exploração espacial moderna, uma vez que foi escrita em um contexto cultural e científico muito anterior a essas tecnologias. No entanto, estudiosos interpretam diversos textos bíblicos para refletir sobre a relação da humanidade com o cosmos. Por exemplo: Se te elevares como águia e puseres o teu ninho entre as estrelas, dali te derribarei, diz o SENHOR (Ob.1.4). Ainda que cavem até ao inferno, a minha mão os tirará dali; e, se subirem ao céu, dali os farei descer (Amós, 9.2). Ainda que a sua altura suba até ao céu, e a sua cabeça chegue até às nuvens, como o seu próprio esterco perecerá para sempre; e os que o viam dirão: Onde está? (Jó.20.6,7).

Obadias 1.4, é por vezes usado em debates sobre a colonização de outros planetas: "Ainda que subas alto como a águia, e ponhas o teu ninho entre as estrelas, dali te derrubarei, diz o Senhor". No contexto original, trata-se de um julgamento contra o orgulho da nação de Edom, mas é usado como metáfora sobre os limites impostos por Deus. 

A Bíblia apresenta o universo como uma obra de Deus, criada para manifestar Sua glória. O Salmo 19:1 afirma que "Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos".

Em Gênesis 1:28, Deus ordena ao homem "dominar sobre a terra". Algumas interpretações sugerem que esse mandato poderia ser estendido ao espaço como uma extensão da responsabilidade humana sobre a criação.

A história da Torre de Babel (Gênesis 11:1-9) é frequentemente citada como um alerta sobre a ambição humana de "tocar o céu" por motivos de orgulho, o que leva alguns a questionar se o esforço da conquista espacial deve ser motivado pela busca de conhecimento ou pela vaidade humana.

Para muitos astronautas cristãos, como Barry Wilmore, a exploração espacial não contradiz a Bíblia, mas serve como uma forma de observar de perto a complexidade do projeto divino. 

Afinal, porventura, Deus não sabia de antemão que o homem iria desenvolver tecnologias capaz de conquistar o espaço? 

Deus é mistério, existem mistérios, eventos inexplicáveis e sobrenaturais além da lógica racional.

Como disse William Shakespeare: "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia".

quinta-feira, 2 de abril de 2026

PESSACH - A Páscoa Do Senhor.


Assim, pois, o comereis: os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do SENHOR (Êxodo,12.11).

Pessach é a Festa que o Senhor escolheu para libertar seu povo da escravidão do Egito e nos libertar do pecado pelo sacrifício do Cordeiro de Deus.

O capítulo 12 do livro do Êxodo descreve a Festa da Páscoa. A Páscoa é uma festa que assinala um novo começo para a nação de Israel. Essa festa sagrada acontece no mês de Abibe (termo hebraico que marcava o ínicio da colheta), em nosso calendário março/abril. Esse mês tornou-se "o primeiro dos meses" de um ano novo para a nação. O propósito da Páscoa era relembrar ao povo a sua libertação da terra do Egito, mediante os poderosos atos redentores de Deus.

No ritual da Páscoa, um cordeiro deveria ser sacrificado, assado e comido por cada família, com pães asmos (sem fermento) e ervas amargosas. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (Ex.12.4). Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o anjo destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas (daí o termo Páscoa, do hebraico pessach, que significa passar por cima, pular além da marca, ou poupar). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte que foi executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando para o advento do "Cordeiro de Deus" que veio para nos libertar da escravidão e tirar o pecado do mundo, que séculos mais tarde foi anunciado por João, o batista (Jo.1.29). Portanto, Páscoa cristã significa salvação, libertação, vida, ressurreição e esperança em Cristo, nosso Cordeiro pascoal. Assim afirmou o apóstolo Paulo: Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade (I Co.5.7,8). 

Na Nova Aliança, Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele o Cordeiro que foi sacrificado pela humanidade afim de nos salvar e nos libertar do pecado. Cristo é nossa Pessach, sem Ele contianuaremos sendo escravos do pecado, fadados ao fracasso, sem salvação. É conhecendo a verdade que seremos livres e libertos do pecado e de toda maldição. Jesus disse: E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres (Jo.8.32,36). Portanto, Páscoa é libertação, salvação e ressurreição para uma nova vida com Cristo. Amém! 

quarta-feira, 1 de abril de 2026

PÁSCOA É CORDEIRO NÃO COELHO.

O capítulo 12 do livro do Êxodo descreve a Festa da Páscoa. A Páscoa é uma festa que assinala um novo começo para a nação de Israel. Essa festa sagrada acontece no mês de Abibe (termo hebraico que marcava o ínicio da colheta), em nosso calendário março/abril. Esse mês tornou-se "o primeiro dos meses" de um ano novo para a nação. O propósito da Páscoa era relembrar ao povo a sua libertação da terra do Egito, mediante os poderosos atos redentores de Deus.

No ritual da Páscoa, um cordeiro deveria ser sacrificado, assado e comido por cada família, com pães asmos (sem fermento) e ervas amargosas. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (Ex.12.4). Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o anjo destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas (daí o termo Páscoa, do hebraico pesah, que significa passar por cima, pular além da marca, ou poupar). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte que foi executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando para o advento do "Cordeiro de Deus" que veio para nos libertar da escravidão e tirar o pecado do mundo, que séculos mais tarde foi anunciado por João, o batista (Jo.1.29). Portanto, Páscoa cristã significa salvação, libertação, vida, ressurreição e esperança em Cristo, nosso Cordeiro pascoal. Assim afirmou o apóstolo Paulo: Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade (I Co.5.7,8). Amém! 

COMO SURGIRAM OS SÍMBOLOS DO COELHO E OVOS NA PÁSCOA?

Diz a lenda que em um inverno particularmente longo, as pessoas começaram a se desesperar, pensando que ele não teria fim, e que elas pereceriam por conta dele. 

Então, para acalmar o coração das pessoas, a Deusa Ostara desceu dos céus para ajudá-los a perceber os sinais de vida que estavam começando a surgir com a nova estação. 

Com isso, eles passaram a chamá-la de deusa da primavera, e ela foi associada à fertilidade por causa da vida que estava voltando às florestas.

A Deusa Eostre era jovem e não tinha filhos, mas ela amava as crianças e as divertia com sua magia, e acabou ficando ali por muito tempo.

Assim, o inverno voltou, e em uma de suas caminhadas, ela encontrou um pássaro ferido, e para salvá-lo, Eostre o transformou em lebre. Porém, como seus poderes estavam fracos pois só se renovariam na primavera, a transformação não aconteceu por completo, por isso, a lebre ainda tinha a habilidade de botar ovos.

Entretanto, a lebre estava tão feliz por ter sua vida salva pela deusa, que botou ovos, os decorou e ofereceu a Eostre como forma de agradecimento.

Muito feliz, a deusa compartilhou os ovos com as crianças que ela tanto amava, e a partir desse momento, a lebre e os ovos foram associados como símbolos da deusa.  

Então, sempre que a primavera chegava, as pessoas esculpiam lebres em madeira, decoravam ovos e os entregavam como forma de representar e honrar os poderes de Eostre.

A celebração à Eostre, apesar de não envolver altares ou templos, sempre esteve muito forte na cultura pagã, principalmente por sua ligação à primavera, e o mesmo acontece com os seus símbolos: 

Lebre/coelho: representando o recomeço, vitalidade e fertilidade.

Ovo: símbolo de fertilidade e começo da vida.

Devido a essa força, a religião cristã incorporou as características dessa celebração para que não houvesse mais rituais pagãos.

E é por isso que Eostre ficou conhecida como deusa da páscoa, pois o coelho e o ovo são, até hoje, fortes símbolos da data.

Fonte: https://www.astrocentro.com.br/blog/espiritual/deusa-eostre/?

A intenção é sempre tirar o foco do verdadeiro sentido da Páscoa. Todavia, Páscoa não é coelho é Cordeiro; nem é chocolate é ervas amargosas.

Páscoa é salvação, libertação e ressurreição para viver uma nova vida com Deus. Amém! 

sexta-feira, 27 de março de 2026

Milagres Extraordinários.


Deus fazia milagres extraordinários por meio de Paulo, de modo que até lenços e aventais que Paulo usava eram levados e colocados sobre os enfermos. Estes eram curados de suas doenças, e os espíritos malignos saíam deles (Atos, 19.11,12). NVI

O ministério de Paulo na cidade de Éfeso foi marcado por milagres extraordinários de curas e expulsão de demônios, levados a efeito de modo direto, ou através de lenços e aventais que ele carregava. Paulo era fazedor de tendas, esta era a sua profissão (At.18.3). Paulo usava lenços para enxugar suor e aventais para proteção no trabalho de confecção de tendas com tecido couro. 

As cidadãos de Éfeso sabendo que Paulo era um homem usado por Deus, o requisitava para que ele fosse em suas casas e comunidades para orar pelos enfermos e pessoas endemoninhadas. Entretanto, devido a sua ocupação, ele ficava impossibilitado de atender a todos pessoalmente. Diante disso, Paulo enviava seus lenços e aventais e mandava colocar sobre as pessoas, estas eram curadas e os demônios saíam dos corpos das pessoas oprimidas e possessas. 

Na sequência, o escritor Lucas escreve: E alguns dos exorcistas judeus, ambulantes, tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega. Os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes. Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: Conheço a Jesus e bem sei quem é Paulo; mas vós, quem sois? E, saltando neles o homem que tinha o espírito maligno e assenhoreando-se de dois, pôde mais do que eles; de tal maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa. E foi isto notório a todos os que habitavam em Éfeso, tanto judeus como gregos; e caiu temor sobre todos eles, e o nome do Senhor Jesus era engrandecido (At.19.13-17).

Os pseudos evangelistas e pastores atuais que procuram obter dinheiro fácil, vendendo lenços, toalhas, azeite, água, etc.., dizendo serem "ungidos", são falsos milagreiros e charlatões da fé. Eles dizem que estão agindo segundo os motivos e propósito de Paulo. Porém, Paulo não usava a sua unção em troca de dinheiro. Ele apenas multiplicou o poder que nele havia, através desses meios tangíveis, e assim curou e libertou mais pessoas do que impondo as mãos pessoalmente. 

Esta atitude de Paulo de enviar lenços e aventais para curas e libertação, não se trata aqui de ensino doutrinário como um princípio permanente, mas do registro de um caso no ministério de Paulo, dirigido por Deus. 

A Bíblia não diz que Paulo fez milagres extraordinários, mas que Deus os fez por meio de Paulo. Deus trabalha tanto no ordinário quanto no extraordinário. Se milagre já é grande coisa, imagine milagres extraordinários. Aguarde o sobrenatural de Deus, de repente Ele vai te surpreender com milagres extraordinários.

Deus é o mesmo, Ele continua operando milagres extraordinários no poder do nome de Jesus Cristo. Amém!