PREGANDO A VERDADE

quinta-feira, 16 de abril de 2026

SETE VIRTUDES DE ABRAÃO.


Abraão não foi 100% perfeito, teve suas falhas e fraquezas, mas também teve suas virtudes diante de Deus, a ponto de ser justificado pela fé e também pelas obras. Abraão foi o primeiro homem a trilhar o caminho da fé, saindo da sua terra e do meio da sua parentela, andando pela fé, sem saber para onde ia, para atender o chamado de Deus. Entre as muitas virtudes do nosso patriarca Abraão, iremos destacar apenas sete.

1) FÉ.

Abraão acreditou nas promessas de Deus, mesmo quando parecia impossível aos olhos humanos, ele aceitou o desafio de sair de sua terra sem saber para onde ia.

O testemunho de fé de Abraão é o mais marcante na vida do patriarca. Ele é conhecido como o pai da fé de todos os crentes. O escritor aos hebreus testifica e autêntica a fé de Abraão, dizendo: Pela fé, Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia (Hb.11.8).

2) OBEDIÊNCIA.

Pela fé, sendo chamado, obedeceu... (Hb.11.8).

Abraão Obedeceu imediatamente às ordens de Deus, saindo de sua zona de conforto, do meio da sua parentela, para ir a uma terra estranha; incluindo o difícil pedido do SENHOR para sacrificar seu filho Isaque.

3) ADORADOR.

Abraão foi um excelente adorador, a sua devoção ao SENHOR foi marcada por sua pratica de edificar altares nos lugares onde ele passava e armava suas tendas. A Bíblia registra pelo menos quatro lugares onde Abraão edificou altares ao SENHOR e invocou o seu Nome: (1) Siquém (Gn.12.6). (2) Betel (Gn.18.8). (3) Hebrom (Gn.13.18). (4) Moriá (Gn.22.9). Abraão foi o maior fazedor de altares na história bíblica.

4) HUMILDADE.

Abraão manteve-se humilde diante de Deus, reconhecendo sua dependência divina, e sempre pronto a adorar e buscar a presença do Senhor. 

5) PACIFICADOR.

Abraão preferiu a paz a disputas materiais, permitindo que Ló escolhesse as melhores terras primeiro. Abraão andava pela fé, enquanto Ló andava por vista. Ló buscava correr atrás das bênçãos, enquanto as bênçãos de Deus já estavam com Abraão.

6) DESAPEGADO.

Abraão foi provado e aprovado por Deus, dando provas que ele era desapegado das coisas terrenas. A maior prova do seu desapego, foi quando o SENHOR lhe pediu o seu filho Isaque em sacrifício (Gn.22). Quem vive apegado as coisas da terra é anda por vista e não por fé, como andou Abraão.

7) ÍNTIMO DE DEUS.

Abraão tornou-se tão íntimo de Deus, a ponto do próprio Deus dizer: "Ocultarei eu a Abraão o que faço" (Gn.18.17). A amizade de Abraão com Deus ficou tão fina que o próprio Deus chamou Abraão de meu amigo (Is.41.8). Por três vezes está escrito, que Abraão é amigo de Deus (II Cr.20.7; Is.41.8; Tg.2.23). Quem possamos tomar o exemplo de Abraão, nosso pai na fé, que viveu pela fé e foi amigo de Deus. Amém! 

segunda-feira, 13 de abril de 2026

SETE ERROS NA VIDA DE ABRAÃO.


A história de Abraão, conhecido como o "pai da fé" é marcada por grandes demonstrações de confiança e fé em Deus, mas também por falhas humanas significativas, registradas no livro de Gênesis. Os seus erros, muitas vezes, surgiram da insegurança, do medo ou da tentativa de acelerar o cumprimento das promessas de Deus. Esses erros também são para provar que Abraão não era um super crente ou super homem, mas um homem comum, com suas fraquezas e sujeito as mesma paixões que nós.

1) ATRASO NA OBEDIÊNCIA AO CHAMADO DE DEUS.

Embora tenha saído de Ur, Abraão permaneceu em Harã até a morte de seu pai, atrasando o cumprimento total do chamado inicial de Deus para ir à terra que Ele mostraria.

2) PERMITIU QUE SEU SOBRINHO LÓ VIESSE COM.

Apesar de Ló ter ficado orfão de pai, havendo Harã seu pai morrido em Ur (Gn.11.27,28), Abraão não era obrigado a cuidar do seu sobrinho, visto que ele era casado e tinha posses. A ordem de Deus para Abraão foi para ele sair do meio dos seus parentes, não levá-los consigo.

Embora não seja um pecado direto, levar seu sobrinho Ló (que não foi chamado diretamente por Deus) causou contendas e exigiu uma separação difícil mais tarde, atrasando sua obediência plena, pois Deus pedira para deixar toda a parentela (Gn.13.1-18).

3) DESCEU AO EGITO SEM A PERMISSÃO DE DEUS.

Em vez de confiar que Deus o sustentaria em Canaã durante a fome, ele foi para o Egito.

4) MENTIU SOBRE SARA PARA O REI DO EGITO.

Devido à fome em Canaã, Abraão desceu ao Egito. Com medo de ser morto por causa da beleza de sua esposa, ele pediu que Sara dissesse ser sua irmã. Isso colocou em risco a descendência prometida e a integridade de Sara (Gn.12.11-20).

5) MENTIU SOBRE SARA PARA ABIMELEQUE, REI DE GERAR.

Anos depois, Abraão repetiu o mesmo erro de mentir sobre sua esposa, desta vez com Abimeleque, rei de Gerar, demonstrando medo, insegurança e fraquezaque recorrente (Gn.20.1-18).

6) DESCONFIANÇA NA PROMESSA DO HERDEIRO (Gn.15.1-4).

Mesmo após a promessa de Deus, Abraão questionou como seria abençoado se não tinha filhos, sugerindo que Eliézer de Damasco, seu servo, seria seu herdeiro.

7) ACEITOU A PROPOSTA DE SARA LHE OFERECENDO SUA SERVA AGAR.

Cansados de esperar a promessa de um filho, Abraão e Sara decidiram tentar acelerar os planos de Deus. Abraão aceitou a proposta de Sara de ter um filho com a serva Agar, o que gerou Ismael e causou grandes conflitos familiares (Gn.16.1-15).

Apesar dessas falhas, a Bíblia destaca que Abraão foi justificado pela fé (Gn.15.6; Rm.4.1-5), demonstrando que Deus trabalha com seres humanos imperfeitos, ensinando-os através de seus erros. Amém! 

domingo, 12 de abril de 2026

SETE TIPOS DE ALTARES.


Altares eram lugares de sacrifício e adoração construídos com vários tipos de materiais. Podiam ser temporários ou permanentes. Alguns altares ficavam ao ar livre; já outros eram separados num lugar santo. Podiam simbolizar a presença e proteção de Deus ou a adoração falsa que levaria ao jugamento do SENHOR. (Dicionário Bíblico Baker, p.34). O primeiro homem a construir um altar ao SENHOR, foi Noé: Edificou Noé um altar ao SENHOR... (Gn.8.20). Abraão, foi o maior edificador de altares ao SENHOR, a sua vida foi marcada por altares em adoração e louvor a Deus. A Bíblia é rica em informações sobre altares, entre eles podemos destacar pelo menos sete tipos de altares.

1) ALTAR DE AREIA (Ex.20.24).

Fala do homem, criador do pó da terra.

2) ALTAR DE PEDRA (Ex.20.25).

Fala da Lei que foi escrita em pedras por Deus.

3) ALTAR DE MADEIRA (Ex.37.25).

Fala da humanidade de Cristo.

4) ALTAR DE COBRE (Ex.38.30).

Fala do sacrifício de Cristo na cruz.

A prata é símbolo da nossa redenção.

5) ALTAR DE OURO (Ex.39.38).

Fala das nossas orações diante de Deus.

6) ALTAR DE BRONZE (II Cr.4.1).

Fala das nossas fragilidades e fraquezas.

7) ALTAR DE CONTÍNUA ADORAÇÃO (Lv.6.13).

Fala da nossa vida de oração e devoção ao Senhor.

O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará (Lv.6.13).

A lei do holocauto exigia do sacerdote alimentar o fogo do altar com lenha, esta pratica era contínua, não poderia deixar o fogo se apagar sobre o altar. Na Nova Aliança este altar representa a nossa vida de oração e devoção sincera a Deus. A nossa vida de adoração ao Senhor não se resume a duas ou três horas de culto liturgico no templo, mas o nosso altar deve permanecer acesso em todo tempo, em oração e adoração contínua ao nosso Deus. Amém! 

quinta-feira, 9 de abril de 2026

SETE CLASSES DE PESSOAS QUE DEUS DETESTA E ABOMINA.


As sete classes de pessoas que Deus aborrece (detesta/abomina) estão registradas no livro de Provérbios 6:16-19. A Bíblia utiliza a linguagem de "seis coisas... e a sétima" para enfatizar uma lista de comportamentos que são profundamente contrários ao caráter de Deus.  Esses comportamentos não são apenas erros casuais, mas atitudes do coração que o Senhor abominam por serem destrutivos e contrários à comunhão entre irmãos e a sociedade em geral.

1) OLHOS ALTIVOS.

Pessoas orgulhosas, soberbas e arrogantes que se acham superiores aos outros e não reconhecem a necessidade de Deus.

2) LÍNGUA MENTIROSA.

Pessoas que usam a mentira para obter vantagens, enganar e prejudicar o próximo.

3) SANGUINÁRIOS.

Mãos que Derramam Sangue Inocente: Pessoas violentas que causam danos físicos ou matam quem não tem defesa, o que também se estende ao ódio no coração.

4) CORAÇÃO MALDOSO.

Coração que Trama Projetos Iníquos (Perversos): Pessoas que planejam o mal, maquinam planos maliciosos e nutrem intenções de rancor e inveja.

5) APRESSADO A FAZER O MAL.

Pés que se Apressam a Correr para o Mal: Aqueles que têm prazer em praticar o mal e agem com rapidez para causar danos ou injustiças.

6) TESTEMUNHA FALSA.

Testemunha Falsa que Profere Mentiras: Pessoas que mente em um depoimento, destruindo a reputação e a vida de outros.

7) SEMEADOR DE CONTENDAS. 

O que Semeia Contenda entre Irmãos: A sétima coisa, que a alma de Deus detesta e abomina, são pessoas que provocam brigas, divisões e intrigas, quebrando a unidade entre os irmãos e separando os amigos.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

O GOTEJAR DA DOUTRINA DE DEUS.


Inclinai os ouvidos, ó céus, e falarei; e ouça a terra as palavras da minha boca. Goteje a minha doutrina como a chuva, destile o meu dito como orvalho, como chuvisco sobre a erva e como gotas de água sobre a relva (Dt.32.1,2).

A doutrina de Deus é comparada a um gotejar contínuo da chuva, ou seja, uma chuva leve e constante. A doutrina de Deus deve ser ensinada de forma didática, constante e diariamente. 

Moisés apregoa o seu último discurso de forma poética, neste cântico ele dá enfase a Palavra de Deus e incita o povo a meditar na Palavra de Deus e ensiná-la a seus filhos. Moisés destaca a doutrina de Deus em meio as falsas doutrinas dos deuses das nações pagãs. O povo de Deus deveria dá ouvidos unicamente a doutrina de Deus, e desprezar as falsas doutrinas ensinadas pelos ministros dos deuses falsos. O cântico de Moisés contém um resumo da história de Israel. Ele faz o povo lembrar de seus erros, a fim de que não mais os repetisse, e suscitou a nação a confiar unicamente em Deus. 

TRÊS TIPOS DE DOUTRINA:

1) Doutrina dos homens.

... As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrina dos homens; as quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum, senão para a satisfação da carne (Cl.2.22,23).

2) Doutrina de demônios.

Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios (I Tm.4.1).

3) Doutrina de Deus. 

Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina... (I Tm.4.16).

Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina (Tt.2.1).

Todo aquele que prevarica e não persevera na doutrina de Cristo não tem a Deus; quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto o Pai como o Filho (II Jo.1.9).

Jesus respondeu e disse-lhes: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. 

Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina, conhecerá se ela é de Deus ou se eu falo de mim mesmo (Jo.7.16,17).

Jesus afirma que a sua doutrina é de Deus, e Ele apenas a transmite e ensina ao povo.

Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória...(v.18).

Jesus resalta um critério da máxima importância para testar se um pregador é ou não um homem de Deus; ele busca a sua própria glória ou o progresso da causa do Senhor? Ao avaliar um pastor ou um pregador itinerante, note se sua pregação engrandece a ele mesmo ou a Cristo. 

Todos que pregam e ensinam a Palavra de Deus, devem fazer para glória de Deus e nunca para exaltar o seu próprio ego, em demonstração de vã glória e sabedoria.

sexta-feira, 3 de abril de 2026

O QUE FALA A BÍBLIA SOBRE A CONQUISTA ESPACIAL.

 

A Bíblia não faz menção direta à conquista ou exploração espacial moderna, uma vez que foi escrita em um contexto cultural e científico muito anterior a essas tecnologias. No entanto, estudiosos interpretam diversos textos bíblicos para refletir sobre a relação da humanidade com o cosmos. Por exemplo: Se te elevares como águia e puseres o teu ninho entre as estrelas, dali te derribarei, diz o SENHOR (Ob.1.4). Ainda que cavem até ao inferno, a minha mão os tirará dali; e, se subirem ao céu, dali os farei descer (Amós, 9.2). Ainda que a sua altura suba até ao céu, e a sua cabeça chegue até às nuvens, como o seu próprio esterco perecerá para sempre; e os que o viam dirão: Onde está? (Jó.20.6,7).

Obadias 1.4, é por vezes usado em debates sobre a colonização de outros planetas: "Ainda que subas alto como a águia, e ponhas o teu ninho entre as estrelas, dali te derrubarei, diz o Senhor". No contexto original, trata-se de um julgamento contra o orgulho da nação de Edom, mas é usado como metáfora sobre os limites impostos por Deus. 

A Bíblia apresenta o universo como uma obra de Deus, criada para manifestar Sua glória. O Salmo 19:1 afirma que "Os céus declaram a glória de Deus; o firmamento proclama a obra das suas mãos".

Em Gênesis 1:28, Deus ordena ao homem "dominar sobre a terra". Algumas interpretações sugerem que esse mandato poderia ser estendido ao espaço como uma extensão da responsabilidade humana sobre a criação.

A história da Torre de Babel (Gênesis 11:1-9) é frequentemente citada como um alerta sobre a ambição humana de "tocar o céu" por motivos de orgulho, o que leva alguns a questionar se o esforço da conquista espacial deve ser motivado pela busca de conhecimento ou pela vaidade humana.

Para muitos astronautas cristãos, como Barry Wilmore, a exploração espacial não contradiz a Bíblia, mas serve como uma forma de observar de perto a complexidade do projeto divino. 

Afinal, porventura, Deus não sabia de antemão que o homem iria desenvolver tecnologias capaz de conquistar o espaço? 

Deus é mistério, existem mistérios, eventos inexplicáveis e sobrenaturais além da lógica racional.

Como disse William Shakespeare: "Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha a nossa vã filosofia".

quinta-feira, 2 de abril de 2026

PESSACH - A Páscoa Do Senhor.


Assim, pois, o comereis: os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do SENHOR (Êxodo,12.11).

Pessach é a Festa que o Senhor escolheu para libertar seu povo da escravidão do Egito e nos libertar do pecado pelo sacrifício do Cordeiro de Deus.

O capítulo 12 do livro do Êxodo descreve a Festa da Páscoa. A Páscoa é uma festa que assinala um novo começo para a nação de Israel. Essa festa sagrada acontece no mês de Abibe (termo hebraico que marcava o ínicio da colheta), em nosso calendário março/abril. Esse mês tornou-se "o primeiro dos meses" de um ano novo para a nação. O propósito da Páscoa era relembrar ao povo a sua libertação da terra do Egito, mediante os poderosos atos redentores de Deus.

No ritual da Páscoa, um cordeiro deveria ser sacrificado, assado e comido por cada família, com pães asmos (sem fermento) e ervas amargosas. Cada família tinha de tomar um cordeiro macho de um ano de idade, sem defeito e sacrificá-lo ao entardecer do dia quatorze do mês de Abibe; famílias menores podiam repartir um único cordeiro entre si (Ex.12.4). Parte do sangue do cordeiro sacrificado, os israelitas deviam aspergir nas duas ombreiras e na verga da porta de cada casa. Quando o anjo destruidor passasse por aquela terra, ele passaria por cima daquelas casas que tivessem o sangue aspergido sobre elas (daí o termo Páscoa, do hebraico pessach, que significa passar por cima, pular além da marca, ou poupar). Assim, pelo sangue do cordeiro morto, os israelitas foram protegidos da condenação à morte que foi executada contra todos os primogênitos egípcios. Deus ordenou o sinal do sangue, não porque Ele não tivesse outra forma de distinguir os israelitas dos egípcios, mas porque queria ensinar ao seu povo a importância da obediência e da redenção pelo sangue, preparando para o advento do "Cordeiro de Deus" que veio para nos libertar da escravidão e tirar o pecado do mundo, que séculos mais tarde foi anunciado por João, o batista (Jo.1.29). Portanto, Páscoa cristã significa salvação, libertação, vida, ressurreição e esperança em Cristo, nosso Cordeiro pascoal. Assim afirmou o apóstolo Paulo: Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Pelo que façamos festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmos da sinceridade e da verdade (I Co.5.7,8). 

Na Nova Aliança, Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ele o Cordeiro que foi sacrificado pela humanidade afim de nos salvar e nos libertar do pecado. Cristo é nossa Pessach, sem Ele contianuaremos sendo escravos do pecado, fadados ao fracasso, sem salvação. É conhecendo a verdade que seremos livres e libertos do pecado e de toda maldição. Jesus disse: E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres (Jo.8.32,36). Portanto, Páscoa é libertação, salvação e ressurreição para uma nova vida com Cristo. Amém!