domingo, 3 de março de 2024

SABEDORIA NO FALAR.

 

Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios (Sl.141.3).

Neste salmo, Davi levanta um clamor e pede a Deus que escute a sua voz quando clamar. Continuando a sua fala, ele diz: Suba a minha oração perante a tua face como incenso, e seja o levantar das minhas mãos como o sacrifício da tarde. Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios (1-3). Nesta oração, Davi pede prudência a Deus, que Ele coloque uma trava na sua boca para que ele não se precipite em palavras a ponto de falar coisas que não convém. 

Não são poucas as pessoas que perdem o equilíbrio emocional e falam precipitadamente coisas que não convém. Sabemos que, palavras são como sementes e têm poder de frutificar tanto para o bem quanto para o mal. Sobre isso o sábio Salomão nos diz: O que guarda a sua boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios tem perturbação (Pv.13.3). Do fruto da boca de cada um se fartará o seu ventre; dos renovos dos seus lábios se fartará. A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto (Pv.18.20,21). O sábio Salomão nos adverte sobre as consequências das palavras precipitadas, que poderá nos levar a ruína. A conversa descuidada e a língua desenfreada podem estragar nossas amizades, relacionamentos e vida conjugal. Um crente com total maturidade deve controlar com cuidado as suas palavras. 

Muitas amizades foram desfeitas, por causa de palavras. Muitos casamentos foram desfeitos, por causa de palavras. Muitos relacionamentos e parcerias foram rompidos, por causa de palavras. Muitas pessoas foram vitimadas de morte, por causa de palavras. Uma boa palavra dita no tempo certo gera frutos para vida; enquanto uma palavra falada de forma precipitada causa perturbação e gera frutos para morte. Esta morte pode ser: Emocional, espiritual e física.  Que possamos ser prudentes no falar e sempre pedir ao SENHOR, repetindo a oração de Davi: Põe, ó SENHOR, uma guarda à minha boca; guarda a porta dos meus lábios (Sl.141.3). Amém! 

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