PREGANDO A VERDADE

quarta-feira, 8 de abril de 2026

O GOTEJAR DA DOUTRINA DE DEUS.


Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca. Goteje a minha doutrina como a chuva, destile o meu dito como orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva (Dt.32.1,2).

A doutrina de Deus é comparada a um gotejar contínuo da chuva, ou seja, uma chuva leve e constante. A doutrina de Deus deve ser ensinada de forma didática, constante e diariamente. 

Moisés apregoa o seu último discurso de forma poética, neste cântico ele dá enfase a Palavra de Deus e incita o povo a meditar na Palavra de Deus e ensiná-la a seus filhos. Moisés destaca a doutrina de Deus em meio as falsas doutrinas dos deuses das nações pagãs. O povo de Deus deveria dá ouvidos unicamente a doutrina de Deus, e desprezar as falsas doutrinas ensinadas pelos ministros dos deuses falsos. O cântico de Moisés contém um resumo da história de Israel. Ele faz o povo lembrar de seus erros, a fim de que não mais os repetisse, e suscitou a nação a confiar unicamente em Deus. 

TRÊS TIPOS DE DOUTRINA:

1) Doutrina dos homens.

... As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrina dos homens; as quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum, senão para a satisfação da carne (Cl.2.22,23).

2) Doutrina de demônios.

Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (I Tm.4.1).

3) Doutrina de Deus. 

Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina... (I Tm.4.16).

Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina (Tt.2.1).

Todo aquele que prevarica e não persevera na doutrina de Cristo não tem a Deus; quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto o Pai como o Filho (II Jo.1.9).

Jesus respondeu e disse-lhes: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. 

Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo (Jo.7.16,17).

Jesus afirma que a sua doutrina é de Deus, e Ele apenas a transmite e ensina ao povo.

Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória...(v.18).

Jesus resalta um critério da máxima importância para testar se um pregador é ou não um homem de Deus; ele busca a sua própria glória ou o progresso da causa do Senhor? Ao avaliar um pastor ou um pregador itinerante, note se sua pregação engrandece a ele mesmo ou a Cristo. 

Todos que pregam e ensinam a Palavra de Deus, devem fazer para glória de Deus e nunca para exaltar o seu próprio ego, em demonstração de vã glória e sabedoria.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

O QUE FALA A BÍBLIA SOBRE A CONQUISTA ESPACIAL.

 

A Bíblia não faz menção direta à conquista ou exploração espacial moderna, uma vez que foi escrita em um contexto cultural e científico muito anterior a essas tecnologias. No entanto, estudiosos interpretam diversos textos bíblicos para refletir sobre a relação da humanidade com o cosmos. Por exemplo: Se te elevares como águia e puseres o teu ninho entre as estrelas, dali te derribarei, diz o SENHOR (Ob.1.4). Ainda que cavem até ao inferno, a minha mão os tirará dali; e, se subirem ao céu, dali os farei descer (Amós, 9.2). Ainda que a sua altura suba até ao céu, e a sua cabeça chegue até às nuvens, como o seu próprio esterco perecerá para sempre; e os que o viam dirão: Onde está? (Jó.20.6,7).

Obadias 1.4, é por vezes usado em debates sobre a colonização de outros planetas: "Ainda que subas alto como a águia, e ponhas o teu ninho entre as estrelas, dali te derrubarei, diz o Senhor". No contexto original, trata-se de um julgamento contra o orgulho da nação de Edom, mas é usado como metáfora sobre os limites impostos por Deus. 

A Bíblia apresenta o universo como uma obra de Deus, criada para manifestar Sua glória. O Salmo 19:1 afirma que "Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos".

Em Gênesis 1:28, Deus ordena ao homem "dominar sobre a terra". Algumas interpretações sugerem que esse mandato poderia ser estendido ao espaço como uma extensão da responsabilidade humana sobre a criação.

A história da Torre de Babel (Gênesis 11:1-9) é frequentemente citada como um alerta sobre a ambição humana de "tocar o céu" por motivos de orgulho, o que leva alguns a questionar se o esforço da conquista espacial deve ser motivado pela busca de conhecimento ou pela vaidade humana.

Para muitos astronautas cristãos, como Barry Wilmore, a exploração espacial não contradiz a Bíblia, mas serve como uma forma de observar de perto a complexidade do projeto divino. 

Afinal, porventura, Deus não sabia de antemão que o homem iria desenvolver tecnologias capaz de conquistar o espaço? 

Deus é mistério, existem mistérios, eventos inexplicáveis e sobrenaturais além da lógica racional.

Como disse William Shakespeare: "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia".

quinta-feira, 2 de abril de 2026

PESSACH - A Páscoa Do Senhor.


Assim, pois, o comereis: os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do SENHOR (Êxodo,12.11).

Pessach é a Festa que o Senhor escolheu para libertar seu povo da escravidão do Egito e nos libertar do pecado pelo sacrifício do Cordeiro de Deus.

O capítulo 12 do livro do Êxodo descreve a Festa da Páscoa. A Páscoa é uma festa que assinala um novo começo para a nação de Israel. Essa festa sagrada acontece no mês de Abibe (termo hebraico que marcava o ínicio da colheta), em nosso calendário março/abril. Esse mês tornou-se "o primeiro dos meses" de um ano novo para a nação. O propósito da Páscoa era relembrar ao povo a sua libertação da terra do Egito, mediante os poderosos atos redentores de Deus.

No ritual da Páscoa, um cordeiro deveria ser sacrificado, assado e comido por cada família, com pães asmos (sem fermento) e ervas amargosas. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (Ex.12.4). Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o anjo destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas (daí o termo Páscoa, do hebraico pessach, que significa passar por cima, pular além da marca, ou poupar). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte que foi executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando para o advento do "Cordeiro de Deus" que veio para nos libertar da escravidão e tirar o pecado do mundo, que séculos mais tarde foi anunciado por João, o batista (Jo.1.29). Portanto, Páscoa cristã significa salvação, libertação, vida, ressurreição e esperança em Cristo, nosso Cordeiro pascoal. Assim afirmou o apóstolo Paulo: Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade (I Co.5.7,8). 

Na Nova Aliança, Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele o Cordeiro que foi sacrificado pela humanidade afim de nos salvar e nos libertar do pecado. Cristo é nossa Pessach, sem Ele contianuaremos sendo escravos do pecado, fadados ao fracasso, sem salvação. É conhecendo a verdade que seremos livres e libertos do pecado e de toda maldição. Jesus disse: E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres (Jo.8.32,36). Portanto, Páscoa é libertação, salvação e ressurreição para uma nova vida com Cristo. Amém! 

quarta-feira, 1 de abril de 2026

PÁSCOA É CORDEIRO NÃO COELHO.

O capítulo 12 do livro do Êxodo descreve a Festa da Páscoa. A Páscoa é uma festa que assinala um novo começo para a nação de Israel. Essa festa sagrada acontece no mês de Abibe (termo hebraico que marcava o ínicio da colheta), em nosso calendário março/abril. Esse mês tornou-se "o primeiro dos meses" de um ano novo para a nação. O propósito da Páscoa era relembrar ao povo a sua libertação da terra do Egito, mediante os poderosos atos redentores de Deus.

No ritual da Páscoa, um cordeiro deveria ser sacrificado, assado e comido por cada família, com pães asmos (sem fermento) e ervas amargosas. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (Ex.12.4). Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o anjo destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas (daí o termo Páscoa, do hebraico pesah, que significa passar por cima, pular além da marca, ou poupar). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte que foi executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando para o advento do "Cordeiro de Deus" que veio para nos libertar da escravidão e tirar o pecado do mundo, que séculos mais tarde foi anunciado por João, o batista (Jo.1.29). Portanto, Páscoa cristã significa salvação, libertação, vida, ressurreição e esperança em Cristo, nosso Cordeiro pascoal. Assim afirmou o apóstolo Paulo: Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade (I Co.5.7,8). Amém! 

COMO SURGIRAM OS SÍMBOLOS DO COELHO E OVOS NA PÁSCOA?

Diz a lenda que em um inverno particularmente longo, as pessoas começaram a se desesperar, pensando que ele não teria fim, e que elas pereceriam por conta dele. 

Então, para acalmar o coração das pessoas, a Deusa Ostara desceu dos céus para ajudá-los a perceber os sinais de vida que estavam começando a surgir com a nova estação. 

Com isso, eles passaram a chamá-la de deusa da primavera, e ela foi associada à fertilidade por causa da vida que estava voltando às florestas.

A Deusa Eostre era jovem e não tinha filhos, mas ela amava as crianças e as divertia com sua magia, e acabou ficando ali por muito tempo.

Assim, o inverno voltou, e em uma de suas caminhadas, ela encontrou um pássaro ferido, e para salvá-lo, Eostre o transformou em lebre. Porém, como seus poderes estavam fracos pois só se renovariam na primavera, a transformação não aconteceu por completo, por isso, a lebre ainda tinha a habilidade de botar ovos.

Entretanto, a lebre estava tão feliz por ter sua vida salva pela deusa, que botou ovos, os decorou e ofereceu a Eostre como forma de agradecimento.

Muito feliz, a deusa compartilhou os ovos com as crianças que ela tanto amava, e a partir desse momento, a lebre e os ovos foram associados como símbolos da deusa.  

Então, sempre que a primavera chegava, as pessoas esculpiam lebres em madeira, decoravam ovos e os entregavam como forma de representar e honrar os poderes de Eostre.

A celebração à Eostre, apesar de não envolver altares ou templos, sempre esteve muito forte na cultura pagã, principalmente por sua ligação à primavera, e o mesmo acontece com os seus símbolos: 

Lebre/coelho: representando o recomeço, vitalidade e fertilidade.

Ovo: símbolo de fertilidade e começo da vida.

Devido a essa força, a religião cristã incorporou as características dessa celebração para que não houvesse mais rituais pagãos.

E é por isso que Eostre ficou conhecida como deusa da páscoa, pois o coelho e o ovo são, até hoje, fortes símbolos da data.

Fonte: https://www.astrocentro.com.br/blog/espiritual/deusa-eostre/?

A intenção é sempre tirar o foco do verdadeiro sentido da Páscoa. Todavia, Páscoa não é coelho é Cordeiro; nem é chocolate é ervas amargosas.

Páscoa é salvação, libertação e ressurreição para viver uma nova vida com Deus. Amém! 

sexta-feira, 27 de março de 2026

Milagres Extraordinários.


Deus fazia milagres extraordinários por meio de Paulo, de modo que até lenços e aventais que Paulo usava eram levados e colocados sobre os enfermos. Estes eram curados de suas doenças, e os espíritos malignos saíam deles (Atos, 19.11,12). NVI

O ministério de Paulo na cidade de Éfeso foi marcado por milagres extraordinários de curas e expulsão de demônios, levados a efeito de modo direto, ou através de lenços e aventais que ele carregava. Paulo era fazedor de tendas, esta era a sua profissão (At.18.3). Paulo usava lenços para enxugar suor e aventais para proteção no trabalho de confecção de tendas com tecido couro. 

As cidadãos de Éfeso sabendo que Paulo era um homem usado por Deus, o requisitava para que ele fosse em suas casas e comunidades para orar pelos enfermos e pessoas endemoninhadas. Entretanto, devido a sua ocupação, ele ficava impossibilitado de atender a todos pessoalmente. Diante disso, Paulo enviava seus lenços e aventais e mandava colocar sobre as pessoas, estas eram curadas e os demônios saíam dos corpos das pessoas oprimidas e possessas. 

Na sequência, o escritor Lucas escreve: E alguns dos exorcistas judeus, ambulantes, tentavam invocar o nome do Senhor Jesus sobre os que tinham espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega. Os que faziam isto eram sete filhos de Ceva, judeu, principal dos sacerdotes. Respondendo, porém, o espírito maligno, disse: Conheço a Jesus e bem sei quem é Paulo; mas vós, quem sois? E, saltando neles o homem que tinha o espírito maligno e assenhoreando-se de dois, pôde mais do que eles; de tal maneira que, nus e feridos, fugiram daquela casa. E foi isto notório a todos os que habitavam em Éfeso, tanto judeus como gregos; e caiu temor sobre todos eles, e o nome do Senhor Jesus era engrandecido (At.19.13-17).

Os pseudos evangelistas e pastores atuais que procuram obter dinheiro fácil, vendendo lenços, toalhas, azeite, água, etc.., dizendo serem "ungidos", são falsos milagreiros e charlatões da fé. Eles dizem que estão agindo segundo os motivos e propósito de Paulo. Porém, Paulo não usava a sua unção em troca de dinheiro. Ele apenas multiplicou o poder que nele havia, através desses meios tangíveis, e assim curou e libertou mais pessoas do que impondo as mãos pessoalmente. 

Esta atitude de Paulo de enviar lenços e aventais para curas e libertação, não se trata aqui de ensino doutrinário como um princípio permanente, mas do registro de um caso no ministério de Paulo, dirigido por Deus. 

A Bíblia não diz que Paulo fez milagres extraordinários, mas que Deus os fez por meio de Paulo. Deus trabalha tanto no ordinário quanto no extraordinário. Se milagre já é grande coisa, imagine milagres extraordinários. Aguarde o sobrenatural de Deus, de repente Ele vai te surpreender com milagres extraordinários.

Deus é o mesmo, Ele continua operando milagres extraordinários no poder do nome de Jesus Cristo. Amém! 

quarta-feira, 25 de março de 2026

A PROFECIA SOBRE A NAÇÃO DE ISRAEL.


Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas; as ruas e as tranqueiras se reedificarão, mas em tempos angustiosos.

E, depois das sessenta e duas semanas, será tirado o Messias e não será mais; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será como uma inundação; e até ao fim haverá guerra; estão determinadas assolações (Dn.9.25,26).

Haverá Guerra Até ao Fim.

A interpretação bíblica sugere que as guerras são uma constante na história humana e não o único indicador do fim dos tempos, que é marcado também por falsos profetas, fome, pestes, apostasia...

Esta profecia de Daniel a respeito de Israel e da Cidade Santa é fundamental para os últimos tempos. A palavra traduzida por "semanas" significa, aqui, uma unidade númerica de sete anos; portanto, "setenta semanas" equivalem a um período de 490 anos. 

Deus revelou a Daniel que sessenta e nove período de sete anos, somando portanto 483 anos, transcorreriam entre a data da ordem para reconstruir Jerusalém e a vinda do Messias, o Ungido. 

Depois das "sete semnas" e mais as "sessenta e duas semanas", um total de sessenta e nove semanas (483 anos), duas coisas aconteceriam: (1) O Messias seria "tirado" ou crucificado (Is.53.8). (2) O "o povo do príncipe que há de vir", destruiria Jerusalém e o templo. O "povo" refere-se ao exército romano, que destruiu Jerusalém em 70 d.C. O "príncipe" refere-se ao Anticristo no fim dos tempos. Note que a destruição de Jerusalém não ocorreu imediatamente após a crucificação de Cristo. Portanto, há um hiato de tempo entre o final das sessenta e nove semanas e o início da septuagésima semana. Os exegetas concluem que esse período de tempo corresponde ao período da igreja.

O estabelecimento do concerto entre "o príncipe, que há de vir" e Israel marca o início da septuagésima semana, os últimos sete anos da presente era.

O príncipe que fará o concerto com Israel é o Anticristo, mas ainda camufrado naquela ocasião (II Ts.2.3-10; I Jo.3.18). O Anticristo certamente negociará um tratado de paz entre Israel e seus inimigos no tocante a disputa territorial. A grande proeza que o Anticristo fará, será unir os árabes e os judeus. Todavia, quando disserem: "Há paz e segurança", então, lhes sobrevirá repentina destruição (I Ts.5.3).

Na metade dos sete anos (após três anos e meio), o príncipe romperá seu concerto com Israel, declarar-se-á Deus, apoderar-se-á do templo em Jerusalém, proibirá a adoração ao Senhor (II Ts.2.4) e assolará a Palestina. Reinará por três anos e meio (Ap.11.1,2;13.4-6). 

A abominação da desolação feita pelo governo do Anticristo, assinalará o começo da contagem regressiva de três anos e meio até vinda de Cristo em glória (Mt.24.15). A vinda de Cristo ocorrerá no fim dos sete anos (II Ts.2.8; Ap.19.11-20).

Nos três anos e meio do governo do Anticristo, Jerusalém será pisada pelos gentios (Ap.11.1,2).

A grande tribulação e o domínio do Anticristo terminarão quando Cristo vier com poder e glória para destruir o Anticristo e seus aliados, julgar as nações e estabelecer o seu reino milenar sobre toda a terra (Zc.14.1-21; Jr.23.5-8; Mt.25.31-46).

ISRAEL é o relógio de Deus para humanidade. A nação de Israel tem sido o centro das atenções nestes últimos tempos. Portanto, estejamos atentos, em alerta, porque a volta do Senhor Jesus Cristo é iminente, Ele virá a qualquer momento arrebatar a sua igreja. 

Enquando o mundo se prepara para receber o Anticristo, a igreja está preparada esperando a volta de Cristo. Maranata! 

(Texto extraído da Bíblia de Estudo Pentecostal, tendo alguns acréscimos do autor deste Blog).

sábado, 21 de março de 2026

O FILHO E O ESPÍRITO.


Durante toda a sua vida terrena, Jesus viveu em plena dependência do Espírito Santo. O Espírito Santo atuou desde a concepção sobrenatural do Filho até a sua glorificação junto ao Pai. O Espírito Santo está presente, revelando que a obra redentora tem a triplíce ação: Do Pai, do Filho e do Espírito Santo. O Pai é o autor do plano da salvação; o Filho é o executor da redenção; e o Espírito Santo é o aplicador da salvação.

DEZ AÇÕES DO ESPÍRITO SANTO NA VIDA DE JESUS.

1) NA CONCEPÇÃO DE JESUS NO VENTRE DE MARIA 

A concepção de jesus foi uma obra sobrenatural do Espírito.

... Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; pelo que também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus (Lc.1.35).

2) NO BATISMO DE JESUS NO RIO JORDÃO.

O Espírito Santo, pelo qual Jesus fora concebido inicialmente (Lc.1.35), agora, desce sobre Ele e unge-o pessoalmente e o reveste de poder para exercer o seu ministério.

E aconteceu que, como todo o povo se batizava, sendo batizado também Jesus, orando ele, o céu se abriu, e o Espírito Santo desceu sobre Ele em forma corpórea, como uma pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és meu Filho amado; em ti me tenho comprazido (Lc.3.21,22).

3) NA TENTAÇÃO DE JESUS NO DESERTO.

O Espírito Santo conferiu poder a Jesus e o levou ao deserto para enfrentar a tentação de Satanás.

E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto. E quarenta dias foi tentado pelo Diabo... (Lc.4.1,2).

4) NO SEU MANIFESTO NA SINAGOGA EM NAZARÉ.

Na Sinagoga em Nazaré, Jesus se revela como o Messias (o ungido) e explica o propósito do seu ministério ungido pelo Espírito Santo.

Então, pelo poder do Espírito, voltou Jesus para a Galileia, e a sua fama correu por todas as terras em derredor.

E ensinava nas suas sinagogas, e por todos era louvado.

E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler.

E foi-lhe dado o livro do profeta Isaías; e, quando abriu o livro, achou o lugar em que estava escrito:

O Espírito do Senhor está sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os contritos de coração,

A proclamar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.

E, cerrando o livro, e tornando-o a dar ao ministro, assentou-se; e os olhos de todos na sinagoga estavam fitos nele.

Então começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu esta Escritura em vossos ouvidos (Lc.4.14-21).

5) NO MINISTÉRIO TERRENO DE JESUS.

O ministério de Jesus foi marcado com poder sobrenatural do Espírito Santo.

... Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com virtude; o qual andou fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com Ele (Atos, 10.38).

6) NA VIDA PESSOAL DE JESUS.

Jesus se alegra no Espírito Santo, porque seu Pai celestial proveu a compreensão das verdades espirituais, não aos intelectuais, nem aos sábios, mas aos pequeninos que se submetem e aceitam humildemente a verdade revelada na sua Palavra.

Naquela mesma hora, se alegrou Jesus no Espírito Santo e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e inteligentes e as revelastes às criancinhas; assim é, ó Pai, porque assim te aprouve (Lc.10.21).

7) EXPULSANDO OS DEMÔNIOS NO PODER DO ESPÍRITO.

Os milagres operados por Jesus, bem como a expulsão dos demônios na vida das pessoas, eram manifestações do poder de Deus pelo Espírito Santo.

Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, é conseguintemente chagado a vós o Reino de Deus (Mt.12.28).

8) TRANSMITINDO O ESPÍRITO SANTO PARA SEUS DISCÍPULOS.

Jesus após a sua ressurreição encarrega seus discípulos a dá continuidade a sua missão recebida pelo Pai.

Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.

E, havendo dito isto, assoprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo (Jo.20,21,22).

9) PROMETENDO OUTRO CONSOLADOR.

Jesus promete aos seus discípulos enviar outro Consolador; ou seja, um igual, da mesma natureza dEle.

E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;

O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós (Jo.14.16,17).

Jesus chamo o Espírito Santo de "Consolador". Trata-se da tradução da palavra grega parakletos, que significa literalmente "alguém chamado para ficar ao lado de outro para o ajudar". É um termo rico de sentido, significando Consolador, Fortalecedor, Conselheiro, Socorro, Advogado, Aliado e Amigo.

O termo grego para "outro" é, aqui, "Allon", significando "outro da mesma espécie", e não "heteros", que significa outro, mas de espécie diferente. Noutras palavras, o Espírito Santo veio dá prosseguimento ao que Cristo fez na terra. 

(comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal).

10) O ESPÍRITO SANTO OPERANDO NA RESSURREIÇÃO DE JESUS.

E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal, pelo seu Espírito que em vós habita (Rm.8.11).

CONCLUSÃO:

Concluimos que, a Redenção operada por Jesus é uma obra perfeita que revela a unidade e cooperação entre as Pessoas divinas. O Filho, embora sendo Deus, submeteu-se ao Pai e agiu no poder do Espírito. Ao contemplarmos essa harmonia divina, somos convidados a uma resposta de fé genuína em Cristo, submissão voluntária à vontade do Pai, e obediência perseverante à direção do Espírito Santo em nossa vida diária. Amém!