... e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada, falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição (II Pe.3.15,16).
Pedro faz referencia a Paulo como um homem de sabedoria dada por Deus. Pedro se refere às epístolas de Paulo, como do mesmo nível que as demais Escrituras. Pedro alimentava a mais elevada consideração pela vida e ministério do apóstolo Paulo e faz questão de atribuir aos escritos das cartas de Paulo a mesma autoridade e inspiração às demais Escrituras.
A doutrina da justificação pela fé, conforme exposta por Paulo, estava sendo distorcida pelos falsos mestres. De acordo com os impostores, uma vez salvos, os cristãos podiam fazer o que bem quisessem; um falso ensino que Paulo refuta energicamente na carta aos romanos nos capítulos 3,4,5.
Pedro faz dois apelos finais que resumem seus ensinamentos nessa carta: (1) Guardem sua posição segura em Cristo. (2) Cresçam na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (II Pe.3.17,18).
Finalmente, os indoutos, os inconstantes, os incrédulos, os céticos e os falsos mestre torcem e distorcem as Escrituras, todavia, ela permanece verdadeira e imutável.
Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade (II Co.13.8). Amém!