PREGANDO A VERDADE: 2026

sábado, 14 de fevereiro de 2026

QUEM É FORTE?


Todos querem ser forte, todos querem o primeiro lugar no pódio, todos querem ser exaltados junto aos fortes, todos querem ficar ao lado do mais forte, mas a força e o poder absoluto é exclusivo de Deus. Está escrito: Eis que o Senhor JEOVÁ virá como o Forte, e o seu braço dominará; eis que o seu galardão vem com Ele, e o seu salário, diante da sua face (Is.40.10). Muitos pensam que são forte, só pensam e acham que são, porém o Forte é JESUS.

O Ferro pensou que era forte, mais forte do que o ferro é o fogo que derrete o ferro.

O Fogo pensou que era forte, mais forte do que o fogo é a água que apaga o fogo.

A Água pensou que era forte, mais forte do que a água é o sol que consome a água.

O Sol pensou que era forte, mais forte do que o sol é são as nuvens que ofosca o brilho do sol.

As Nuvens pensou que era forte, mais forte do que as nuvens é o vento que espalham as nuvens.

O Vento pensou que era forte, mais forte do que o vento é a montanha que dividem os ventos.

A Montanha pensou que era forte, mais forte do que a montanha são os homens que com suas máquinas destróem a montanha.

Os Homens pensaram que eram fortes, mais forte do que os homens é a morte que mata os homens.

A Morte pensou que era forte, mais forte do a Morte é JESUS que venceu a Morte.

... então, cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória! (I Co.15.54).

Não temas; eu sou o Primeiro e o Último e o que vive; fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre, Amém! E tenho as chaves da morte e do inferno (Ap.1.17,18).

E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo... (Ap.20.14).

JESUS é o mais Forte, Ele venceu a Morte, venceu o Inferno, venceu Satanás e subiu triunfante ao céu de glória. Amém!  

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

13 É O NÚMERO DO AZAR?


E estando Paulo no meio do Areópago, disse: Varões atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos; porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: AO DEUS DESCONHECIDO. Esse, pois, que vós honrais não o conhecendo é o que eu vos anuncio (Atos, 17.22,23). 

O número 13, é conhecido por muitos como o número do azar. Temido pelas pessoas que são supersticiosas. O termo Superstição do latim é superstitĭo, a superstição é uma crença que é contrária à razão e alheia à fé religiosa. O supersticioso crê que certos fenômenos têm uma explicação mágica ou mística. Eles dizem que as superstições aparecem como explicação para muitos fatos que desconhecemos. A superstição é um mito que vem desde os tempos remotos, os povos antigos já tinham suas crendices em fatos relacionados ao mundo invisível. Paulo em Atenas, percebeu que os cidadãos atenienses eram supersticiosos, e baseado na sua crença, ele pregou a sua mensagem. 

Para os místicos o número 13 está associado a evolução de todo ser e também é um número poderoso, pois o número 13 somado é igual a 4 ( 1+3=4 ) e o número 4 significa o tudo existente, os quatro elementos: Água, fogo, terra e ar. 

A superstição é derivada da nossa falta de fé e conhecimento da palavra de Deus, mas quando nos tornamos maduros na fé e no conhecimento, nossa forma de pensamento muda completamente. 

A ligação ao número 13 deve-se ao fato de que foi numa sexta-feira que Cristo foi crucificado, após a última ceia onde estiveram presentes 13 pessoas, Cristo e os 12 apóstolos, sendo traído por Judas, que se enforcou também numa sexta-feira. As pessoas que evitam a influência do número 13 a todo o preço são consideradas triscaidecofóbicos. 

Por causa da superstição, o número 13 tem sido extinto em muitos andares de edifícios e repartições. E se você nunca pensou bem nisto, olhe à sua volta e veja quantos prédios de hotéis não contam com o décimo terceiro andar ou com o quarto número treze. E também você nunca sentiu a falta da tecla F13 do seu computador?

Você já percebeu que muitos prédios pulam do 12º para o 14º andar e que algumas companhias aéreas não têm a fileira 13? E também você nunca sentiu a falta da tecla F13 do seu computador? Isso acontece por causa da triscaidecafobia, o medo irracional do número 13.

O 12 sempre simbolizou completude: 12 meses, 12 signos, 12 horas no relógio. O 13, é visto como “o intruso”, é visto como quebrando a ordem. 

A história registra muitas superstições relacionadas ao número 13.

Visão de Sorte e Significado Positivo:

Na Numerologia: 

Representa transformação, determinação, renovação e quebra de ciclos antigos para o início de novos.

Na Cultura Italiana: 

O 13 é considerado um número da sorte.

Na Cultura Judaica: 

O 13 Representa conexão com o divino. 

Em suma, a reputação de "número do azar" é uma construção cultural e folclórica, não uma lei da natureza, variando drasticamente de acordo com a crença de cada local ou pessoa.

Hoje, a fobia influencia a vida moderna: prédios evitam o 13, salas de cirurgia mudam a numeração, empresas podem adiar decisões e até na Fórmula 1 o número 13 era evitado nos carros por superstição.

Mas, a boa notícia é que JESUS escolheu 12 apóstolos, sendo Ele 13º quebrar a ideia de que o 13 traz azar, porque JESUS é a nossa Sorte que veio para nos libertar de todos os temores e superstições. 

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.

Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres (Jo.8.32,36). Amém! 

domingo, 8 de fevereiro de 2026

BEZALEL - O Artesão Chamado Por Deus.

 

Depois, falou o Senhor a Moisés, dizendo: Eis que eu tenho chamado por nome a Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o enchi do Espírito de Deus, de sabedoria, e de entendimento, e de ciência em todo artifício, para inventar invenções, e trabalhar em ouro, e em prata, e em cobre, e em lavramento de pedras para engastar, e em artifício de madeira, para trabalhar em todo lavor.

E eis que eu tenho posto com ele a Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, e tenho dado sabedoria ao coração de todo aquele que é sábio de coração, para que façam tudo o que te tenho ordenado,

a saber, a tenda da congregação, e a arca do Testemunho, e o propiciatório que estará sobre ela, e todos os móveis da tenda; 

e a mesa com os seus utensílios, e o castiçal puro com todos os seus utensílios, e o altar do incenso;

e o altar do holocausto com todos os seus utensílios e a pia com a sua base;

e as vestes do ministério, e as vestes santas de Arão, o sacerdote, e as vestes de seus filhos, para administrarem o sacerdócio;

e o azeite da unção e o incenso aromático para o santuário; farão conforme tudo que te tenho mandado (Êxodo 31:1-11). 

Bezalel, nome de origem hebraica, significa "na sombra de Deus" ou "sob a proteção de Deus". Bezalel é uma figura única na Bíblia, revelado no livro de Êxodo, passou a ser conhecido como o principal artesão e construtor do Tabernáculo e da Arca da Aliança, ele foi capacitado pelo Espírito de Deus com habilidades em ouro, prata, bronze, madeira e pedras. 

Bezalel era um artífice que vivia no anônimato, mas ele foi o primeiro homem na Bíblia a ser descrito como cheio do Espírito de Deus para realizar um trabalho específico. Ele não foi capacitado para liderar exércitos ou proclamar profecias, mas para criar artes. Bezalel recebeu a missão divina de liderar a construção do Tabernáculo, o local onde Deus habitaria entre o povo de Israel durante sua jornada pelo deserto.

Deus poderia ter usado milagres ou anjos para construir Seu Tabernáculo. Mas Ele escolheu uma pessoa, alguém cujas mãos teriam a tarefa sagrada de moldar ouro, prata, madeira e tecidos em objetos que simbolizavam Sua presença. Essa escolha revela algo profundo: Deus valoriza tanto o trabalho humano quanto os talentos únicos que Ele próprio nos dá.

Ao explorarmos a história de Bezalel, aprendemos algo precioso: Nosso Deus não apenas nos liberta e salva, Ele também se preocupa com nossas habilidades cotidianas, com nosso trabalho, criatividade e até mesmo com nossa profissão. Algo que aparentemente parece tão simples, construir com madeira ou tecer tecidos, porém pode ser divino quando capacitado por Deus e feito para glorificar o seu Nome.

Bezalel estava no deserto, no meio do povo que acabou de escapar da escravidão no Egito. Todo mundo está tentando se adaptar à vida nômade, sobrevivendo dia após dia. De repente, Deus se manifesta e diz: “Eu escolhi Bezalel e o enchir do meu Espírito para construir um Tabernáculo para Mim.”

Foi exatamente isso que aconteceu quando Deus chamou Bezalel. Ele não era um líder como Moisés nem alguém conhecido por grandes feitos militares. Era um artesão. Alguém que passava os dias trabalhando com as mãos, moldando objetos e transformando materiais brutos em algo belo. E então, Deus não apenas o escolheu para uma obra divina, Ele também o encheu do Seu Espírito.

Pensa só no peso disso! Bezalel não foi encarregado de criar qualquer projeto comum. O Tabernáculo seria o espaço onde Deus habitaria entre o Seu povo, um lugar tão especial que cada detalhe precisava ser construído exatamente conforme as ordens divinas. Desde os artigos em ouro reluzente até os tecidos finamente bordados… tudo tinha que ser perfeito.

Bezalel ficou maravilhado por ser escolhido por Deus, ele prontamente aceitou o desafio. Mesmo que, como qualquer ser humano, ele pudesse ter dúvidas ou medos, escolheu obedecer e confiar na capacitação divina. A história de Bezalel nos mostra que, no Reino de Deus, não é necessário ocupar posições de grande destaque para desempenhar um papel valioso. 

Na história de Bezalel, nós aprendemos que, cada talento tem a sua importância para Deus e Ele usa os talentos das pessoas de forma extraordinária para o que Lhe for útil. Amém! 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

QUEM TEM UNÇÃO INCOMODA.


O capítulo 17 do primeiro livro de Samuel, narra o epsódio que antecede a luta de Davi contra o gigante Golias. Davi é enviado pelo seu pai Jessé com a missão de levar alimentos para seus irmãos que estavam no campo de batalha a serviço do rei Saul. Davi em obediência a ordem do seu pai, vai até o acampamento onde estavam seus irmãos mais velhos. Chegando lá Davi se depara com o gigante Golias afrontando o exército Israelitas.

Disse mais o filisteu: Hoje, desafio as companhias de Israel, dizendo: Dai-me um homem, para que ambos pelejemos. Ouvindo, então, Saul e todo Israel essas palavras do filisteu, espantaram-se e temeram muito.

Chegava-se, pois, o filisteu pela manhã e à tarde; e apresentou-se por quarenta dias (17.10,11,16).

Davi é movido pelo Espírito de Deus e entende que essa causa é para ele guerrear. Davi pergunta: "Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo? (v.26). 

Porém algo inesperado acontece quando Eliabe, irmão mais velho de Davi, se incomoda com a unção e ousadia de Davi. 

O texto sagrado diz: E, ouvindo Eliabe, seu irmão mais velho, falar àqueles homens, acendeu-se a ira de Eliabe contra Davi, e disse: Por que desceste aqui? Com quem deixaste aquelas poucas ovelhas no deserto? Bem conheço a tua presunção, e a maldade do teu coração, que desceste para ver a peleja.

Então disse Davi: Que fiz eu agora? Porventura não há razão para isso?

E desviou-se dele para outro, e falou conforme àquela palavra; e o povo lhe tornou a responder conforme às primeiras palavras.

E, ouvidas as palavras que Davi havia falado, as anunciaram a Saul, que mandou tomá-lo.

E Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá, e pelejará contra este filisteu (17.28-32).

Quando Eliabe seu irmão, ouviu-o  falando com os soldados, ficou furioso e perguntou: “O que você está fazendo aqui? Não devia estar tomando conta daquelas poucas ovelhas? Conheço sua arrogância e suas más intenções, Você quer apenas ver a batalha!

Eliabe interpretou mal os motivos de Davi e acusou-o de orgulho e negligência em suas tarefas.

Quem era para apoiá-lo não o fez, mas preferiu despresar e julgar falsamente.

Eliabe representa o irmão chegado que queremos próximo de nós para nos apoiar. Mas este nos decepciona, porque não celebra as nossas vitórias.

Eliabe já tinha um ressentimento no coração por ver Davi vivendo algo que Ele gostaria de viver. Eliabe havia sido rejeitado por Deus Para esse gargo (I Sm.16.7).

Deus não escolhe por aparência física, nem por status, Deus olha para o coração. 

Eliabe era o irmão mais velho de Davi, porém a unção de Deus não estava sobre ele.

Assim como Davi enfrentou oposição, ocorre também com muitos de nós. Davi enfrentou oposição, desdém e incompreensão. Eliabe, seu irmão mais velho, possivelmente com inveja da unção de Davi, liderou o ataque na intenção de desmotivá-lo.

Isto se repete com muitos escolhidos de Deus hoje, estão paralisados ministerialmente pelo que ouviram de alguns Eliabe.

Mas, não pare, não retroceda por causa de críticas, pois Aquele que te chamou é quem te capacita e te fortalece.

Davi foi duramente ofendido e acusado por quem deveia apoiá-lo. Mas ele não se deixou paralisar, nem desanimou, ele Prosseguiu para exercer a função qual Deus lhe havia confiado.

Para vivermos o chamado de Deus, precisamos aprender a ignorar palavras que saem da boca de pessoas amarguradas e ressentidas como Eliabe.

Davi aos olhos de muitos era apenas um bastardo, mas aos olhos de Deus era um homem segundo o seu coração.

Antes de Davi enfrentar Golias e vencê-lo, ele teve que enfrentar Eliabe (o não ungido); teve que enfrentar Saul (o ex-ungido); e por fim Golias (o anti-ungido).

Quem tem unção sempre incomoda. Mas não adianta se incomodar nem ter inveja daquele que Deus escolhe, é perca de tempo, porque Deus sempre vai honrar seus escolhidos. Amém! 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

PREGADORES DA PALAVRA OU MANIPULADORES DA PALAVRA?

 


Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino, que pregues a Palavra... (II Tm.4.1,2).

Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina (Tt.2.1).

O apóstolo Paulo, preocupado com os ensinos e pregações dos falsos mestres e pregadores da época, instrui os pastores Timóteo e Tito a pregarem e ensinarem a Palavra de forma sã e sadia ao povo; sendo totalmente contrário aos falsos mestres e pregadores da sua época.

No presente século, há diversidades de pregações, na qual as pregações instrutivas e doutrinárias, evangelísticas e avivalistas sofrem alterações e são usadas e abusadas por muitos com mensagens fora do contexto textual, ou sem fundamento bíblico algum.  A pregação genuína norteada na Palavra de Deus e associada ao poder e dependência do Espírito Santo, torna-se cada vez mais urgente e necessária.

Pregar é expor as Escrituras no poder do Espírito, com fidelidade interpretativa ao texto, simplicidade de palavras, objetividade no propósito e sensibilidade às necessidades dos ouvintes.

Distorcer ou manter uma interpretação das Escrituras de forma equivocada é um ato irresponsável e inaceitável para um pregador ou ensinador da Palavra.

Muitos pregadores e até ensinadores, manipulam a Palavra interpretando-a do seu jeito, na intenção de mercadejarem a Palavra, contando o povo como números e fazendo deles negócio.

Com o propósito de manipular e agradar os ouvintes, muitos absurdos estão sendo pregados e ensinados nos púlpitos das igrejas, sob a alegação de estar sendo pregada a genuína mensagem de Deus.

O propósito da pregação é comunicar a verdade de Deus de forma simples. Todos os grandes pregadores por mais doutos, cultos e inteligentes que foram, falaram aos seus ouvintes com simplicidade e clareza, e no poder do Espírito.

O apóstolo Paulo, apesar de seu vasto conhecimento teológico, não se preocupava em demonstrar erudição, intelectualismo ou qualquer outra qualidade acadêmica. Seu foco estava em pregar com simplicidade e clareza, e no poder do Espírito (I Co.2.1-5).

É lamentável ver nos dias atuais, que, em decorrência de algum nível de formação acadêmica por parte de alguns pregadores, muitas pregações têm se transformado em meras exposições arrogantes. Pura vaidade acadêmica e teológica, visando mais exaltar o próprio ego humano do que a Palavra de Deus.

Em plena sociedade do espetáculo e da fama, influenciados por uma cultura narcísica, muitos pregadores buscam ansiosamente a glória do púlpito, tornando-se profissionais do púlpito. Diante disso, os referenciais bíblicos são mais uma vez necessários, para que toda uma geração de novos pregadores possa retornar à Palavra, tendo-a como modelo e referência para o ministério da pregação.

Um grande problema a ser corrigido nos pregadores é a tentativa de manipulação emocional dos ouvintes. É provável que, você já presenciou ou já foi vítima de um pregador manipulador. Pregadores manipuladores entendem que a "confirmação" da sua mensagem dependem exclusivamente dos resultados imediatos, como gritos, pulos e "línguas estranhas" no meio do povo. 

Alguns pregadores, além de tentar manipular o povo, tentam também manipular (ou forjar) o poder do Espírito Santo, o que é algo impossível de ser realizado. Os homens podem ser manipulados, mas o Espírito Santo, nunca. 

Com o objetivo de demonstrar poder e autoridade espiritual, muitos pregadores usam e ausam das mais estranhas praticas: Pulam, gritam, choram, riem, deitam, correm, falam "línguas estranhas", afirmam estar vendo anjos e bola de fogo no meio da igreja, profetizam; tudo para impressionar o povo que, sem conhecimento e discernimento espiritual, acabam acreditando em tudo que ouve e ver. O pregador só precisa ter a consciência de que orou, jejuou, estudou a Palavra e colocou a mensagem sob a direção do Espírito Santo. 

Pregadores pentecostais genuínos não precisam tentar manipular o povo nem o poder do Espírito Santo. Só precisam pregar a Palavra com simplicidade e no poder do Espírito. A pregação na dependência e no poder de Espírito gera, consequentemente, os seus resultados: Salvação, libertação, curas, milagres, batismos no Espírito Santo... 

Os verdadeiros pregadores pentecostais pregam a Palavra, eles não estão presos a apenas um estilo de pregação. Eles pregam de forma expositiva, textual e temática.

Portanto, devemos seguir os conselhos de Paulo e o exemplo do nosso Mestre Jesus: Pregue a Palavra e fale a Sã Doutrina. Amém! 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

A HUMILHAÇÃO E A EXALTAÇÃO DE CRISTO.


De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus,

que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus.

Mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens;

e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.

Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome,

para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra,

e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai (Fp.2:5-11).

Paulo instrui os crentes de Filipos a terem o mesmo sentimento de humildade que houve em Cristo Jesus, a agirem e servirem ao Senhor com humildade e amor, relembrando-os do sacrifício realizado por Cristo por amor a todos nós.

Paulo mostra a descida e a humilhação de Cristo, para em seguida também mostrar a subida e a exaltação de Cristo. Aqui nós aprendemos que, no Reino de Deus, primeiro se descer para depois subir. Muitos querem subir e querem ser exaltados, só não querem descer pelo caminho da humilhação. Mas Deus ainda continua exaltando Jesus na vida dos humildes que estão descendo pelo caminho da humildade.

Paulo enfatiza como o Senhor Jesus deixou a glória incomparável do céu e humilhou-se como um servo, sendo obediente até à morte e morte de cruz, para beneficiar a muitos. 

A humildade de Cristo deve existir nos seus seguidores, os quais foram chamados para viver com sacrifício e renúncia. 

A DESCIDA E HUMILHAÇÃO DE CRISTO.

1) Deixou o céu de glória para descer até terra.

Ele abriu mão das suas prerrogativas, deixando a sua glória que tinha junto ao Pai, desceu para nos socorrer e nos reconciliar com Deus.

2) Sendo Deus, Ele se fez homem.

... que sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus (v.6) ARC

... que embora sendo Deus, não considerou que o ser igual a Deus era algo a que devia apegar-se (v.6) NVI

Jesus sempre foi Deus, pela sua própria natureza é igual ao Deus Pai antes, durante e depois da sua permanência na terra. Mesmo sendo Deus, Ele não se apegou aos seus direitos divinos, mas abriu mão dos seus privilégios e glória no céu, a fim de que nós, na terra, fôssemos salvos.

Enquanto Jesus é Deus e se fez homem, muitos homens querem ser Deus.

3) Aniquilou-se a si mesmo (v.7)

O texto grego do qual foi traduzida esta frase, diz literalmente, que Ele "se esvaziou", isto é, deixou de lado sua glória celestial (Jo.17.4), posição (Jo.5.30; Hb.5.8). riquezas (II Co.8.9), direitos (Lc.22.27; Mt.28.20) e o uso de prerrogativas divinas (Jo.5.19; 8.28; 14.10). Esse "esvaziar-se" importava não somente em restrição voluntária dos seus atributos e privilégios divinos, mas também na aceitação do sofrimento, da incompreensão, dos maus tratos, do ódio e, finalmente, da morte de maldição na cruz. 

(Comentário B.E.P. nota de rodapé).

4) Na forma de servo... Semelhante aos homens (v.7).

Ele veio como servo, o seu ministério de servo é transparente, temos na Bíblia vários textos que tratam de Cristo assumindo a forma de servo (Mc.10.45; Mt.20.28; Jo.13.1-17; I Tm.2.6; Tt.2.14; Hb.2.7,14). Cristo, o Senhor, tornou-se servo; quando muitos homens mortais se acham senhor de tudo e só querem ser servidos.

Embora sendo 100% Deus e 100% homem, Cristo tomou sobre si uma natureza humana com suas fraquezas, limitações, humilhações e suas tentações, porém sem pecado (Hb.4.15;). 

5) Humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz (v.8).

O ápice da humilhação de Cristo foi submeter-se a morte, e morte de cruz, considerada a forma mais vergonhosa e cruel na época.

Cristo humilhou-se e foi humilhado; Ele desceu até às partes mais baixas da terra para depois subir acima de todos os céus (Ef.4.9). 

A SUBIDA E EXALTAÇÃO DE CRISTO.

1) Cristo é exaltado na sua ressurreição.

Ele ressuscita com um corpo glorificado.

2) Cristo é exaltado na sua ascensão ao céu.

Ele retornou ao seu estado de glória junto ao Pai.

3) Cristo é exaltado acima de todo o nome.

Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome (Fp.2.9).

4) Cristo é exaltado como o Soberano dos reis da terra (Ap.1.5).

5) Cristo é exaltado acima de todas as coisas.

E sujeitou todas as coisas a seus pés e, sobre todas as coisas, o constituiu como cabeça da igreja (Ef.1.22).

6) Cristo é exaltado triunfando sobre todos as forças e poderes satânicos.

E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo (Cl.2.15).

7) Cristo é exaltado levando cativo o cativeiro e dando dons aos  homens.

Pelo que diz: Subindo ao alto, levou cativo o cativeiro e deu dons aos homens (Ef.4.8).

Aprendemos na Bíblia que a humilhação é o caminho para a exaltação (Mt.23.12; Lc.14.11; Tg.4.10; I Pe.5.6).

Aquele que sofreu, temporariamente, a maior das humilhações, sendo Ele quem era, recebeu eternamente a maior das exaltações.

Cristo vive e está exaltado acima de tudo e de todos; Ele está no Trono rodeado de glória. Amém! 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

REDENÇÃO.


Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado (I Pe.1.18,19).

O significado original de "redenção" (gr. apolutrosis) é resgatar mediante o pagamento de um preço. A expressão denota o meio pelo qual a salvação é obtida, a saber: Pagamento de um resgate. Este pagamento foi efetuado por Cristo através da sua morte na cruz do Calvário.

A Doutrina da Redenção pode ser resumida da seguinte forma: 

1) ESCRAVOS DO PECADO.

O estado da humanidade no pecado, do qual precisamos ser redimidos é de total escravidão. A Bíblia mostra que o ser humano está alienado de Deus, sob o domínio de Satanás (At.10.38; 26.18), escravisado pelo pecado (Rm.6.6; 7.14) e necessitando de lebertação (At.26.18; Rm.1.18; Ef.5.8; Cl.1.12; I Pe.2.9). Sob o domínio de Satanás, todos os homens são escravos do pecado; todavia, sob o domínio do poder de Cristo, todos os homens são livres e libertos do pecado para viverem em novidade de vida para glória de Deus.

2) O PREÇO DO RESGATE.

O preço pago para nos libertar dessa escravidão não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, mas foi com o precioso sangue de Cristo (I Pe.1.18,19). Cristo pagou esse preço ao derramar o seu sangue e dar a sua vida para resgatar toda humanidade escrava do pecado e sob o domínio de Satanás. Cristo pagou um alto preço e nos fez livres para sempre.

3) A LIBERTAÇÃO DOS CRENTES REDIMIDOS.

Em tempos passados e na presente era, os crentes redimidos por Cristo estão agora livres do domínio de Satanás e da culpa e do poder do pecado (At.26.18; Cl.1.13). Essa libertação do pecado, no entanto, não nos deixa brindados para o pecado, mas devemos lutar contra nossa própria natureza carnal, propensa ao pecado. Como disse Paulo: Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis (Gl.5.17). O campo de batalha está no próprio cristão, e o conflito continuará por toda a vida terrena, até enfim reinar com Cristo.

Texto adaptado com meus acrescímos da Bíblia de Estudo Pentecostal.

REDENÇÃO. (gr. exagorazō, lytroō, agorazō, lytrōsis, apolytrōsis) 

O termo grego denota “resgatar”, “remir”, “comprar para fora”, e mais especificamente, comprar um escravo com o objetivo de libertá-lo. 

O verbo exagorazō se relaciona com o preço pago com vistas a remir (Gl 3.13; 4.5; Ef 5.16; Cl 4.5), enquanto lytroō, significa a própria “libertação” (Lc 24.21; Tt 2.14). Em Apocalipse (5.9 e 14.3,4), ocorre o verbo agorazō. 

O substantivo apolytrōsis é uma forma fortalecida de exagorazō, que significa literalmente “libertação por resgate” (Lc 21.27,28; Rm 3.24; 8.23; 1 Co 1.30; Ef 1.14,17; 4.30; Cl 1.14; Hb 9.15). No Novo Testamento, Jesus é tanto o “Resgatador” quanto o “resgate”; os pecadores perdidos são os “resgatados”.

Jamais poderemos louvar adequadamente o nosso Redentor por sua redenção, enquanto não compreendermos plenamente a nossa condição de pecadores, nossa necessidade de redenção, o preço dela e a libertação que nos é concedida pelo Redentor.

Fonte: A Sã Doutrina: Uma Perspectiva Pentecostal Clássica.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

JESUS CRISTO - O GANHADOR DE ALMAS.


O fruto do justo é árvore de vida, e o que ganha almas é sábio (Pv.11.30).

Há muitos versículos no livro de provérbios sobre sábio e sabedoria, mas provérbios 11.30 é especial; isto porque nos fala em ganhar almas para Deus. Ainda falando sobre almas, no livro de provérbios está escrito: Livra os que estão destinados à morte e salva os que são levados para a matança, se os puderes retirar (Pv.24.11). O conquistador de almas é especial para Deus, porque ele realiza uma grande obra que está no coração de Deus. 

Jesus Cristo, foi o maior ganhador de almas de todos os tempos. Com base na sua missão, Ele disse: Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o que se havia perdido (Lc.19.10). Em outra ocasião Ele disse: Porque o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las (Lc.9.56). 

A missão principal da igreja é ganhar almas para o Reino de Deus. Jesus Cristo, nosso Salvador, durante o seu ministério terreno teve como alvo principal ganhar almas para o Reino de Deus. Jesus também ensinou e treinou os seus discípulos para serem ganhadores de almas, Ele disse a Pedro: Não temas; de agora em diante, serás pescador de homens (Lc.5.10).

No capítulo 4 do Evangelho de João, Jesus é visto como "O Ganhador de Almas". Jesus disse aos seus discípulos: "A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e realizar a sua obra (Jo.4.34). 

A mulher samaritana entrou na cidade e trouxe uma multidão de pessoas para ouvir Jesus (Jo.4.28-30).

Jesus ficou dois dias com os samaritanos. E muitos mais creram nEle, por causa da sua palavra (Jo.4.40-42).

A obra prioritária da igreja do Senhor, é ganhar almas para o Reino de Deus.

Na inauguração da igreja, no dia da festa de Pentecostes, Pedro pregou o seu primeiro sermão neotestamentário e ganhou quase três mil almas para Deus. Ganhar as almas para Deus, se constitui um grande desafio para a igreja de Jesus. O ofício do ganhador de almas é pregar o Evangelho. A missão da igreja é proclamar o Evangelho de Jesus, anunciando Boas Novas aos desesperançados, trazendo liberdade para os oprimidos do diabo e salvação aos perdidos.

CINCO CARACTERÍSTICAS DO GANHADOR DE ALMAS:

1) O ganhador de almas tem o amor de Deus no coração e ama as almas; o seu desejo é ver almas salvas para Deus e livres do inferno.

2) O ganhador de almas não se limita a pregar, mas a cuidar, orar e viver o que prega, sendo um exemplo.

3) O ganhador de almas é visto como sábio, pois seu fruto é a vida eterna para outros, conforme Provérbios 11:30.

4) O ganhador de almas não quer aplausos nem palmas, ele quer apenas ganhar almas.

5) O ganhador de almas vai além de títulos ou posições, a sua missão é resgatar pessoas para viver a fé em Cristo, visando a eternidade.

CONCLUSÃO:

A maior sabedoria não é adquirir e acumular riquezas; elas acabam.

A maior sabedoria não é ter conhecimento das coisas e saber explora-las; elas terão fim.

A maior sabedoria não é conquistar o mundo através da fama; ela passará.

Mas, a maior sabedoria é ganhar almas para o Reino de Deus e conduzi-las a Cristo; porque todas as coisas terrenas passarão, mas a salvação de uma alma é eterna.

Quem ganha almas para Deus, ganha porque é sábio.

Peça essa sabedoria a Deus, pois você ganhará almas com ela. 

O fruto do justo é árvore de vida, e o que ganha almas sábio é (Provérbios, 11.30). Amém!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

MOLDADOS EM CRISTO.


Cristo nosso Exemplo, nosso Modelo, nosso Referencial, nosso Mestre, nosso Alvo, nossa Inspiração a prosseguir. O nosso relacionamento com Cristo, deve ser íntimo, estreito e devocional. Como cristão e seguidor de Cristo, devemos procurar viver de forma que tenhamos atitudes parecidas ou semelhantes as atitudes de Cristo. O apóstolo João, escrevendo disse: Aquele que diz que está nEle também deve andar como Ele andou (I Jo.2.6). Andar como Cristo andou é difícil, mas não é impossível. Apesar de que, isto não é para a maioria dos que se dizem cristão, isto é praticado pelo menor número de cristãos; por aqueles que pagam o preço para viverem para Cristo em uma vida de renúncias. Se o nosso caráter, como cristão não refletir ao de Cristo ou não for moldado no caráter de Cristo, estamos longe de sermos um autêntico cristão. Falar que é cristão é fácil, muitos falam e se declaram, mas viver e praticar os ensinamentos de Cristo, são poucos. O apóstolo Paulo dasafiou os crentes da sua época, quando disse: Sede meus imitadores, como também eu, de Cristo (I Co.11.1). A grande preocupação do apóstolo era ter pessoas fiéis a Cristo, andando conforme Cristo e nunca no modelo do sistema mundano. Na atualidade, contamos a dedo a raridade que existe de homens e mulheres de Deus que verdadeiramente demonstram ter o caráter de Cristo moldado em suas vidas. 

SETE COISAS QUE DEVEMOS FAZER PARA TERMOS O CARÁTER DE CRISTO:

1) Amar a Cristo.

Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada (Jo.14.23).

2) Santificar a Cristo.

... antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós (I Pe.3.15).

3) Servir a Cristo.

Se alguém me serve, siga-me; e, onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará (Jo.12.26).

4) Esperar na Graça de Cristo.

Portanto, estejam com a mente preparada para o trabalho, sejam sóbrios e esperem inteiramente na graça que está sendo trazida a vocês na revelação de Jesus Cristo (I Pe.1.13).

5) Está em Cristo.

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo (II Co.5.17).

Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... (Rm.8.1).

6) Imitar a Cristo.

Sede meus imitadores, como também eu, de Cristo (I Co.11.1).

Aquele que diz que está nEle também deve andar como Ele andou (I Jo.2.6).

7) Esperar a Volta de Cristo.

Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, 

aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo (Tito, 2.11-13). 

Finalmente, que o nosso testemunho como cristão glorifique a Cristo como nosso Senhor e Salvador, e nunca seja uma incoerência ou uma contradição do Evangelho de Cristo que professamos.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

O PODER DO NOME DE JESUS (Mensagem Evangelística).


O nome identifica a pessoa, o nome faz referencia a pessoa, o nome qualifica a pessoa, o nome também determina o poder da pessoa. As pessoas têm um nome, muitos marcaram a história e deixaram um legado no seu nome. Todos os grandes governantes e líderes das nações tiveram o seus nomes gravados na história, todos os grandes homens e mulheres que se destacaram na história tiveram um nome, mas somente JESUS tem O NOME. O nome de JESUS não marcou apenas a história, mas mudou a história. O nome de JESUS é o grande divisor de águas da humanidade. Toda história está vinculada ao nome de Jesus Cristo, por causa do nome de JESUS temos o seguinte referencial na história: aC. e dC. Ele interveio na história, Ele entrou na história e recebeu um nome que está acima de todos os nomes, e ao nome de JESUS todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Aleluia!

Eu vim determinado esta noite para falar no poderoso nome de Jesus Cristo. Abra sua Bíblia no livro de Filipenses capítulo 2 e versículos 5 ao 11.

SETE OPERAÇÕES DO PODEROSO NOME DE JESUS:

1) O Nome de JESUS tem poder para Salvar (At.4.12).

2) O Nome de JESUS tem poder para Perdoar (Lc.24.47).

3) O Nome de JESUS tem poder para Libertar (Jo.8.32,36; At.16.16-18).

4) O Nome de JESUS tem poder para Expulsar demônios (Mc.16.17; At.16.16-18).

5) O Nome de JESUS tem poder para nos fazer falar novas Línguas (Mc.16.17; At.19.1-7).

6) O Nome de JESUS tem poder para Curar os enfermos (Mc.16.18; At.3.6-9; At.14.8-10).

7) O Nome de JESUS tem poder para Operar Sinais, Prodígios e Maravilhas (Mc.16.20; At.2.43; 4.30; 5.12; 19.11,12).

O nome de JESUS é Soberano, este nome tem poder nos céus, na terra, no mar e debaixo da terra.

Bendito seja o poderoso nome de JESU para sempre. Amém! 

domingo, 25 de janeiro de 2026

O PÃO DOS ANJOS.


... e fizesse chover sobre eles o maná para comerem, e lhes tivesse dado do trigo dos céus. 

Cada um comeu o pão dos poderosos; Ele lhes mandou comida com abundância (Sl.78.24,25). ARC

Fez chover maná para que o povo comesse, deu-lhe o pão dos céus.

Os homens comeram o pão dos anjos; enviou-lhes comida à vontade (Sl.78.24,25) NVI

Na poesia de Asafe, no salmo 78, ele relembra as grandes maravilhas de Deus favorecendo o seu povo e todas as bênçãos e providências do SENHOR a favor dos israelitas durante quarenta anos no deserto, rumo à terra prometida de Canaã. Na sua narrativa histórica, Asafe descreve também a ingratidão e rebelião do povo contra Deus. Apesar de toda rebeldia e ingratidão, Deus prover água, pão do céu (maná) e carne em abundância para eles comerem, beberem e se saciarem. Asafe é enfático na sua poesia, quando escreve: "Pois eles não creram em Deus nem confiaram no seu poder salvador. Contudo, Ele deu ordens às nuvens e abriu as portas dos céus; fez chover maná para que o povo comesse, deu-lhe o pão dos céus. Os homens comeram o pão dos anjos; enviou-lhe comida à vontade (Sl.78.22-25). A expressão "pão dos anjos" ou "pão dos poderosos" em outras versões, é uma linguagem figurada, uma forma de expressão utilizada pelo salmista para enfatizar a importância do cuidado de Deus e o privilégio que tiveram os israelitas.

TRÊS PERGUNTAS INTRIGANTES:

Anjos comem pão?

Os israelitas comeram o pão dos anjos?

O maná era o pão dos anjos?

COMO ERA O MANÁ?

E, alçando-se o orvalho caído, eis que sobre a face do deserto estava uma coisa miúda, redonda, miúda como a geada sobre a terra (Ex.16.14) ARC

Depois que o orvalho secou, flocos finos semelhantes a geada estavam sobre a superfície do deserto (Ex.16.14) NVI

E chamou a casa de Israel o seu nome Maná; e era como semente de coentro; era branco, e o seu sabor, como bolos de mel (Ex.16.31). ARC

O maná era como semente de coentro e tinha aparência de resina (Nm.11.7). NVI

E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bdélio (Nm.11.7). ARC

O bdélio é uma goma-resina aromática que varia de cor, sendo descrita como amarela a avermelhada ou marrom-avermelhada em seu estado natural, com um brilho ceráceo ou perolado quando endurece, podendo ter manchas brancas, e também é comparado à cor do maná, que era branco ou esbranquiçado. 

QUAL O SABOR DO MANÁ?

O Maná era saboroso como bolo de mel (Ex.16.31). 

Quando moido em moinho, e cozido em panela, o seu sabor era como bolo de azeite fresco (Nm.11.8).

QUAL SIGNIFICADO DO NOME MANÁ?

Quando os israelitas viram pela primeira vez o pão de Deus, que havia caindo no arraial pela manhã, disseram uns aos outros: Que é isso? (Ex.16.14).

Maná no hebraico "Man hu" significa Que é isso? (Ex.16.14,15).

Em hebraico, a pergunta seria: "Man hu?", daí o nome "maná". 

POR QUANTO TEMPO O POVO DE ISRAEL COMEU MANÁ?

Os israelitas comeram maná durante quarenta anos, até chegarem à fronteira da terra prometida (Êx.16.35; Js.5.11,12). 

ONDE A BÍBLIA FAZ REFERÊNCIA AO MANÁ PELA ÚLTIMA VEZ?

Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido... (Ap.2.17).

CONCLUSÃO:

Esse maná miraculoso que serviu de alimento para o povo durante quarenta anos de jornada pelo deserto até chegarem a terra prometida, apontava para Jesus Cristo. Passados cerca de 1.500 anos, Jesus se referiu a esses acontecimentos ao descrever a si mesmo como o pão vivo que desceu do céu (Jo.6.30-35; 48-51). Esse simbolismo foi retomado na instituição da ceia do Senhor, quando tomou Jesus um pão, partiu e o deu aos seus discípulos dizendo: "Tomai, comei, isto é o meu corpo" (Mt.26.26).

Assim como o povo comeram o Maná até chegarem a terra prometida de Canaã, na Nova Aliança, Cristo que é o Pão vivo que desceu do céu, é o nosso alimento cotidiano até chegarmos a Canaã celestial, o céu. Amém! 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

AS DUAS CASAS.

 

Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.

E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.

E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia.

E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. 

E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina,

porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas (Mateus 7:24-29).

Jesus termina o seu longo discurso do "Sermão da Montanha" falando sobre dois homens: Um prudente e outro insensato; sobre duas casas: Uma edificada sobre a rocha e outra edificada sobre a areia; sobre dois alicerces: Um estável e seguro e outro instável e inseguro. 

Comparando as duas casas edificadas, Jesus está falando sobre dois tipos de ouvintes: Aquele que ouve suas palavras e as pratica, e o que as ouve e não as pratica.

Os dois homens ouviram a mesma voz.

 Ambos sabiam o que era certo e o que era errado. 

Ambos ouviram a verdade. 

Ambos decidiram construir a casa (vida espiritual) a partir do que ouviram.

Ambos construiram suas casas, mas a diferença estava no alicerce.

Ambos enfrentaram grande tempestade.

Tudo era aparentemente igual, mas depois da tempestade houve uma diferença.

Porém, a diferença não começou na tempestade.

A diferença começou antes, no silêncio das escolhas que ninguém viu.

A casa na areia não caiu de repente.

Ela foi cedendo aos pouco por dentro.

Na vida espiritual, tudo acontece de dentro para fora.

Primeiro no caráter, depois nas decisões, depois nos limites não respeitados.

Quando a tempestade chegou, ela só revelou o que já estava instável.

A areia é confortável porque não exige profundidade.

Isto implica em dizer: Não pede renúncia, não confronta, não busca ter raiz profunda.

A areia é superficial, aceita qualquer coisa por cima, mas não sustenta nada por dentro.

Assim acontece com muitos crentes que constrói assim, de forma superficial.

Constrói sobre emoção, sobre opinião alheia, sobre experiências de outras pessoas, sobre coisas passageiras. Sobre o que sente hoje, não sobre o que permanece amanhã.

A casa na rocha também enfrentou ventos, chuvas, rios e sofreu grande impacto.

Também sofreu o impacto das águas, também foi sacudida, mas não cedeu.

Por quê não cedeu?

Porque obediência cria peso, quem obedece tem estabilidade espiritual; e só quem tem fundamento sólido aguenta o peso do impacto da tempestade.

Jesus nunca disse que quem constrói na rocha não sofre. Mas Ele disse quem permanece nEle e pratica as suas palavras estarão seguros.

A promessa não é livramento da tempestade, mas livramento na tempestade. É sustentação no meio dela.

O problema não é a chuva, não é o vento, não são os rios. O problema é quando tudo isso encontra uma vida sem base.

Muitos crentes caêm porque não buscam fortalecer suas bases espirituais através da oração, do jejum, da leitura e meditação da Palavra, principalmente da obediência a Palavra.

A queda não acontece de cima, acontece no fundamento, na base principal.

E quando a Casa cai (vida espiritual), não cai pequena; cai grande, cai pública, cai de forma dolorida. Porque tudo que foi levantado sem profundidade paga-se o preço no dia mau.

Jesus continua ensinando o mesmo: Não basta ouvir, não basta concordar; é preciso praticar, obedecer e construir na Rocha inabalável que é Cristo.

A casa do homem prudente, continuou firme diante da tempestade. Mas a casa do homem insensato, caiu.

Jesus termina seu discurso dizendo: “E caiu, e foi grande a sua queda.”

Que o Senhor tenha misericórdia, ainda há tempo de reconstruir uma nova vida com Deus. A casa pode até ter caido, mas há esperança para um novo recomeço. Amém! 

domingo, 18 de janeiro de 2026

LÚCIFER É O NOME DO DIABO?


Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!

E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, e, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono, e, no monte da congregação, me assentarei, da banda dos lados do Norte.

Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.

E, contudo, levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo (Isaías, 14.12-15).

Alguns exegetas crêem que estes versículos referem-se não apenas ao rei de Babilônia, mas também, de um modo velado, a Satanás. No evangelho de Lucas 10.18, temos uma declaração de Jesus: "Eu via Satanás, como raio, cair do céu". 

Sobre o nome "Lúcifer", muita confusão tem sido feita a respeito, que teoricamente seria o nome de um anjo que caiu e virou o inimigo numero 1 de Deus, o próprio Satanás.

Isso é bem divulgado em todo o mundo cristão, e até mesmo nos púlpitos de muitas igrejas.

Mas... é realmente bíblico? 

Vem comigo e vamos entender a origem do nome LÚCIFER.

Por incrível que pareça, o nome “Lúcifer” não existe em parte alguma da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse. O que existe é a expressão “estrela da manhã”, de Isaías 14:12: “Como caíste desde o céu, ó ESTRELA DA MANHÃ, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!”

A palavra "lúcifer" é a TRADUÇÃO em algumas Bíblias da palavra hebraica “HÊLIL” (estrela da manhã) em Isaías 14:12. Esta palavra (hêlil) foi traduzida do hebraico para o latim na versão de Jerônimo (Vulgata), no século V. Nessa versão aparece pela primeira vez a palavra “Lúcifer”.  

Ao pesquisar a etimologia da palavra LÚCIFER, encontramos:

A etimologia de Lúcifer vem do latim lux (luz) + ferre (trazer), significando "portador da luz" ou "estrela da manhã", referindo-se ao planeta Vênus no contexto greco-romano; na tradição cristã, a palavra foi associada ao anjo caído devido a uma má interpretação de uma passagem na Bíblia (Isaías 14:12), que originalmente se referia a um rei babilônico, transformando um termo celestial num nome para o Diabo.  

Origem Latina e Grega:

Latim: Lucifer, formado por lux (luz) e ferre (levar/trazer). 

Grego: Lúcifer, Fósforos (portador da luz) ou Eósforos (portador da alvorada). 

Na Bíblia:

Textos Originais: A palavra hebraica hêlēl (brilhante, estrela da manhã) aparece em Isaías 14:12. 

Tradução para o Latim (Vulgata): O tradutor Jerônimo usou Lúcifer para hêlēl, referindo-se ao orgulhoso rei da Babilônia e sua "queda" (morte). 

Contexto Original: A passagem não era sobre um anjo, mas uma metáfora para a queda de um rei terreno. 

Evolução Lúcifer para o Diabo:

Associação Cristã ao termo Lúcifer: Ao longo dos tempos, Teólogos medievais ligaram essa passagem a uma figura celestial que caiu, associando Lúcifer, o "portador da luz", à figura do Diabo, um anjo que se rebelou e foi expulso do céu. 

Enquanto Lúcifer (portador da luz) era um título para Vênus, Satanás (adversário) é um título diferente, mas ambos foram fundidos na tradição popular para a figura do Diabo. 

Toda a confusão aconteceu quando viram o título “lucifer”, no latim da Bíblia Vulgata, e acharam que não se tratava de uma qualidade, adjetivo ou título, mas de um nome próprio... e começou a bagunça.

A parte mais chocante é justamente essa: Logo entendemos que “Estrela da Manhã” é um título, uma qualidade, um adjetivo, e esse título é usado unicamente para Jesus!!! Apocalipse 22:16 por exemplo: “Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente ESTRELA DA MANHÔ.

O apóstolo Pedro faz menção a Jesus como ESTRELA DA ALVA quando escreve: E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração (II Pe.1.19). 

“Lúcifer” nunca foi o nome do diabo. As igrejas que continuam chamando Satanás de “Lúcifer”, além de cometerem um erro teológico, ainda estão fazendo um favor ao diabo, atribuindo-lhe aquilo que ele não é! Ele é trevas e não luz.

O termo Lúcifer não é uma designação nem bíblica e nem correta para descrever o Diabo, pois carrega um significado de portador de luz , ora, ele não é portador de luz, mas sim de trevas, ele até se disfarça em anjo de luz e os seus ministros em ministros de justiça (II Co.11.14,15). Mas é um anjo de trevas, o príncipe deste mundo tenebroso.

Jesus Cristo é a nossa luz, Ele disse: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (João 8.12). Amém! 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Vencendo Satanás No Deserto.


 E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto (Lc.4.1).

Após ter sido batizado por João, Jesus, cheio do Espírito Santo, retirou-se das margens do rio Jordão e foi conduzido pelo Espírito ao deserto. Durante quarenta dias, esteve no deserto. Nesses dias não comeu nada e, passado esse tempo, sentiu fome. O Diabo vendo que Jesus estava com fome, disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, manda a esta pedra que se transforme em pão. Jesus respondeu-lhe: Está escrito: Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra de Deus. O Diabo não desistindo levou-O a um lugar alto e mostrou-Lhe num instante todos os reinos da terra e Lhe fez uma proposta dizendo-Lhe: Eu Te darei todo este poder e a glória destes reinos, porque me foram confiados e os dou a quem eu quiser. Se tu me adorares e te prostrares diante de mim, tudo será teu. Jesus respondeu-lhe: Vai-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele prestarás culto. Então o Diabo ainda insistindo, levou-O a Jerusalém, colocou-O sobre o pináculo do templo e disse-Lhe: Se tu és o Filho de Deus, atira-Te daqui abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão pelas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. Jesus respondeu-lhe: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. Então o Diabo, tendo terminado toda a espécie de tentação, retirou-se da presença de Jesus, por algum tempo. Na narrativa de Mateus, a tentação de Jesus termina com a seguinte expressão: Então, o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos e o serviram (MT.4.11). Deus tem provisão já pronta para aqueles que não aceita as propostas do Diabo.

CINCO LIÇÕES APRENDEMOS COM JESUS NO DESERTO:

1) Satanás não terá poder de impedir os planos de Deus em nossa vida, quando estamos cheios do Espírito e por Ele somos conduzidos.

2) A nossa missão é fazer a vontade de Deus e nunca aceitar as propostas de Satanás.

3) Devemos está preparados porque o Diabo sempre buscará ocasião para nos tentar em tempos de fraquezas e necessidades.

4) Que o Espírito Santo nos leva ao campo de batalha (deserto), e nos dá munição (a Palavra de Deus), para com ela vencermos Satanás.

5) Que só podemos começar o ministério para Deus, após termos passado no deserto e vencido as tentações. 

Obs.: O ministério de Jesus só teve início após Ele ter passado quarenta dias de jejum no deserto e vencer as tentações do Diabo.

CINCO VITÓRIAS DE JESUS SOBRE SATANÁS:

1) Jesus venceu Satanás no Deserto.

2) Jesus venceu Satanás no seu Ministério.

3) Jesus venceu Satanás na Cruz.

4) Jesus venceu Satanás na Ressurreição.

5) Jesus vencerá Satanás definitivamente quando Ele voltar em Glória.

CONCLUSÃO:

As tentações de Jesus no deserto não foi um acontecimento isolado. Foi o começo de uma luta contra o "príncipe deste mundo", que se prolongou por toda a vida terrena de Jesus, atingindo o auge com Sua morte na cruz do Calvário; tendo Ele vencido a Satanás após a sua ressurreição.

Jesus ao vencer as tentações, tornou-se, para nós homens e mulheres, a fortaleza onde o ser humano pode ir se abrigar nos momentos mais terríveis e angustiantes. Amém! 

domingo, 11 de janeiro de 2026

A PATERNIDADE DE DEUS.


Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece daqueles que o temem (Sl.103.13).
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome (Mt.6.9).

Somente o genuíno cristianismo identifica e reconhece a Deus como Pai. Esta é uma profunda revelação que Jesus veio trazer a este mundo e que o Espírito Santo tornou real no coração da igreja do Senhor. A revelação da paternidade de Deus não era plena no Antigo Testamento, há poucas expressões no Pentateuco, nos livros históricos, nos salmos e nos livros poéticos sobre Deus como Pai. A revelação plena da paternidade de Deus veio através de Jesus Cristo. Durante a sua vida terrena em seu ministério, Jesus foi quem mais falou e ensinou sobre a paternidade de Deus. Jesus refere-se à paternidade de Deus 189 vezes: Em Mateus, 44; em Marcos, 4; em Lucas, 17 e em João 124.

Pai é o nome que revela poder, conhecimento e intimidade dos crentes com Deus. Deus Pai foi plenamente revelado por Jesus Cristo; na época de Jesus, os judeus não tinham o costume nem a cultura de chamar Deus de Pai. Jesus ensinou seus discípulos a orar começando com a expressão: "Pai nosso que está nos céus" (Mt.6.9).

Pai é o nome privativo da primeira Pessoa da Augusta Trindade (Mt.28.19).

Jesus disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres (Mc.14.36).

Jesus usou "Abba, Pai" em momentos de grande aflição, como na oração no Getsêmani (Mc.14.36; Mt.26.39; Lc.22.42), demonstrando total confiança e entrega a Deus.

Esta expressão "Aba Pai" aparece apenas três vezes na Bíblia: (Mc.14.36; Rm.8.15; Gl.4.6). 

Paulo ao repetir a expressão "Aba Pai", utilizada primeiramente por Jesus, ele está falando sobre uma das tarefas do Espírito Santo, que é criar nos filhos de Deus a convicção da filiação que nos leva a conhecer a Deus como Pai. 

Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai (Rm.8.15).

E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossas corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai (Gl.4.6).

O termo "Aba" é de origem aramaico e significa "Pai". A palavra "Pai" no grego é "Pater". A combinação da palavra aramaica "Abba" com a palavra grega "Pater", expressa grande intimidade, emoção, anelo, afeto e confiança mediante os quais o Espírito Santo nos leva a clamar a Deus e chama-lo de Pai. 

Abba Pai é uma expressão bíblica de origem aramaica que significa "Papai" ou "Pai Querido", transmitindo uma profunda intimidade, carinho e confiança, como uma criança chamaria seu pai, e é usada por cristãos para se referir a Deus com essa mesma proximidade e amor. A expressão combina a ternura de "Papai" com a autoridade de "Pai", indicando um relacionamento de filiação e segurança com o divino.

AS CINCO DIMENSÕES DA PATERNIDADE DE DEUS.

1) Deus é Pai de Adão (da humanidade). 

Adão é filho por formação (Lc.3.38).

2) Deus é Pai dos anjos. 

Os anjos são filhos de Deus por criação (Jó.1.6; 38.7).

3) Deus é Pai de Israel. 

Israel é filho de Deus por eleição (Êx.4.22; Dt.14.1).

4) Deus é Pai de Jesus. 

Jesus é filho de Deus por geração (Sl.2.7; At.13.33; Hb.1.5).

5) Deus é Pai dos crentes. 

Os crentes são filhos de Deus por adoção (Jo.1.11-13; Rm.8.14,15; Gl.4.6).

OUTROS ASPECTOS DA PATERNIDADE DE DEUS:

Deus é Pai da Criação (I Co.8.6).

Deus é Pai da Glória (Ef.1.17).

Deus é Pai das luzes (Tg.1.17).

Deus é Pai dos espíritos (Hb.12.9).

Deus é Pai da vida (Sl.36.9; Jo.5.26; At.17.24,25).

Deus é Pai da eternidade (Is.9.6).

Deus é Pai de todos (Ef.4.6).

Que possamos nos relacionar com Deus na intimidade de Pai para filho, tendo o seu amor paterno e o seu cuidado de Pai celestial para conosco. Amém!  

sábado, 10 de janeiro de 2026

QUAIS SÃO OS TEUS ESCUDOS?


No reinado de Salomão havia 200 escudos grandes de ouro batido (chamados paveses) e 300 escudos pequenos de ouro batido. 

O rei Salomão fez duzentos escudos grandes de ouro batido, utilizando três quilos e seiscentos gramas de ouro em cada um. Também fez trezentos escudos pequenos de ouro batido, com um quilo e oitocentos gramas de ouro em cada um. O rei os colocou no Palácio da Floresta do Líbano (II Cr.9.15,16). 

Roboão começou bem o seu reinado, mas durante a última parte do seu reinado, Roboão não mais seguiu o exemplo de Davi e Salomão como lhe havia sido dito para fazer. Os que não aderiram a idolatria praticada por Jeroboão, vieram a Jerusalém para buscarem ao SENHOR. Está escrito: Depois desses, também de todas as tribos de Israel, os que deram o seu coração a buscarem ao SENHOR, Deus de Israel, vieram a Jerusalém, para oferecerem sacrifícios ao SENHOR Deus de seus pais. Assim, fortaleceram o reino de Judá e confirmaram Roboão, filho de Salomão, por três anos, porque três anos andaram no caminho de Davi e Salomão (II Cr.11.16,17). Uma vez que o reino fora estabelecido, Roboão deixou a Lei do SENHOR, e, com ele, todo o Israel. O texto sagrado diz:

Sucedeu, pois, que, havendo Roboão confirmado o reino e havendo-se fortalecido, deixou a lei do Senhor, e, com ele, todo o Israel.

Pelo que sucedeu, no ano quinto do rei Roboão, que Sisaque, rei do Egito, subiu contra Jerusalém (porque tinham transgredido contra o Senhor)

com mil e duzentos carros e com sessenta mil cavaleiros; e era inumerável a gente que vinha com ele do Egito, tanto de líbios como suquitas e etíopes.

E tomou as cidades fortes que Judá tinha e veio a Jerusalém.

Então, veio Semaías, o profeta, a Roboão e aos príncipes de Judá que se ajuntaram em Jerusalém por causa de Sisaque e disse-lhes: Assim diz o Senhor: Vós me deixastes a mim, pelo que eu também vos deixei nas mãos de Sisaque.

Então, se humilharam os príncipes de Israel e o rei e disseram: O Senhoré justo.

Vendo, pois, o Senhor que se humilhavam, veio a palavra do Senhor a Semaías, dizendo: Humilharam-se, não os destruirei; antes, em breve, lhes darei lugar de escaparem, para que o meu furor se não derrame sobre Jerusalém, pelas mãos de Sisaque.  

Porém serão seus servos, para que conheçam a diferença da minha servidão e da servidão dos reinos da terra.

Subiu, pois, Sisaque, rei do Egito, contra Jerusalém e tomou os tesouros da Casa do Senhor e os tesouros da casa do rei; levou tudo e também tomou os escudos de ouro que Salomão fizera.

E fez o rei Roboão em lugar deles escudos de cobre e os entregou nas mãos dos capitães da guarda que guardavam a porta da casa do rei (II Cr.12.1-10). 

Assim como a obediência trouxe prosperidade, a desobediência levou Roboão à ruína. A ruína começou com a invasão a Judá por Sisaque, rei do Egito. O ataque agípcio aconteceu durante o quinto ano do reinado de Roboão. O escrito sagrado declara que a razão para esse ataque foi a infidelidade de Roboão e com ele toda a nação. Infelizmente, Judá estava agindo exatamente como o povo do reino do Norte, onde Jeroboão havia abolido o culto ao SENHOR e estabelecido a idolatria a outros deuses. 

As cidades que Roboão havia fortificado foram capturadas por Sisaque (12.3,4). A perda de território estava sempre relacionada à punição de Deus. Em I Crônicas 10.7, a infidelidade de Saul resultou na perda do território para os filisteus.

Diante da desobediência da nação de Judá, Deus envia o profeta Semaías com uma palavra de repreenção ao rei e aos líderes de Judá dizendo: Assim diz o SENHOR: Vós me deixastes a mim, pelo que eu também vos deixei nas mãos de Sisaque (12.5). Roboão e os líderes reagiram positivamente à palavra profética, eles se humalharam e disseram: "O SENHOR é justo" (12.6). Diante do reconhecimento do seu erro e de sua humilhação perante o SENHOR, o profeta retorna com uma mensagem de misericórdia da parte de Deus: Vendo, pois, o SENHOR que se humilharam, veio a palavra do SENHOR a Semaías, dizendo: Humilharam-se, não os destruirei; antes, em breve, lhes darei lugar de escaparem, para que o meu furor se não derrame sobre Jerusalém, pelas mãos de Sisaque (12.7). Aqui nós aprendemos que: Quando nos arrependemos e nos humilhamos diante de Deus, o Senhor perdoará os nossos delitos e nos restaurará à sua graça, e Ele poderá até mesmo reduzir o castigo que teríamos de sofrer. 

O ato de humilhação e reconhecimento de Roboão resultou apenas numa libertação parcial (12.8). Roboão não foi morto, mas foi humilhado por Sisaque, rei do Egito. Os tesouros do templo e do palácio foram tomados e também os escudos de ouro (12.9). Roboão teve de substituir os escudos de ouro colocados ali por Salomão, por escudos de bronze, um metal de valor bem menor (12.9-11). 

ESCUDOS DE OURO.

Escudos de ouro representava a realeza e a glória da nação de Judá. Quando o rei do Egito tomou todos os tesouros e os escudos de ouro de Salomão, isto reduziu a nação de Judá à mera sombra de sua glória passada. Isto significa dizer: Se os nossos escudos são de ouro, temos a glória da presença de Deus em nós e sobre nós. Porém, quando os perdemos, somos reduzidos a uma vida de aparência, sem a glória da verdadeira presença de Deus.

ESCUDOS DE BRONZE.

Quando Sisaque, rei do Egito, tomou os escudos de ouro de Salomão. Roboão teve de substituir os escudos de ouro colocados ali por Salomão, por escudos de bronze, um metal de valor bem menor. 

Escudos de bronze reprensentam algo de valor bem menor. Escudos de bronze era a terceira categoria entre os metais: (1) Ouro. (2) Prata (3) Bronze. 

No sentido espiritual, substituir os escudos de ouro por escudos de bronze, significa dizer que, desobedecemos e perdemos a comunhão com Deus. Também implica em dizer que somos reduzidos a terceiro plano e ficamos vulneráveis aos ataques do Inimigo. 

Diante desta triste substituição dos escudos de ouro pelos escudos de bronze feita pelo rei Roboão e desta aplicação para nossa vida espiritual com Deus, surge a pergunta que não quer calar: QUAIS SÃO OS TEUS ESCUDOS?

Que os nossos escudos sejam sempre de ouro e nunca venham a ser substituidos por escudos de bronze. Que a glória e a presença do Senhor esteja sempre em nossas vidas e que nunca venhamos a perdê-la e ficarmos vulneráveis aos ataques de Satanás (representado em Sisaque, rei do Egito). 

O texto sagrado diz: E, humilhando-se ele, a ira do SENHOR se desviou dele, para que não o não destruísse de todo, porque ainda em Judá havia boas coisas (12.12).

Roboão começou a reinar bem, mas terminou mal, a sua humilhação perante Deus foi verdadeira, mas ele não tinha um coração voltado para buscar ao SENHOR. 

O cronista resume a história do rei Roboão dizendo: Fortificou-se, pois, o rei Roboão em Jerusalém e reinou. Ora, Roboão era da idade de quarenta e um anos quando começou a reinar; e dezessete anos reinou em Jerusalém, a cidade que o SENHOR escolheu dentre todas as tribos de Israel, para pôr ali o seu nome; e era o nome de sua mãe Naamá, amonita. E fez o que era mau, porquanto não preparou o coração para buscar o SENHOR. E Roboão dormiu com seus pais e foi sepultado na Cidade de Davi; e Abias, seu filho, reinou em seu lugar (12.13,14,16). Roboão faleceu com 58 anos de idade, não deixando um bom legado nem um bom testemunho de fé e obediência ao SENHOR.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Últimos Dias - Tempos Difíceis.


Nestes últimos dias, estamos vivendo uma época de grande declínio moral e espiritual sem precedentes na história da humanidade. A humanidade se degenera cada vez mais no pecado, entregando-se aos prazeres ilícitos, vivendo de modo egoísta sem se importar com o seu semelhante. A religião para muitos tornou-se uma pratica hipócrita, onde muitos tentam viver de forma dissimulada e politicamente correto. Nesta época de tempos difíceis, muitos preferem dissimular o pecado e nunca confrontá-lo, muitos preferem viver um evangelho de conveniências, um evangelho sem cruz, sem renúncia e sem compromisso com a Palavra de Deus. 

O TESTEMUNHO DE JESUS.

Jesus disse que os últimos dias seriam marcados por um aumento das iniquidades e diminuição do amor:

No monte das Oliveiras, achava-se Jesus assentado, quando se aproximaram dele os discípulos, em particular, e lhe pediram: Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século. E ele lhes respondeu: Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos. E, certamente, ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes e terremotos em vários lugares; porém tudo isto é o princípio das dores. Então, sereis atribulados, e vos matarão. Sereis odiados de todas as nações, por causa do meu nome. Nesse tempo, muitos hão de se escandalizar, trair e odiar uns aos outros; levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos (Mt 24.3-12).

Jesus disse que os últimos dias seriam semelhantes aos dias de Noé e de Ló:

Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem (Mt 23.36-39).

Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos. O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar. Naquele dia, quem estiver no eirado e tiver os seus bens em casa não desça para tirá-los; e de igual modo quem estiver no campo não volte para trás. Lembrai-vos da mulher de Ló (Lc 17.26-32).

O TESTEMUNHO DE PAULO

Paulo disse que os últimos dias seriam tempos difíceis.

Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes (2Tm 3.1-5).

Paulo descreve a geração dos últimos dias afirmando que as pessoas terão 19 tipos de comportamentos imorais:

1) Egoístas, no grego philautoi. 

São pessoas que buscam unicamente seu próprio interesse egoísta, são amante de si mesmo, sem se importar com ninguém.

2) Avarentos, no grego philargyroi. 

São pessoas avarentas, amantes de riquezas, do dinheiro e materialistas ao extremo.

3) Jactanciosos, no grego alazones. 

São pessoas soberbas, arrogantes, alguém cheio de pretensões, cheias de si mesmas, que se acham acima da média.

4) Arrogantes, no grego hyperefanoi. 

Alguém que pensa de si mesmo sem moderações e modéstia, alguém que tem elevadíssima consideração a respeito de si mesmo ou de suas possibilidades, que não considera a opinião do seu próximo.

5) Blasfemadores, no grego blasphēmoi.

São pessoas que falam mal de autoridades em geral, caluniadores, maldizentes, zombadores e cheios de maldades.

6) Desobedientes aos pais.

São pessoas que transgridem ordens dos seus pais, vivendo a sua própria lei sem se importar em honrar pai e mãe.

7) Ingratos, no grego acharistoi.

São pessoas que não sabem agradecer, que não agradecem por nada, acham que merecem e ainda diz: "Me deu porque quis, eu não pedir".

8) Irreverentes, no grego anosioi.

São pessoas profanas, ímpias, perversas, que não respeita nada, nem o profano, nem o sagrado.

9) Desafeiçoados, no grego asplanchnoi.

São pessoas sem afeição natural, incapazes de amar, desumanas, antissociais, frias e sem amor ao próximo.

10) Implacáveis, no grego adiallaktoi.

São pessoas incapazes de perdoar e também de admitir que estejam erradas, não perdoa nem pede perdão, acham sempre que estão certas.

11) Caluniadores, no grego sykophantai/diaboloi.

São pessoas que têm atitudes diabólicas, propensas a criar e espalhar calúnias entre os irmãos e as pessoas em geral.

12) Sem domínio de si, no grego akrateis.

São pessoas que não têm controle sobre si mesmas, sem domínio próprio, intemperantes, sem sobriedade, de difícil convivência social.

13) Cruéis, no grego anēmeroi.

São pessoas que agem como animais selvagens, ferozes, uma besta selvagem, sem piedade e afeto natural.

14) Inimigos do bem, no grego aphilagatoi.

São pessoas que se opõem a Deus e aos homens, buscam o mal de todos sem se importar com as consequências.

15) Traidores, no grego prodotai.

São pessoas que traem, não cumprem suas promessas e viram-se contra os que confiam nelas; são desconfiadas com tudo e com todos.

16) Atrevidos, no grego propeteis.

São pessoas precipitadas, imprudentes, sem ponderação, que agem por impulso, sem refletir.

17) Enfatuados, no grego tetyphōmenoi.

São pessoas insolentes, soberbas, altivas, orgulhosas, cheias de si mesmas.

18) Mais amigos dos prazeres que amigos de Deus. 

São pessoas afeiçoadas aos prazeres, que vivem em busca do prazer a todo custo, o prazer pelo prazer, o prazer inconsequente, sem se importar com o futuro, vivem o aqui e agora. 

19) Tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder, no grego eusebias, ērnēmenoi.

São pessoas que nutrem uma fachada religiosa, falsa espiritualidade e religiosidade, vivendo na hipocrisia.

Paulo afirma que a geração dos últimos dias será afeiçoada às riquezas. Ela servirá a Mamon e não a Deus.

O problema não é possuir riquezas, é ser possuído por elas. Paulo exorta Timóteo quanto a isso: Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores (1Tm. 6.10).

O apego ao prazer será mais uma modalidade dos últimos dias. Para Paulo a geração dos últimos dias será afeiçoada aos prazeres. Ela buscará o prazer a todo custo, o prazer pelo prazer, o prazer inconsequente. Muitos serão praticantes do hedonismo.

Hedonismo é um estilo de vida caracterizado pela busca do prazer como o bem supremo da vida humana. Uma busca excessiva pelo prazer, como finalidade última da existência humana.

A pergunta é: Como nós igreja do Senhor, devemos viver nesses últimos dias? 

Devemos viver debaixo da graça de Deus, aguardando a bendita esperança da iminente volta de nosso Senhor Jesus Cristo.

Porque a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens.

Ela nos ensina a renunciar à impiedade e às paixões mundanas e a viver de maneira sensata, justa e piedosa nesta era presente, enquanto aguardamos a bendita esperança: a gloriosa manifestação de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo (Tito 2:11-13). Amém! 

A visão bíblica escatológica prenuncia que antes do arrebatamento haverá tempos difíceis, marcados por apostasias, escandalos e grande decadência moral e espiritual.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

4 CILADAS DO DIABO CONTRA NEEMIAS.

 

Ciladas são armadilhas que Satanás arma contra os servos de Deus, principalmente contra aqueles que estão realizando a Obra de Deus. Neemias estava cercado de inimigos internos e externos. Além de Sambalate, Tobias e Gesém, ainda havia os asdoditas (Ne.4.7,8). Assim, Sambalate estava ao norte, Tobias a leste, os asdoditas a oeste e Gesém ao sul. Mas todas estas oposições caíram por terra diante da ação soberana de Deus. Sem dúvida alguma, Neemias desempenhou o papel de um grande estrategista, mas foi Deus quem realizou tudo por meio de sua providência. Foi o SENHOR quem frustrou os desígnios de Sambalate, Tobias, Gesém e dos demais opositores aliados. Os muros foram reconstruídos em 52 dias, e o povo de Deus experimentou o reavivamento. Depois a Festa dos Tabernáculos também foi celebrada (Ne.6:15; 8:1ss). As figuras de Sambalate, Tobias e Gesém são mais uma prova de que nenhuma oposição inspirada por Satanás é capaz de frustrar os planos do SENHOR, Deus Todo-Poderoso.

1) DISTRAÇÃO.

Sucedeu mais que, ouvindo Sambalate, Tobias, Gesém, o arábio, e o resto dos nossos inimigos que eu tinha edificado o muro e que nele já não havia brecha alguma, ainda que até este tempo não tinha posto as portas nos portais, Sambalate e Gesém enviaram a dizer: Vem, e congreguemos-nos juntamente nas aldeias, no vale de Ono. Porém intentavam fazer-me mal. E enviei-lhes mensageiros a dizer: Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco? E da mesma maneira enviaram a mim quatro vezes; e da mesma maneira lhes respondi (Ne.6.1-4).

Depois de várias tentativas frustradas, Sambalate e seus aliados, vendo que a reconstrução do muro estava praticamente acabada, tentaram impedir com mais uma investida maligna; mandaram cartas para Neemias o convidando para uma reunião. Porém, Neemias percebeu que seria uma armadilha para distrai-lo e impedi-lo de terminar a reconstrução do muro. Insistiram em querer fazer uma falsa aliança com Neemias, e, por quatro vezes lhe enviaram cartas com a mesma mensagem: "Vem, e nos reuniremos nas aldeias, no vale de Ono". E, por quatro vezes Neemias respondeu: "Estou fazendo uma grande obra, de modo que não poderei descer; por que cessaria esta obra, enquanto eu a deixasse e fosse ter convosco"?

Aqui nós aprendemos que, quem estar comprometido com a obra de Deus, não tem tempo a perder com os inimigos da obra. Quem tem aliança com DEUS, não precisa fazer aliança com os ímpios. Quem faz aliança com os ímpios, torna-se semelhante a eles.

2) CALÚNIAS.

Então, na quinta vez, Sambalate mandou-me um dos seus homens de confiança com a mesma mensagem; ele tinha na mão uma carta aberta em que estava escrito: "Dizem entre as nações, e Gesém diz que é verdade, que você e os judeus estão tramando uma revolta e que, por isso, estão reconstruindo o muro. Além disso, conforme dizem, você está na iminência de se tornar o rei deles, e até nomeou profetas para fazerem em Jerusalém a seguinte proclamação a seu respeito: "Há um rei em Judá! Ora, essa informação será levada ao rei; por isso, vamos conversar". Eu lhe mandei esta resposta: Nada disso que você diz está acontecendo; é pura invenção sua. Estavam todos tentando intimidar-nos, pensando: "Eles serão enfraquecidos e não concluirão a obra". Eu, porém, orei pedindo: Fortalece agora as minhas mãos! (Ne.6.5-9 NVI).

Neemias considerava a obra de Deus mais importante que qualquer outra coisa, e ele não queria jogar fora seu precioso tempo. Satanás vai usar alguém para fazer convites na intenção de nos desviar da obra do Senhor, ele vai insistir de todas as maneiras.

Se não considerarmos a obra de Deus como prioridade iremos aceitar as propostas de Satanás, ao menos que façamos como Neemias, que respondeu: "Estou fazendo grande obra".

A carta caluniosa foi lida em público com o objetivo de fazer com que ele fosse até Ono para esclarecer os fatos, e assim a obra seria interrompida. Queriam manchar o seu caráter e minar sua autoridade, dizendo que ele havia comprado os profetas para falarem dele ao povo e proclamá-lo rei.

Quando estamos em plena atividade fazendo a obra de Deus, com certeza sofreremos oposição. Satanás vai tentar nos caluniar, usando pessoas para julgar nossos motivos e intenções. Mas a calúnia não teve força para fazer Neemias largar mão da obra. Com você não será diferente, Satanás sempre vai investir contra, para lhe fazer parar, mas "Deus fortalecerá suas mãos e lhe ajudará a vencer".

3) MENTIRA.

Um dia fui à casa de Semaías, filho de Delaías, neto de Meetabel, que estava trancado porta adentro. Ele disse: "Vamos encontrar-nos na casa de Deus, no templo, a portas fechadas, pois estão querendo matá-lo; eles virão esta noite". Todavia, eu lhe respondi: Acha que um homem como eu deveria fugir? Alguém como eu deveria entrar no templo para salvar a vida? Não, eu não irei! Percebi que Deus não o tinha enviado, e que ele tinha profetizado contra mim porque Tobias e Sambalate o tinham contratado. Ele tinha sido pago para me intimidar, a fim de que eu cometesse um pecado agindo daquela maneira, e então eles poderiam difamar-me e descreditar-me.

Lembra-te do que fizeram Tobias e Sambalate, meu Deus, lembra-te também da profetiza Noadia e do restante dos profetas que estão tentando me intimidar (Ne.6.10-14 NVI).

Com os seus planos frustrados mais uma vez, Sambalate cria uma nova estratégia para tentar desmoralizar Neemias. A nova estratégia foi contratar um falso profeta chamado Semaías, para profetizar mentiras a Neemias, afim de atemoriza-lo com ameaças de morte. A intenção da falsa profecia, era convencer Neemias a entrar no templo para que cometesse um grave pecado por está no lugar santo, onde só os sacerdotes poderiam ter acesso. Assim ele seria acusado de ter cometido um sacrilégio e poderia ser sentenciado a morte, segundo prescrevia a Lei (Nm.18.6,7).

Embora Semaías supostamente fosse profeta, Neemias discerniu a profecia ao avaliar a sugestão em buscar refúgio no templo, visto que, a Lei prescrevia que somente os que trabalhavam no templo tinham permissão para entrar no lugar santo (Nm.18.6,7). Qualquer profecia que contradiz a profecia escrita, a palavra de Deus, é falsa. Por isso Neemias percebeu que era uma falsa profecia e disse: Não, eu não irei! Percebi que Deus não o tinha enviado, e que ele tinha profetizado contra mim porque Tobias e Sambalate o tinham contratado. Ele tinha sido pago para me intimidar, a fim de que eu cometesse um pecado agindo daquela maneira, e então eles poderiam difamar-me e descreditar-me (11-13). Aqui nós aprendemos o quanto Satanás é astuto, ele se utiliza da nossa própria religião para tentar nos destruir. Portanto, devemos estar vigilante e conhecermos a palavra de Deus, para não sermos enganados pelas mentiras de Satanás.

4) TRAIÇÃO.

E também, naqueles dias, os nobres de Judá estavam enviando muitas cartas a Tobias, que lhes enviava respostas. Porque muitos de Judá estavam comprometidos com ele por juramento, visto que era genro de Secanias, filho de Ara, e seu filho Joanã havia se casado com a filha de Mesulão, neto de Berequias. Até ousaram elogiá-lo na minha presença e iam contar-lhe o que eu dizia. E Tobias continuou a enviar-me cartas para me intimidar (Ne.6.17-19 NVI).

Por fim, Tobias coloca espiões no meio do povo, eles ouviam de Neemias e comunicavam a Tobias e aos nobres de Judá. Os espiões de Tobias coletavam informações da situação em Jerusalém e do andamento da obra e repassavam para os nobres de Judá.

A obra de Satanás é semear discordia e traição no meio do povo de Deus.

Geralmente a traição surge no meio dos nossos próprios irmãos. Porque quem trai não é o inimigo, mas o "amigo" aquele em quem confiamos e confidenciamos segredos. No meio da comunidade dos que haviam regressado da Babilônia, havia agentes inimigos que estavam traindo o seu povo por conta de interesses mesquinhos. Infelizmente, esta pratica de traição continua até hoje no meio do povo de Deus. Mas Deus conhece os corações, e os traidores colherão os frutos das suas traições e terão um amargo fim.

Quando o SENHOR está conosco, de nada vai adiantar Satanás armar suas ciladas e lançar tropeços para tentar nos parar. Portanto, confie no SENHOR, e todas as investidas do Diabo não prosperará contra sua vida, sua família e seu ministério. Amém! 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

QUATRO NOMES DE DEUS NO SALMO 91.


Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.

Direi do SENHOR: Ele é o meu Deus, o meu refúgio, a minha fortaleza, e nele confiarei (Sl.91.1,2).

O salmo 91 é dos salmos mais conhecido, este salmo faz parte do grupo dos anônimos, que somam 50 salmos. Muitos consideram o salmo 91 como sendo o salmo mais poderoso dos 150 salmos. Há pessoas que deixam a sua Bíblia aberta no salmo 91, seja na cabeceira da sua cama ou na sala de sua casa. Na verdade, esta pratica está mais para uma superstição do que um ato de fé. Na verdade, todos os salmos são poderosos, porque todos foram inspirados por Deus, porém cada um têm suas mensagens específicas. 

Os quatro nomes de Deus vistos neste salmo descrevem diferentes aspectos da sua proteção.

1) ALTÍSSIMO.

Deus Altíssimo, significa dizer: Aquele que está acima de tudo e de todos; Aquele que rege e domina sobre todas as coisas. 

No hebraico é Elyon, que significa o Supremo, Aquele que está acima de tudo e de todos, o mais elevado.

Este termo "Altíssimo" aparece duas vezes no salmo 91:

Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo... (v.1)

O Altíssimo é a tua habitação (v.9).

Este nome Deus Altíssimo aparece quatro vezes em Gênesis, quando Melquesedeque que era sacerdote do Deus Altíssimo veio ao encontro de Abrão (Gn.14.18-20,22).

Altíssimo também demonstra que Ele é Criador dos céus e da terra, e que Ele é maior do que qualquer ameaça ou perigo que venhamos a enfrentar. 

2) ONIPOTENTE.

Onipotente porque Ele tem todo o poder, isto implica em dizer que Ele é o El-Shadai, Deus Todo-poderoso. Aquele que é suficiente e capaz de prover e proteger.

Aquele está à sombra do Onipotente, descansará seguro, porque está à sombra do Todo-poderoso, que nos guarda e nos protege de qualquer inimigo que porventura venha para nos destruir.

3) SENHOR.

SENHOR, no original hebraico corresponde a JEOVÁ. Este nome aparece três vezes neste salmo, duas de forma explícita (vv.2,9) e uma de forma implícita (v.14). Este nome nos garante a sua presença em todas as circunstâncias da nossa vida. Ele é o SENHOR que cuida do seu povo e protege todos os crentes que nEle confia.

Também é identificado como o nome pessoal de Deus, que significa "Eu Sou", o Deus que está presente e é fiel ao Seu povo.

4) MEU DEUS.

Deus, muitas vezes aparece no texto sagrado no hebraico como "Eloah" ou "Elohim", que é o plural de Eloah.

Este é um termo mais geral para Deus, indicando o Criador, o Poderoso criador de todas as coisas.

Quando o salmista diz; "Meu Deus", expressa a verdade de que Deus torna-se íntimo, achegado, daqueles que nEle confiam. Amém! 

domingo, 4 de janeiro de 2026

A MULHER DE LÓ. Apenas Olhou Para Trás.

 

E aconteceu que, tirando-os fora, disse: Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti... 

E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal (Gn.19.17,26).

A esposa de Ló não levou a sério a ordem específica do anjo, e por não obedecer morreu, ficando convertida em uma estátua de sal. Certamente o seu coração ainda estava preso aos prazeres de Sodoma. Passado cerca de três mil anos deste acontecimento, Jesus nos adverte: "Lembrai-vos da mulher de Ló" (Lc.17.32). O erro trágico da mulher de Ló foi pôr seu coração numa cidade onde havia uma sociedade pervertida e inimiga de Deus. Ela olhou para trás porque o seu coração continuava em Sodoma. Cada crente deve pergunta para si mesmo: Meu coração está ligado às coisas terrenas ou está ligado as coisas do céu, aguardando a bendita esperança da volta de Jesus? Jesus disse: "Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração" (Mt.6.21). Se o nosso alvo é o céu, devemos inclinar nosso coração para coisas que são de cima. A mulher de Ló saiu de Sodoma mas o seu coração continuou na cidade. De nada adianta sair do Egito e continuar desejando as coisas do Egito. O povo saiu do Egito, mas o Egito não saiu do povo.

A mulher de Ló foi alvo da misericórdia de Deus, mas por preferir desobedecer a ordem do anjo, teve um fim trágico. Ao contrário da mulher de Ló, Ló e suas filhas obedeceram a ordem do anjo e chegaram no monte sã e salvos. Que o nosso alvo seja sempre olhar para Jesus, Autor e consumador da nossa fé. Amém! 

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

EBEDE-MELEQUE, O Homem Que Deus Lembrou.

Ebede-Meleque não é exatamente um nome próprio, é um título. Significa “servo do rei”. A Escritura não registra sua genealogia, não informa sua linhagem nem seu nome. A informação que temos é que ele era estrangeiro, um aflicano de origem etíope, alguém fora do centro religioso e político, invisível para muitos, mas atento aos acontecimentos, não aceitando o que era injusto.

Quando Jeremias foi lançado numa cisterna para morrer, os líderes se calaram, os homens de autoridade se omitiram e o povo seguiu a multidão. Mas o servo do rei decidiu não normalizar a maldade. Ele foi até o rei e disse com clareza: “Esses homens fizeram mal em tudo quanto fizeram a Jeremias” (Jr.38.8,9). O etíope não faz um longo discurso a favor de Jeremias. Simplesmente declara que agiram mal para com o profeta Jeremias.

O servo sem nome tornou-se um porta-voz e um intercessor. Diante da intercessão do etíope, o rei Zedequias muda de posição e dar ordem a Ebede-Meleque mandando-o levar trinta homens consigo e tirar a Jeremias do calabouço (Jr.38.10,11).

Ebede-Meleque desceu cordas, juntamente com trapos velhos para não ferir o corpo do profeta, e com os trinta homens, puxaram a Jeremias da cisterna profunda e o tiraram do calabouço (Jr.38.12,13). A Bíblia faz questão de registrar esses detalhes porque Deus observa como alguém age quando ninguém está vendo. 

Então, depois de cumprir a missão, o anônimo sai de cena, e não ouvimos mais falar dele. Entretanto, o SENHOR se lembrou dele e lhe enviou uma mensagem de salvação por meio do profeta Jeremias (Jr.39.15-18). A Palavra veio diretamente a ele: “Eu te livrarei… porque confiaste em mim” (39.18). O estrangeiro foi lembrado. O servo foi guardado e protegido pelo SENHOR. O homem que salvou uma vida no oculto foi honrado publicamente pelo céu.

Mais tarde, quando Jerusalém caiu, quando tudo foi destruído e muitos nomes conhecidos pereceram, Deus fez questão de preservar aquele homem sem nome, sem fama, sem destaque, mas que foi conhecido no céu por sua atitude de fé e coragem.

A história de Ebede-Meleque prova que Deus não se move por títulos, status ou fama, mas por caráter. Que agir com justiça pesa mais que vida religiosa. Que coragem e fé vale mais que posição. Há pessoas que aparecem muito, mas nada fazem para mudar situações e libertar pessoas para servirem ao Reino de Deus.

Ebede-Meleque não tinha um nome conhecido entre os homens, mas foi conhecido no céu e recompensado por Deus. Amém!