PREGANDO A VERDADE

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

NOSSO CARÁTER MOLDADO EM CRISTO.


Cristo nosso Exemplo, nosso Modelo, nosso Referencial, nosso Mestre, nosso Alvo, nossa Inspiração a prosseguir. O nosso relacionamento com Cristo, deve ser íntimo, estreito e devocional. Como cristão e seguidor de Cristo, devemos procurar viver de forma que tenhamos atitudes parecidas ou semelhantes as atitudes de Cristo. O apóstolo João, escrevendo disse: Aquele que diz que está nEle também deve andar como Ele andou (I Jo.2.6). Andar como Cristo andou é difícil, mas não é impossível. Apesar de que, isto não é para a maioria dos que se dizem cristão, isto é praticado pelo menor número de cristãos; por aqueles que pagam o preço para viverem para Cristo em uma vida de renúncias. Se o nosso caráter, como cristão não refletir ao de Cristo ou não for moldado no caráter de Cristo, estamos longe de sermos um autêntico cristão. Falar que é cristão é fácil, muitos falam e se declaram, mas viver e praticar os ensinamentos de Cristo, são poucos. O apóstolo Paulo dasafiou os crentes da sua época, quando disse: Sede meus imitadores, como também eu, de Cristo (I Co.11.1). A grande preocupação do apóstolo era ter pessoas fiéis a Cristo, andando conforme Cristo e nunca no modelo do sistema mundano. Na atualidade, contamos a dedo a raridade que existe de homens e mulheres de Deus que verdadeiramente demonstram ter o caráter de Cristo moldado em suas vidas. 

SETE COISAS QUE DEVEMOS FAZER PARA TERMOS O CARÁTER DE CRISTO:

1) Amar a Cristo.

Jesus respondeu e disse-lhe: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada (Jo.14.23).

2) Santificar a Cristo.

... antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós (I Pe.3.15).

3) Servir a Cristo.

Se alguém me serve, siga-me; e, onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará (Jo.12.26).

4) Esperar na Graça de Cristo.

Portanto, estejam com a mente preparada para o trabalho, sejam sóbrios e esperem inteiramente na graça que está sendo trazida a vocês na revelação de Jesus Cristo (I Pe.1.13).

5) Está em Cristo.

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo (II Co.5.17).

Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus... (Rm.8.1).

6) Imitar a Cristo.

Sede meus imitadores, como também eu, de Cristo (I Co.11.1).

Aquele que diz que está nEle também deve andar como Ele andou (I Jo.2.6).

7) Esperar a Volta de Cristo.

Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens, ensinando-nos que, renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente, 

aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo (Tito, 2.11-13). 

Finalmente, que o nosso testemunho como cristão glorifique a Cristo como nosso Senhor e Salvador, e nunca seja uma incoerência ou uma contradição do Evangelho de Cristo que professamos.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

O PODER DO NOME DE JESUS (Mensagem Evangelística).


O nome identifica a pessoa, o nome faz referencia a pessoa, o nome qualifica a pessoa, o nome também determina o poder da pessoa. As pessoas têm um nome, muitos marcaram a história e deixaram um legado no seu nome. Todos os grandes governantes e líderes das nações tiveram o seus nomes gravados na história, todos os grandes homens e mulheres que se destacaram na história tiveram um nome, mas somente JESUS tem O NOME. O nome de JESUS não marcou apenas a história, mas mudou a história. O nome de JESUS é o grande divisor de águas da humanidade. Toda história está vinculada ao nome de Jesus Cristo, por causa do nome de JESUS temos o seguinte referencial na história: aC. e dC. Ele interveio na história, Ele entrou na história e recebeu um nome que está acima de todos os nomes, e ao nome de JESUS todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é o Senhor. Aleluia!

Eu vim determinado esta noite para falar no poderoso nome de Jesus Cristo. Abra sua Bíblia no livro de Filipenses capítulo 2 e versículos 5 ao 11.

SETE OPERAÇÕES DO PODEROSO NOME DE JESUS:

1) O Nome de JESUS tem poder para Salvar (At.4.12).

2) O Nome de JESUS tem poder para Perdoar (Lc.24.47).

3) O Nome de JESUS tem poder para Libertar (Jo.8.32,36; At.16.16-18).

4) O Nome de JESUS tem poder para Expulsar demônios (Mc.16.17; At.16.16-18).

5) O Nome de JESUS tem poder para nos fazer falar novas Línguas (Mc.16.17; At.19.1-7).

6) O Nome de JESUS tem poder para Curar os enfermos (Mc.16.18; At.3.6-9; At.14.8-10).

7) O Nome de JESUS tem poder para Operar Sinais, Prodígios e Maravilhas (Mc.16.20; At.2.43; 4.30; 5.12; 19.11,12).

O nome de JESUS é Soberano, este nome tem poder nos céus, na terra, no mar e debaixo da terra.

Bendito seja o poderoso nome de JESU para sempre. Amém! 

domingo, 25 de janeiro de 2026

O PÃO DOS ANJOS.


... e fizesse chover sobre eles o maná para comerem, e lhes tivesse dado do trigo dos céus. 

Cada um comeu o pão dos poderosos; Ele lhes mandou comida com abundância (Sl.78.24,25). ARC

Fez chover maná para que o povo comesse, deu-lhe o pão dos céus.

Os homens comeram o pão dos anjos; enviou-lhes comida à vontade (Sl.78.24,25) NVI

Na poesia de Asafe, no salmo 78, ele relembra as grandes maravilhas de Deus favorecendo o seu povo e todas as bênçãos e providências do SENHOR a favor dos israelitas durante quarenta anos no deserto, rumo à terra prometida de Canaã. Na sua narrativa histórica, Asafe descreve também a ingratidão e rebelião do povo contra Deus. Apesar de toda rebeldia e ingratidão, Deus prover água, pão do céu (maná) e carne em abundância para eles comerem, beberem e se saciarem. Asafe é enfático na sua poesia, quando escreve: "Pois eles não creram em Deus nem confiaram no seu poder salvador. Contudo, Ele deu ordens às nuvens e abriu as portas dos céus; fez chover maná para que o povo comesse, deu-lhe o pão dos céus. Os homens comeram o pão dos anjos; enviou-lhe comida à vontade (Sl.78.22-25). A expressão "pão dos anjos" ou "pão dos poderosos" em outras versões, é uma linguagem figurada, uma forma de expressão utilizada pelo salmista para enfatizar a importância do cuidado de Deus e o privilégio que tiveram os israelitas.

TRÊS PERGUNTAS INTRIGANTES:

Anjos comem pão?

Os israelitas comeram o pão dos anjos?

O maná era o pão dos anjos?

COMO ERA O MANÁ?

E, alçando-se o orvalho caído, eis que sobre a face do deserto estava uma coisa miúda, redonda, miúda como a geada sobre a terra (Ex.16.14) ARC

Depois que o orvalho secou, flocos finos semelhantes a geada estavam sobre a superfície do deserto (Ex.16.14) NVI

E chamou a casa de Israel o seu nome Maná; e era como semente de coentro; era branco, e o seu sabor, como bolos de mel (Ex.16.31). ARC

O maná era como semente de coentro e tinha aparência de resina (Nm.11.7). NVI

E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bdélio (Nm.11.7). ARC

O bdélio é uma goma-resina aromática que varia de cor, sendo descrita como amarela a avermelhada ou marrom-avermelhada em seu estado natural, com um brilho ceráceo ou perolado quando endurece, podendo ter manchas brancas, e também é comparado à cor do maná, que era branco ou esbranquiçado. 

QUAL O SABOR DO MANÁ?

O Maná era saboroso como bolo de mel (Ex.16.31). 

Quando moido em moinho, e cozido em panela, o seu sabor era como bolo de azeite fresco (Nm.11.8).

QUAL SIGNIFICADO DO NOME MANÁ?

Quando os israelitas viram pela primeira vez o pão de Deus, que havia caindo no arraial pela manhã, disseram uns aos outros: Que é isso? (Ex.16.14).

Maná no hebraico "Man hu" significa Que é isso? (Ex.16.14,15).

Em hebraico, a pergunta seria: "Man hu?", daí o nome "maná". 

POR QUANTO TEMPO O POVO DE ISRAEL COMEU MANÁ?

Os israelitas comeram maná durante quarenta anos, até chegarem à fronteira da terra prometida (Êx.16.35; Js.5.11,12). 

ONDE A BÍBLIA FAZ REFERÊNCIA AO MANÁ PELA ÚLTIMA VEZ?

Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido... (Ap.2.17).

CONCLUSÃO:

Esse maná miraculoso que serviu de alimento para o povo durante quarenta anos de jornada pelo deserto até chegarem a terra prometida, apontava para Jesus Cristo. Passados cerca de 1.500 anos, Jesus se referiu a esses acontecimentos ao descrever a si mesmo como o pão vivo que desceu do céu (Jo.6.30-35; 48-51). Esse simbolismo foi retomado na instituição da ceia do Senhor, quando tomou Jesus um pão, partiu e o deu aos seus discípulos dizendo: "Tomai, comei, isto é o meu corpo" (Mt.26.26).

Assim como o povo comeram o Maná até chegarem a terra prometida de Canaã, na Nova Aliança, Cristo que é o Pão vivo que desceu do céu, é o nosso alimento cotidiano até chegarmos a Canaã celestial, o céu. Amém! 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

AS DUAS CASAS.

 

Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha.

E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.

E aquele que ouve estas minhas palavras e as não cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia.

E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. 

E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina,

porquanto os ensinava com autoridade e não como os escribas (Mateus 7:24-29).

Jesus termina o seu longo discurso do "Sermão da Montanha" falando sobre dois homens: Um prudente e outro insensato; sobre duas casas: Uma edificada sobre a rocha e outra edificada sobre a areia; sobre dois alicerces: Um estável e seguro e outro instável e inseguro. 

Comparando as duas casas edificadas, Jesus está falando sobre dois tipos de ouvintes: Aquele que ouve suas palavras e as pratica, e o que as ouve e não as pratica.

Os dois homens ouviram a mesma voz.

 Ambos sabiam o que era certo e o que era errado. 

Ambos ouviram a verdade. 

Ambos decidiram construir a casa (vida espiritual) a partir do que ouviram.

Ambos construiram suas casas, mas a diferença estava no alicerce.

Ambos enfrentaram grande tempestade.

Tudo era aparentemente igual, mas depois da tempestade houve uma diferença.

Porém, a diferença não começou na tempestade.

A diferença começou antes, no silêncio das escolhas que ninguém viu.

A casa na areia não caiu de repente.

Ela foi cedendo aos pouco por dentro.

Na vida espiritual, tudo acontece de dentro para fora.

Primeiro no caráter, depois nas decisões, depois nos limites não respeitados.

Quando a tempestade chegou, ela só revelou o que já estava instável.

A areia é confortável porque não exige profundidade.

Isto implica em dizer: Não pede renúncia, não confronta, não busca ter raiz profunda.

A areia é superficial, aceita qualquer coisa por cima, mas não sustenta nada por dentro.

Assim acontece com muitos crentes que constrói assim, de forma superficial.

Constrói sobre emoção, sobre opinião alheia, sobre experiências de outras pessoas, sobre coisas passageiras. Sobre o que sente hoje, não sobre o que permanece amanhã.

A casa na rocha também enfrentou ventos, chuvas, rios e sofreu grande impacto.

Também sofreu o impacto das águas, também foi sacudida, mas não cedeu.

Por quê não cedeu?

Porque obediência cria peso, quem obedece tem estabilidade espiritual; e só quem tem fundamento sólido aguenta o peso do impacto da tempestade.

Jesus nunca disse que quem constrói na rocha não sofre. Mas Ele disse quem permanece nEle e pratica as suas palavras estarão seguros.

A promessa não é livramento da tempestade, mas livramento na tempestade. É sustentação no meio dela.

O problema não é a chuva, não é o vento, não são os rios. O problema é quando tudo isso encontra uma vida sem base.

Muitos crentes caêm porque não buscam fortalecer suas bases espirituais através da oração, do jejum, da leitura e meditação da Palavra, principalmente da obediência a Palavra.

A queda não acontece de cima, acontece no fundamento, na base principal.

E quando a Casa cai (vida espiritual), não cai pequena; cai grande, cai pública, cai de forma dolorida. Porque tudo que foi levantado sem profundidade paga-se o preço no dia mau.

Jesus continua ensinando o mesmo: Não basta ouvir, não basta concordar; é preciso praticar, obedecer e construir na Rocha inabalável que é Cristo.

A casa do homem prudente, continuou firme diante da tempestade. Mas a casa do homem insensato, caiu.

Jesus termina seu discurso dizendo: “E caiu, e foi grande a sua queda.”

Que o Senhor tenha misericórdia, ainda há tempo de reconstruir uma nova vida com Deus. A casa pode até ter caido, mas há esperança para um novo recomeço. Amém! 

domingo, 18 de janeiro de 2026

LÚCIFER É O NOME DO DIABO?


Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!

E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, e, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono, e, no monte da congregação, me assentarei, da banda dos lados do Norte.

Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo.

E, contudo, levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo (Isaías, 14.12-15).

Alguns exegetas crêem que estes versículos referem-se não apenas ao rei de Babilônia, mas também, de um modo velado, a Satanás. No evangelho de Lucas 10.18, temos uma declaração de Jesus: "Eu via Satanás, como raio, cair do céu". 

Sobre o nome "Lúcifer", muita confusão tem sido feita a respeito, que teoricamente seria o nome de um anjo que caiu e virou o inimigo numero 1 de Deus, o próprio Satanás.

Isso é bem divulgado em todo o mundo cristão, e até mesmo nos púlpitos de muitas igrejas.

Mas... é realmente bíblico? 

Vem comigo e vamos entender a origem do nome LÚCIFER.

Por incrível que pareça, o nome “Lúcifer” não existe em parte alguma da Bíblia, do Gênesis ao Apocalipse. O que existe é a expressão “estrela da manhã”, de Isaías 14:12: “Como caíste desde o céu, ó ESTRELA DA MANHÃ, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!”

A palavra "lúcifer" é a TRADUÇÃO em algumas Bíblias da palavra hebraica “HÊLIL” (estrela da manhã) em Isaías 14:12. Esta palavra (hêlil) foi traduzida do hebraico para o latim na versão de Jerônimo (Vulgata), no século V. Nessa versão aparece pela primeira vez a palavra “Lúcifer”.  

Ao pesquisar a etimologia da palavra LÚCIFER, encontramos:

A etimologia de Lúcifer vem do latim lux (luz) + ferre (trazer), significando "portador da luz" ou "estrela da manhã", referindo-se ao planeta Vênus no contexto greco-romano; na tradição cristã, a palavra foi associada ao anjo caído devido a uma má interpretação de uma passagem na Bíblia (Isaías 14:12), que originalmente se referia a um rei babilônico, transformando um termo celestial num nome para o Diabo.  

Origem Latina e Grega:

Latim: Lucifer, formado por lux (luz) e ferre (levar/trazer). 

Grego: Lúcifer, Fósforos (portador da luz) ou Eósforos (portador da alvorada). 

Na Bíblia:

Textos Originais: A palavra hebraica hêlēl (brilhante, estrela da manhã) aparece em Isaías 14:12. 

Tradução para o Latim (Vulgata): O tradutor Jerônimo usou Lúcifer para hêlēl, referindo-se ao orgulhoso rei da Babilônia e sua "queda" (morte). 

Contexto Original: A passagem não era sobre um anjo, mas uma metáfora para a queda de um rei terreno. 

Evolução Lúcifer para o Diabo:

Associação Cristã ao termo Lúcifer: Ao longo dos tempos, Teólogos medievais ligaram essa passagem a uma figura celestial que caiu, associando Lúcifer, o "portador da luz", à figura do Diabo, um anjo que se rebelou e foi expulso do céu. 

Enquanto Lúcifer (portador da luz) era um título para Vênus, Satanás (adversário) é um título diferente, mas ambos foram fundidos na tradição popular para a figura do Diabo. 

Toda a confusão aconteceu quando viram o título “lucifer”, no latim da Bíblia Vulgata, e acharam que não se tratava de uma qualidade, adjetivo ou título, mas de um nome próprio... e começou a bagunça.

A parte mais chocante é justamente essa: Logo entendemos que “Estrela da Manhã” é um título, uma qualidade, um adjetivo, e esse título é usado unicamente para Jesus!!! Apocalipse 22:16 por exemplo: “Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente ESTRELA DA MANHÔ.

O apóstolo Pedro faz menção a Jesus como ESTRELA DA ALVA quando escreve: E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça, e a estrela da alva apareça em vosso coração (II Pe.1.19). 

“Lúcifer” nunca foi o nome do diabo. As igrejas que continuam chamando Satanás de “Lúcifer”, além de cometerem um erro teológico, ainda estão fazendo um favor ao diabo, atribuindo-lhe aquilo que ele não é! Ele é trevas e não luz.

O termo Lúcifer não é uma designação nem bíblica e nem correta para descrever o Diabo, pois carrega um significado de portador de luz , ora, ele não é portador de luz, mas sim de trevas, ele até se disfarça em anjo de luz e os seus ministros em ministros de justiça (II Co.11.14,15). Mas é um anjo de trevas, o príncipe deste mundo tenebroso.

Jesus Cristo é a nossa luz, Ele disse: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” (João 8.12). Amém! 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Vencendo Satanás No Deserto.


 E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto (Lc.4.1).

Após ter sido batizado por João, Jesus, cheio do Espírito Santo, retirou-se das margens do rio Jordão e foi conduzido pelo Espírito ao deserto. Durante quarenta dias, esteve no deserto. Nesses dias não comeu nada e, passado esse tempo, sentiu fome. O Diabo vendo que Jesus estava com fome, disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, manda a esta pedra que se transforme em pão. Jesus respondeu-lhe: Está escrito: Nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra de Deus. O Diabo não desistindo levou-O a um lugar alto e mostrou-Lhe num instante todos os reinos da terra e Lhe fez uma proposta dizendo-Lhe: Eu Te darei todo este poder e a glória destes reinos, porque me foram confiados e os dou a quem eu quiser. Se tu me adorares e te prostrares diante de mim, tudo será teu. Jesus respondeu-lhe: Vai-te Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele prestarás culto. Então o Diabo ainda insistindo, levou-O a Jerusalém, colocou-O sobre o pináculo do templo e disse-Lhe: Se tu és o Filho de Deus, atira-Te daqui abaixo, porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito, e tomar-te-ão pelas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra. Jesus respondeu-lhe: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus. Então o Diabo, tendo terminado toda a espécie de tentação, retirou-se da presença de Jesus, por algum tempo. Na narrativa de Mateus, a tentação de Jesus termina com a seguinte expressão: Então, o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos e o serviram (MT.4.11). Deus tem provisão já pronta para aqueles que não aceita as propostas do Diabo.

CINCO LIÇÕES APRENDEMOS COM JESUS NO DESERTO:

1) Satanás não terá poder de impedir os planos de Deus em nossa vida, quando estamos cheios do Espírito e por Ele somos conduzidos.

2) A nossa missão é fazer a vontade de Deus e nunca aceitar as propostas de Satanás.

3) Devemos está preparados porque o Diabo sempre buscará ocasião para nos tentar em tempos de fraquezas e necessidades.

4) Que o Espírito Santo nos leva ao campo de batalha (deserto), e nos dá munição (a Palavra de Deus), para com ela vencermos Satanás.

5) Que só podemos começar o ministério para Deus, após termos passado no deserto e vencido as tentações. 

Obs.: O ministério de Jesus só teve início após Ele ter passado quarenta dias de jejum no deserto e vencer as tentações do Diabo.

CINCO VITÓRIAS DE JESUS SOBRE SATANÁS:

1) Jesus venceu Satanás no Deserto.

2) Jesus venceu Satanás no seu Ministério.

3) Jesus venceu Satanás na Cruz.

4) Jesus venceu Satanás na Ressurreição.

5) Jesus vencerá Satanás definitivamente quando Ele voltar em Glória.

CONCLUSÃO:

As tentações de Jesus no deserto não foi um acontecimento isolado. Foi o começo de uma luta contra o "príncipe deste mundo", que se prolongou por toda a vida terrena de Jesus, atingindo o auge com Sua morte na cruz do Calvário; tendo Ele vencido a Satanás após a sua ressurreição.

Jesus ao vencer as tentações, tornou-se, para nós homens e mulheres, a fortaleza onde o ser humano pode ir se abrigar nos momentos mais terríveis e angustiantes. Amém! 

domingo, 11 de janeiro de 2026

A PATERNIDADE DE DEUS.


Como um pai se compadece de seus filhos, assim o SENHOR se compadece daqueles que o temem (Sl.103.13).
Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome (Mt.6.9).

Somente o genuíno cristianismo identifica e reconhece a Deus como Pai. Esta é uma profunda revelação que Jesus veio trazer a este mundo e que o Espírito Santo tornou real no coração da igreja do Senhor. A revelação da paternidade de Deus não era plena no Antigo Testamento, há poucas expressões no Pentateuco, nos livros históricos, nos salmos e nos livros poéticos sobre Deus como Pai. A revelação plena da paternidade de Deus veio através de Jesus Cristo. Durante a sua vida terrena em seu ministério, Jesus foi quem mais falou e ensinou sobre a paternidade de Deus. Jesus refere-se à paternidade de Deus 189 vezes: Em Mateus, 44; em Marcos, 4; em Lucas, 17 e em João 124.

Pai é o nome que revela poder, conhecimento e intimidade dos crentes com Deus. Deus Pai foi plenamente revelado por Jesus Cristo; na época de Jesus, os judeus não tinham o costume nem a cultura de chamar Deus de Pai. Jesus ensinou seus discípulos a orar começando com a expressão: "Pai nosso que está nos céus" (Mt.6.9).

Pai é o nome privativo da primeira Pessoa da Augusta Trindade (Mt.28.19).

Jesus disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres (Mc.14.36).

Jesus usou "Abba, Pai" em momentos de grande aflição, como na oração no Getsêmani (Mc.14.36; Mt.26.39; Lc.22.42), demonstrando total confiança e entrega a Deus.

Esta expressão "Aba Pai" aparece apenas três vezes na Bíblia: (Mc.14.36; Rm.8.15; Gl.4.6). 

Paulo ao repetir a expressão "Aba Pai", utilizada primeiramente por Jesus, ele está falando sobre uma das tarefas do Espírito Santo, que é criar nos filhos de Deus a convicção da filiação que nos leva a conhecer a Deus como Pai. 

Porque não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai (Rm.8.15).

E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossas corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai (Gl.4.6).

O termo "Aba" é de origem aramaico e significa "Pai". A palavra "Pai" no grego é "Pater". A combinação da palavra aramaica "Abba" com a palavra grega "Pater", expressa grande intimidade, emoção, anelo, afeto e confiança mediante os quais o Espírito Santo nos leva a clamar a Deus e chama-lo de Pai. 

Abba Pai é uma expressão bíblica de origem aramaica que significa "Papai" ou "Pai Querido", transmitindo uma profunda intimidade, carinho e confiança, como uma criança chamaria seu pai, e é usada por cristãos para se referir a Deus com essa mesma proximidade e amor. A expressão combina a ternura de "Papai" com a autoridade de "Pai", indicando um relacionamento de filiação e segurança com o divino.

AS CINCO DIMENSÕES DA PATERNIDADE DE DEUS.

1) Deus é Pai de Adão (da humanidade). 

Adão é filho por formação (Lc.3.38).

2) Deus é Pai dos anjos. 

Os anjos são filhos de Deus por criação (Jó.1.6; 38.7).

3) Deus é Pai de Israel. 

Israel é filho de Deus por eleição (Êx.4.22; Dt.14.1).

4) Deus é Pai de Jesus. 

Jesus é filho de Deus por geração (Sl.2.7; At.13.33; Hb.1.5).

5) Deus é Pai dos crentes. 

Os crentes são filhos de Deus por adoção (Jo.1.11-13; Rm.8.14,15; Gl.4.6).

OUTROS ASPECTOS DA PATERNIDADE DE DEUS:

Deus é Pai da Criação (I Co.8.6).

Deus é Pai da Glória (Ef.1.17).

Deus é Pai das luzes (Tg.1.17).

Deus é Pai dos espíritos (Hb.12.9).

Deus é Pai da vida (Sl.36.9; Jo.5.26; At.17.24,25).

Deus é Pai da eternidade (Is.9.6).

Deus é Pai de todos (Ef.4.6).

Que possamos nos relacionar com Deus na intimidade de Pai para filho, tendo o seu amor paterno e o seu cuidado de Pai celestial para conosco. Amém!